Otimismo: Ganho Consciencial

OKPor Estéfano da Cruz

 22 anos, Estudante, voluntário da ASSINVÉXIS

Neste texto é analisado o trafor (traço-força) do otimismo, tratado como um ganho da consciência. O otimismo é a atitude em face dos problemas humanos e/ou sociais que considera ou espera que o desfecho seja positivo, do que pode gerar posicionamento ativo e confiante. O ganho consciencial verifica-se através do grau de higidez que é mantido pela consciência otimista.

Este autor vem desenvolvendo a prática da atitude positiva, na qual deixa de encarar com pessimismo, ou rejeição apriorista, as novas ideias e contatos. A partir de técnicas e trabalho mental diário está havendo verdadeira reciclagem de traços antagônicos a ideia do otimismo. 

Antes de entrarmos no estudo das características do otimismo, faz-se necessário relembrar aspectos básicos, formadores de nossas energias. Todas as soluções, embates e indiferenças nascem do pensamento. Neste molde, a ciência Conscienciologia propõe o conceito de pensene (pensamento, sentimento e energia), segundo o qual o pensamento surge, em primeiro lugar, molda as emoções e, consequentemente, as energias, constituindo-se em EC’s (energias conscienciais), que nada mais são do que o cartão de visitas da consciência. Essas energias conscienciais, ou simplesmente as EC’s, nos identificam em qualquer lugar, já que possuímos padrões energéticos singulares. Além de servirem como identificação, estas energias deixam o chamado rastro pensênico, marca energética multidimensional, capaz de influenciar outros seres e locais.

As observações feitas por este autor levaram-no a concluir que os pré-condicionamentos, apriorismos e preconceitos são as maiores fontes do pessimismo, gerando em certos casos complexos baixa autoestima e autoassédio crônico. O abertismo (open mind) significa mantermos a mente limpa, qual tabula rasa, quando nos deparamos com situações, tais como ideias, projetos e reciclagens que significam mudanças, mantendo a disposição mental para, sem pré-julgamentos, avaliarmos os prós e os contras. O abertismo facilita o pensamento positivo, que é elemento essencial para o desenvolvimento do otimismo, podendo ser cultivado diuturnamente pelo emprego da intencionalidade sadia. 

Neste sentido, a atitude positiva funciona como profilaxia das energias conscienciais. Como exemplo, é interessante observar que quando surgem problemas, os pessimistas mantêm o foco nas falhas e nos culpados, enquanto os otimistas dirigem o seu foco para as soluções, que resultarão em proveitos para todos.

Vale salientar que o otimista não é acrítico, mas também não sofre de hipercriticidade. O otimista faz uso do discernimento, da lógica e da ortopensenidade (que é o pensamento retilíneo, sem vacilação, posicionado). E nada mais coerente do que esperar, sempre, pelos melhores resultados, ao invés de ficarmos indo ao encontro dos problemas e erros. Além disso, a ligação da atitude positiva é estreita com a máxima cosmoética: que aconteça o melhor para todos. 

A influência mais perceptível do otimismo incide sobre o humor. A convivência com pessoas pessimistas, que só veem o lado negativo, impede o fortalecimento de grupos e ideias, obstando a convivialidade sadia. É comum percebermos indivíduos pessimistas sozinhos – não por escolha própria, mas pelo processo natural de seletividade nas relações, pois suas energias são densas, gerando desequilíbrios por onde passa. Criando-se climas mentais positivos, alteramos o ambiente, melhoramos outras consciências – sejam intrafísicas ou extrafísicas, e realizamos o autodesassédio.

As estratégias a seguir servem como referência para o desenvolvimento de pensenes otimistas: 1. O Método do Traforismo, descrito pela pesquisadora Kuati (2007), baseia-se no uso de trafores para a autossuperação de trafares, otimizando a evolução de maneira planificada e contínua. 2. O autoconceito positivo também ajuda a consciência manter alto grau de higidez (autoconfiança, autoestima alta), auxiliando a conter os desequilíbrios emocionais. 3. Autoprofilaxia das energias através do estado vibracional, aumentando a lucidez e o contato sadio com a multidimensionalidade. O otimismo afasta o assédio, dado que falta afinidade entre os pensenes. Mantendo doses elevadas de otimismo com relação a si, ao próximo e ao planeta, baseado na lógica, no discernimento e na realidade, aumenta-se o nível de blindagem contra o assédio.

Alterando-se o ponto de convergência das energias, com estas estratégias, substituímos usos e costumes, por vezes até multisseculares. A decisão corajosa, motivada e advinda da autorreflexão geram construções conscienciais duradouras e evolutivas. Bom-humor e otimismo geram saúde emocional. Quando conseguimos sair do contrafluxo, o amparo consegue agir. 

Não existe autoassistência que também não seja heteroassistência.

O ganho consciencial se faz presente pelos resultados conquistados com o traço-força adquirido, que logo mantêm padrão pensênico hígido, capaz de melhorar os locais por onde passa, alterando as vibrações energéticas. O equilíbrio é característica dessas consciências que dirimem os problemas ao invés de atuar na turma dos opositores, gerando assédio e distorções de conteúdo. O ganho íntimo reflete-se no humor equilibrado e na qualidade dos relacionamentos mantidos, de alcance assistencial raro e caráter esclarecedor.

Bibliografia

KAUATI, Adriana; Método do Traforismo; Journal of Conscientiology; Vol. 9; N. 35; IAC; Janeiro, 2007.

Sugestões de Leitura:

ALMEIDA, Julio; Qualificações da Consciência; 1ª Ed; Foz do Iguaçu – PR; Editares, 2005.

RAZERA, Graça; Anais da I Jornada da Despertologia: Do Humor Equilibrado à Desperticidade Consciencial; Vo.8; N. 2; CEAEC; Foz do Iguaçu – PR; Abr./Jun. 2004; p. 126 a 134.

VIEIRA, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência fora do Corpo Humano; 10ª Ed.; Editares; Foz do Iguaçu – PR, 2009.

WONG, Bruno; Desassédio Mentalssomático; Journal of Conscientiology; Vol. 9; N. 35; IAC; Janeiro, 2007

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Fonte

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2 Comments

  1. Lendo o texto eu percebi algo que me incomoda bastante na dissertação conscienciológica. A compartimentação de parágrafos tão utilizada nas obras do Waldo Vieira é péssima para escrever uma dissertação, uma vez que o texto principal não é uma coisa única, mas uma colcha de retalhos de pensamentos que estão esparsos sem que a conexão entre as ideias seja clara para um leitor eventual. Não há coesão entre os parágrafos, que muitas vezes são independentes uns dos outros.
    Como pessoas que buscam o atacadismo consciencial, devemos sempre ter em mente que o estilo da redação é tão importante quanto o conteúdo dela, uma vez que o conteúdo determina a forma e vice-versa. A tares, ao meu ver, pode ser prejudicada por este tipo de redação, uma vez que demanda muito esforço de quem lê para a compreensão do tema abordado. Isso pode ser a diferença entre alguém ter contato com uma neoideia e continuar na mesma.

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