Cosmoética: Ética Cósmica

Cosmoética, subcampo da Evoluciologia, é a especialidade da Conscienciologia dedicada ao estudo da ética ou moral cósmica, multidimensional, além da moral social intrafísica.

Sinonimologia: 1. Código de ética dos serenões; ética avançada; ética multidimensional; moral cósmica; 2. Ética. 3. Lei do retorno; lei cármica. 4. Justiça universal. 5. Exemplarismo assistencial. 6. Autoincorruptibilidade.

Antonimologia: 1. Anticosmoética. 2. Aética; anética; antiética. 3. Auto-corrupção. 4. Ética momentânea 5. Lei de Gerson. 6. Ética humana.

Cosmoética - Errar apenas por ignorância, jamais por má intenção.jpg

Algumas considerações da Cosmética, por Waldo Vieira:

‘A Cosmoética pede a agilização do nosso autoconhecimento. Isso acontece através da maturidade, do discernimento, da lógica, da autocoerência, das prioridades conscienciais, do livre-arbítrio individual e da auto-evolução planejada.’

‘O Carma (holocarma) é a lei de causação cosmoética, que não castiga nem recompensa, nem cria nem designa nada, mas dirige infalível e pensenicamente todas as demais leis geradoras de certas conseqüências, no conjunto das ações multidimensionais da consciência, dentro da planilha da sua evolução incessante.’

Podemos também prever que os níveis de assistência extrafísica*** são unidades cosmoéticas de medida de sucesso ou fracasso da consciência na vida intrafísica. No planeta Terra a grande maioria das consciências ainda são anticosmoéticas e não querem repartir os sacrifícios, mas apenas lograr benefícios em tudo que fazem, ocasionando a lei anticosmoética do menor-esforço.    

***Assistência Extrafísica: assistência realizada por personalidades geralmente denominadas “Amparadores”, os quais descartaram o corpo (temporariamente), vivendo e atuando a partir da dimensão Extrafísica (Além-da-Dimensão-Física) com maior visão de conjunto e menor restringimento de sua lucidez, aplicando ao máximo os princípios da Cosmoética em auxílio às outras Consciências, sempre norteados pelo valor Cosmoético “Que Aconteça o Melhor para Todos”.

Para alcançar a Cosmoética é indispensável vivenciá-la”.

(VIEIRA, Waldo)

A Cosmoética não apresenta meio termo ou uma semicosmoética.

(VIEIRA, Waldo)

Fontes:

Mar Sem Fim – Amyr Klink

Boat.jpg

Um homem precisa viajar por sua conta, não por meio de imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto.  Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sobre o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver.

Amyr Klink

Liberdade

Bird, clouds.jpg

“Cada um segue o seu caminho, não importa o que pensem… E isso nos faz descobrir nosso verdadeiro ser… a Liberdade é parte do seu ser. Devemos rechaçar o que nos tolhe a Liberdade. Não precisamos de rituais ou superstições para viver. Você é livre para ser o que quiser.  Voe!”

“Para voar você não precisa de fé. Precisa entender como se voa.”

Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach)

Teste da Centragem da sua Consciência

Reeducação pela Conscienciologia = felicidade

  1. Consciência. (…)Defender e viver pelo aperfeiçoamento ou a evolução da consciência (Latim: conscientia, com conhecimento) pode ser a megameta, fundamental e mais inteligente.
  2. Tempo. O percentual maior do tempo da vida intrafísica, por direito e lógica, naturalmente, é da consciência na condição evolutiva multidimensional.
  3. Molduras. Na falta de prioridades inteligentes, a conscin pode viver escravizada às molduras ou banalidades da vida humana. Ocorre a descentragem da consciência.
  4. Acessórios. Quem se desloca do centro nuclear da consciência, vive desnorteado na periferia das molduras do quadro humano. Esquecendo o essencial, vive desperdiçando energia, tempo e espaço conscienciais, e oportunidades com os acessórios a serem mantidos, minimizados, no acostamento da própria estrada evolutiva.
  5. Inevitáveis. Dentre as molduras inevitáveis a serem vividas na Terra, somos obrigados a destacar 4: o soma, a moradia (casa ou apartamento), a locomoção (condução ou transporte) e a subsistência humana (economicidade).
  6. Interesse. Será importante ver na vida material, experimentador ou experimentadora, o percentual de atuação de cada qual dessas 4 molduras – e outras personalíssimas – e medir o restante analisável para o interesse prioritário a vir em primeiro lugar, insubstituível, ou seja: a própria consciência.
  7. Soma. Quem aplicar 60% do próprio tempo na plástica humana, na musculatura ou massa muscular e no sexo, vive escravo, intrafisicamente, dentro do corpo humano, tendo dificuldade para viver projetado nas dimensões conscienciais extrafísicas.
  8. Locomoção. Conforme a cultura e o ambiente, as molduras secundárias escravizam muito mais. Na Califórnia, EUA, vive-se com fartura, porém escravizado à locomoção. Ali, perde-se elevado percentual da existência intrafísica indo entre extremos, como rotina diária, porque há distâncias enormes entre os centros de interesse. Nesse caso, o percentual das pessoas obesas, na população, aumenta, pois vivem dentro do carro.
  9. Casa. Até quem vive no trailer autossuficiente (motor home) pode perder tempo na manutenção, dentro da casa ambulante. A conscin não resolve o problema, pois cria outro.
  10. Deficiente. No Polo Norte, o esquimó poderá ser mero deficiente físico ambiental se perder muito tempo emparedado dentro do iglu.
  11. Consumismo. A pessoa escrava do hiperconsumismo, ou do delírio comprista, vive, praticamente, dentro do supermercado ou do shopping center.
  12. Dinheiro. Quem se escraviza ao trabalho de subsistência, vive pelo dinheiro, dentro do escritório (workaholics). O Homem é o “inventor” e, comumente, escravo do dinheiro.
    Teste. Será sempre oportuno analisar a escravatura nos hábitos, rotinas e condicionamentos.

Reflexão: São razoáveis os percentuais de tempo dedicados por você, especificamente, ao próprio soma, à casa, à condução e à subsistência humana?

 

Fonte: 

  1. VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia. 3ª. Ed. Foz do Iguaçu, PR: Editares, 2013.

Link para acesso ao Tratado 700 Experimentos da Conscienciologia: Cique aqui!

Inteligência Evolutiva e Elevação da Consciência

Evoluir é sair da trincheira do abdome, abrindo-se para a vastidão do Cosmos

O tema de hoje refere-se a ideia de Inteligência Evolutiva… É útil entender este conceito-base, pois está ligado diretamente ao entendimento daqueles questionamentos comuns sobre a lógica da nossa evolução: A que viemos? Qual o sentido da vida se não crescermos como seres humanos, como consciências, aplicando nosso pleno potencial criativo em prol de todos os seres e maior harmonia e higidez intrapsíquica?! Entretanto, ninguém amadurece internamente nesta vida apenas pela mera passagem do tempo, é preciso merecer o crescimento através de autoesforços contínuos, quando enfrentamos as próprias limitações e adversidades, até superá-las… e enfim, nos aperfeiçoamos… Mudamos de patamar, conquistamos maior autodomínio e harmonia íntima…

Segundo COUTO, 2014 [adaptado]:

“A inteligência evolutiva (…) move a consciência rumo ao aperfeiçoamento cosmoético íntimo, e, portanto, às priorizações adequadas a esta finalidade. Promove a reflexão autocrítica dos posicionamentos e das decisões pessoais frente à necessidade permanente de reajustes pró-evolutivos do ego. Necessariamente envolve a compreensão e a vivência da multidimensionalidade, do parapsiquismo e da interassistencialidade, inafastáveis à teoria e prática da evolução consciencial.

A reflexão que faço desse conceito é: A Inteligência Evolutiva implica, a grosso modo, em saber escolher com discernimento aquilo que é benéfico para o aprimoramento pessoal e grupal, de forma a elevar a nossa consciência a manifestações mais Evoluídas (menos primitivas), dominando e superando a condição de apenas sobreviver em função de interesses egoístas em algum nível (parte animal). Saber escolher com discernimento aquilo que é benéfico para o aprimoramento pessoal e grupal, de forma a elevar a nossa consciência a manifestações mais Evoluídas (menos primitivas), dominando e superando a condição de apenas sobreviver em função de interesses egoístas em algum nível (parte animal). Ao mesmo tempo, fazer uso da inteligência evolutiva também envolve saber descartar aquilo que é prejudicial e que rebaixa a nossa consciência a manifestações mais primitivas.

O raciocínio consiste em enxergar a vida por uma lógica evolutiva: como uma oportunidade de crescimento e evolução interior, de superação de nós mesmos, e não vê-la apenas como um “software-vida” pronto, onde todos seguem um script de nascer-crescer-trabahar-morrer, sem muito sentido além da necessidades orgânicas e passageiras, ou então apenas visando suprir carências e viver pelo prazer imediato, ou pior: vendo as coisas e pessoas apenas como meios para suprir os próprios interesses, e consequentemente não valorizando as coisas e os seres em si.

Os valores que geram separatividade não elevam a consciência, tal como o preconceito, a desonestidade e o medo de ser diferente, são frutos do carro-chefe: o ego, por isso te puxam para baixo (rebaixamento de consciência ao nível de interesses egoicos). Já os valores que geram união e que aproximam os seres de sua essência mais elevada (self), sem fragmentá-los a uma ideologia, elevam a consciência, tal como a honestidade, a fraternidade e quaisquer comprometimentos com valores não-egoístas. Todos nós temos estas duas possibilidades em vida, a cada momento: elevar ou rebaixar a consciência. Fazer uso do livre-arbítrio implica em escolher pela elevação da consciência, mas requer esforço diário, que vale a pena, já que nos tornamos livres e mais felizes em função do autodomínio… Agora para rebaixá-la basta deixar no piloto automático para o ego comandar, porém a consequência é tornar-se escravo do mesmo ego, permanentemente manipulável e dependente de fontes externas que detém tudo aquilo que supre tais necessidades circunstanciais, nunca autorrealizável ou autossustentável.

A vida interior é extremamente farta de potenciais verdadeiramente humanos, conscienciais, mas que, por desconhecermos por falta de uso, ou por focarmos demais em aspectos negativos, acabamos que julgamos ser apenas o que vemos superficialmente em nossa manifestação, e consequentemente não desenvolvemos o que há de melhor em nós mesmos (qualidades apenas em potencial).

É preciso elevar a nossa consciência em cada ato do dia a dia, com disciplina, com menos ansiedade, e mesmo quando não conseguirmos, tirarmos um aprendizado das derrotas para nos aprimorarmos através delas. Todos temos algo a dizer ou um trabalho a oferecer ao mundo e que beneficiará às pessoas. Trabalhar para encontrar esse projeto mais elevado consequentemente também elevará nossa consciência, nos enchendo de autorrealização (vigor e felicidade intraconsciencial). Não é uma receita de bolo, vamos aos fatos, observe a si mesmo no dia a dia e busque validar os benefícios de elevar a sua consciência e os malefícios de rebaixá-la.

No fim, são desafios tão necessários à Nossa Evolução, o rebaixamento da consciência não deve ser visto como um mal ou algo ruim, pelo contrário, é como um desafio que, quando superado, nos leva a melhores patamares evolutivos, de autodomínio, harmonia e lucidez, e portanto, são condições sine qua non ao nosso crescimento. Novos desafios sempre existirão para nos fazer crescer, é como subir uma escada, a cada novo degrau, uma nova barreira nos força a subir!

Estar ciente da evolução é uma vantagem que não tem preço, desde que coloquemos em prática o desafio da autossuperação!

O que posso fazer hoje para melhorar o meu futuro?

Tudo acontece sem obedecer a nenhuma regra ou tudo já está predeterminado? Se tudo for obra do acaso o sucesso profissional dependeria da sorte, não adiantaria se esforçar

As pessoas, em geral, vivem com a esperança de um dia melhor no amanhã. Por isso, se esforçam e procuram se aprimorar fazendo cursos, lendo, adquirindo novos conhecimentos. Isso significa que não acreditam que o destino está predeterminado e acreditam que as suas ações podem influenciar no sucesso profissional.

Afinal, se tudo já está predeterminado e não pode ser modificado, não adiantaria se esforçar. O fato de esforçar ou não também estaria predeterminado. Os que se esforçam, embora possam parecer fazer por suas próprias iniciativas estariam só seguindo um roteiro pronto. Seria como uma máquina que segue uma programação.

Se não está predeterminado pode ser obra do acaso? Os fatos e acontecimentos acontecem sem obedecer a nenhuma regra? Se tudo for obra do acaso o sucesso profissional dependeria da sorte, não adiantaria se esforçar.

Resumindo, as pessoas se esforçam para conquistar o êxito profissional porque: a) não pensam que o futuro já está predeterminado; b) não acreditam que seja obra do acaso; c) acreditam que podem influir diretamente na construção do seu futuro.

Se podem influenciar é porque existe uma relação de casualidade no mundo. Existe uma lei de causa e efeito, ou seja, uma causa “x” provoca um resultado “y”. Um pensamento ou uma ideia leva a uma determinada ação que gera um resultado.

Vamos supor uma pessoa que está sentada numa sala de aula, num curso. Por que isto está acontecendo? É porque pensou, decidiu e se inscreveu para fazer o curso alguns dias atrás. O acontecimento atual é resultado do pensamento, da decisão. A causa é o pensamento inicial que levou à tomada da decisão de fazer o curso.

O dia de hoje ou acontecimentos atuais já estão traçados em função das decisões passadas. O dia de hoje da minha vida é como a leitura do jornal de hoje. Não existe jornal de hoje. O jornal de hoje só relata os acontecimentos de ontem. Da mesma forma, o dia de hoje da vida só retrata um resultado criado pelo pensamento ontem.

Qualquer ação, tentativa de mudar ou melhorar o dia de hoje é infrutífera. Não há como reescrever o jornal de hoje. Muitas pessoas não progridem na vida porque perdem tempo e energia tentando consertar o dia de hoje e ontem. Não fazem, não buscam nada diferente, inovador para ajudar na construção do dia de amanhã melhor.

O erro está em querer mudar o resultado. A única forma de alterar o resultado é mudando a causa. Se a causa está no pensamento, a única forma de mudar o resultado é mudando a forma de pensar. É preciso mudar o pensamento para conseguir resultado melhor. Só uma mudança interna muda a forma de pensar.

Desta forma é muito importante conhecer quais são as regras: o que cada pensamento pode gerar como resultado amanhã. Isto é conhecido como leis mentais. A principal é a lei de causa e efeito, conhecido também como lei do carma.

Carma é o estoque de pensamentos, ações passadas de uma pessoa que gera um determinado acontecimento semelhante no futuro. Quando acontecimentos negativos repetem na vida de uma pessoa significa que está atuando a mesma causa. Identificar e eliminar as causas são fundamentais para o êxito pessoal e profissional.

A grande maioria das pessoas não dão importância a estas leis. Pensam que é coisa de religião ou superstição. Se estudasse um pouco a ciência mental, sair desta bitola cega, ajudaria muito na realização de objetivos e sucesso profissional.

Na prática as leis mentais são aplicadas corporativamente com outra denominação: fé como confiança; darás e receberás como meritocracia. Transformaram as “leis religiosas” em regras: faça assim, dicas, formas, maneiras e por aí vai. O grande problema é que não explicam o fundamento, falta entender o conceito.

Sem entender o fundamento não acontece a mudança interior da pessoa. Regras, conselhos, dicas não modificam a pessoa internamente. Podem achar interessante, pensar em seguir os conselhos. Não dura mais do que uma semana. É só fogo de palha, queima rapidamente, o entusiasmo acaba num instante e tudo fica como está.

[Editado] Link