Drogadição e Invéxis

Autor: Amaral, Flávio

Drogas

Se a conscin é realista durante a opção pela invéxis, a opção contrária às drogas já é pacífica e superada. 

Contudo, vale o estudo exaustivo do assunto, notadamente por parte do professor de Invexologia, para explicitação e ganchos argumentativos, durante as aulas aonde há predomínio do público jovem.

Eis 28 argumentos, dentre inúmeros outros, na ordem alfabética, obviamente contrários ao holopensene da drogadição, narcomania ou toxicomania:

1.  Autoengano. Todo drogadito autoengana-se.

2.  Bom senso. A rigor, o discernimento não chegou para quem acredita em “consumo com moderação” (falácia do bom senso).

3.  Desconfiômetro. A conscin lúcida aplica o desconfiômetro até para substâncias legais (cafeína, chimarrão, energéticos, medicamentos).

4.  Escolaridade.  Quem nunca teve aquele colega brilhante que jogou os estudos no buraco, em poucos meses, a partir do contato com as drogas? O jovem atento vê o efeito dos tóxicos com os próprios companheiros do colégio.

5.  Experiência. Experiência de vida não é ter experimentado esta ou aquela droga, e sim, atravessar a adolescência livre e sem interesse nestas substâncias. 

6.  Fumaça. Fumaça é ar poluído, inclusive a do incenso. 

7.  Fumo. Fumar é deixar a massa cinzenta dos pulmões guiar a massa cinzenta cerebral.

8.  Hipocrisia. O drogado culpa “hipocrisias sociais”, mas é o primeiro a cometer hipocrisias: mente para si, quando pensa que é “usuário consciente”. É também o último a admitir-se viciado. 

9.  Holanda. A Holanda começa a rever sua política de permissividade quanto à maconha e alucinógenos, ao perceber que as leis mais brandas aumentaram o narcotráfico, ao contrário do esperado.

10.  Isenção. Não ter vontade para consumir determinada substância, dá maior isen¬ção para falar da mesma. 

11.  Juventude. Se a pessoa não foi atraída às drogas na juventude, as chances de tornar-se adulto usuário são muito menores. As empresas de cigarro e bebidas sabem disso e deixam claro nas publicidades comerciais, invariavelmente voltada aos jovens.

12.  Legalização. As campanhas pró-legalização furtam-se de discutir os efeitos dos tóxicos sobre a saúde. Preferem desenvolver acrobacias mentais para acabar com as políticas atuais, funcionantes, embora parcialmente.

13.  Megaproblema.  Educação, saúde e segurança são, de longe, problemas prioritários de qualquer sociedade. As drogas são o “pacote 3 em 1” dos males sociais, atentando diretamente contra estas sérias questões. Alguém vai defender o uso de drogas para tornar a sociedade mais educada, saudável e segura?

14.  Paliativo. Muitas campanhas de “redução de danos” podem bem ser chamadas de “use drogas com dignidade” ou, “aqui você pode se drogar sem sofrer preconceitos”.

15.  Panfletos. Associações de redução de danos distribuem panfletos e materiais informando como usar drogas de maneira “menos nociva”, até com verbas públicas. Em outras palavras: os narcotraficantes vendem as drogas, e as instituições, em parceria com o Poder Público, distribuem os manuais de instrução.

16.  Parapsiquismo.  Com a sensibilidade paraperceptiva a conscin percebe os efeitos nocivos das drogas através da assimilação energética, sem precisar experimentá-las. Quem desenvolve a sinalética energética não deseja envolver-se com o holopensene dos tóxicos.

17.  Personalidades. Personalidades públicas tentam pressionar pela legalização da maconha, para poderem fumar sem “sujar o próprio nome”.

18.  Posicionamento. Droga não presta. Sem este posicionamento, não adianta delongar-se em outros.

19.  Profilaxia. Quem é ex-viciado passa a vida lutando para manter-se livre das drogas. A única cura segura contra a dependência às drogas é a profilaxia de não experimentar. 

20.  Recéxis. Quem usa drogas não pode dizer que perdeu a invéxis. Passou longe dela. A luta do ex-usuário para permanecer “limpo” indica o predomínio da recéxis sobre a invéxis na vida pessoal.

21.  Revistas. Certas revistas para público jovem, enquanto deveriam servir de alerta, são banalizadoras e flexibilizadoras do modo de vida pró-drogadição, por exemplo, com posicionamentos não-conclusivos, exaltação de ídolos mortos por tóxicos, e o “barato” apresentado como algo bom.

22  Socialização.  Hoje, o rapaz mostra a nova droga à pré-adolescente, para impressioná-la. Amanhã, a mesma moça procura abrigo para fugir do marido alcoólatra. Conclusão: as drogas não servem para socializar. Quem apresenta droga a outro não pode se dizer “amigo”. 

23.  Suíça. A Suíça sofreu após criar áreas de “consumo assistido” de LSD e outras drogas. A criminalidade e a degradação explodiram nos bairros circunvizinhos, além do estímulo do “narcoturismo” no País.

24.  Tabagismo. As multinacionais do tabaco já estão de olho nas campanhas para legalizar a maconha, pois são alternativas de negócios às ofensivas públicas mundiais contra o cigarro comum.

25.  Traficante. Antes, o problema eram os traficantes disfarçados a vender drogas na porta da escola. Hoje, o traficante é o próprio aluno, filho de família. 

26.  Vício. O usuário erra quando pensa que viciado é quem quer parar e não consegue. Vício é agir para atender a um mau hábito.

27.  Vida Urbana. A escalada das drogas ocorre ao ar livre, aos olhos de todos, da cerveja ao cigarro, à vodca, ao arguile, à maconha, ao ecstasy.Quando chega na cocaína é muito tarde, pois o jovem já foi entupido e atraído para os tóxicos.

28.  Vinho. Quem defende o cálice de vinho para o coração, ao invés de promover o suco de uva, e as frutas em geral, ainda possui interesse espúrio, afinal, tenta promover um bem inferior, com efeitos colaterais, no lugar do bem superior.

Qual a sua opinião sobre as drogas?

http://www.assinvexis.org/artigos/drogadicao.php

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