Recéxis – Reciclagem Existencial

Reciclagem Intraconsciencial

O que é recéxis?

A recéxis, ou reciclagem existencial, é o conjunto de ações técnicas tomadas pela pessoa para renovar sua vida e obter o maior nível de completismo existencial possível, após ter incorrido em um ou mais desvios de proéxis (proéxis = programação existencial).

Quem pode aplicar a recéxis?

Este recurso evolutivo é adequado para a conscin que anseia reciclar a existência e começar a priorizar a proéxis já na adultidade, ou ainda adolescente, mas possui algum impedimento quanto à invéxis. Recéxis não é “prêmio de consolação” para quem não é inversor; é uma técnica que exige dedicação, despojamento para renovações, um reconhecimento de que as escolhas que fez e a trajetória realizada até o momento precisam ser mudadas.

O que o reciclante procura com a recéxis?

O reciclante procura, através da virada de mesa, recuperar o tempo perdido e minimizar as conseqüências do período em que desempenhava atividades secundárias e/ou divergentes quanto à programação existencial. Além de rever os traços pessoais deficientes e o porão consciencial remanescente, é fundamental arrumar a bússola existencial buscando melhorar o desempenho da assistência.

Que postura adota o reciclante existencial?

As renovações envolvem todos os planos e ações da vida, principalmente a mudança intraconsciencial, envolvendo os pensenes, os hábitos e a cosmoética pessoal. Para se adaptar às mudanças, o reciclante precisa de maior esforço e determinação, buscando superar as rotinas obsoletas, conciliando compromissos sociais e familiares, inevitáveis e necessários à proéxis.

Pode falar um pouco sobre a invéxis e a recéxis?

A invéxis é uma escolha, a recéxis é, em muitos casos, uma imposição da própria vida humana, reajuste indispensável para colocar em prática o curso intermissivo. Não é uma imposição externa, mas íntima, gerada por saturação e equívocos e vontade sincera de reavaliar e reciclar a própria vida.

O que diferencia o inversor do reciclante?

O inversor existencial pode optar pela recéxis, por exemplo, quando escolhe a maternidade ou a paternidade, em algum momento da sua vida. Já o reciclante não tem mais possibilidade de optar pela invéxis nesta existência. O tempo já passou, as oportunidades já não são as mesmas de antes, as possibilidades de reciclagem são diferentes do inversor, pois assumiu compromissos dispersivos à proéxis (muitos deles irreversíveis) ou, caso ainda não os tenha, já consolidou hábitos patológicos na fase adulta piores do que estes compromissos divergentes da proéxis.

Porque a invéxis é mais avançada do que a recéxis?

Porque a conscin começa no rumo certo da proéxis, desde a juventude, não significa que o inversor seja mais evoluído comparado ao reciclante, o que interessa é o saldo da ficha evolutiva. A invéxis é profilática perante a vida intrafísica, prevenindo erros e vícios difíceis de corrigir na fase adulta. A disponibilidade para a execução da proéxis é integral, ou seja, não há comprometimentos impeditivos ou inibidores das decisões e ações. Neste sentido, os inversores tem mais responsabilidade com os resultados da aplicação técnica ao final da vida, já que as condições são mais favoráveis.

Quando ocorre a recéxis?

A recéxis é terapêutica, pode ocorrer devido a arrependimento, ato anticosmoético, omissão, acomodação, desvio de proéxis, autocorrupção. Há vários compromissos que não podem ser ignorados, sendo necessário rever as possibilidades no atual contexto de vida. É preciso que cada um, inversor ou reciclante, avalie em si como se sente em relação às duas técnicas evolutivas.

Em que consiste a recéxis?

A prática da recéxis consiste nas alterações para melhor do “lado de fora” da estrutura consciencial. Estas exorreciclagens, ou práticas de recéxis, são exemplificadas pela mudança de base física, organização da vida pessoal, dedicação ao autodidatismo e outras ações intrafísicas que possam contribuir para o desempenho da proéxis ou predispor o reciclante existencial às reciclagens intraconscienciais, ou recins.

A recéxis pode predispor a recin como é isso?

Segundo Marta Ramiro, no decorrer do uso da técnica da recéxis, no caso do pré-serenão vulgar, na maioria dos casos, em primeiro lugar surge à prática da recéxis (mutações exteriores ao microuniverso consciencial) e depois, surgem as recins (mutações intraconscienciais). Sem recin (aprendizado, ou “cair a ficha e completar a ligação”), a técnica da recéxis não se fixa; pois, a pessoa pode retornar aos hábitos antigos. Por isto, praticante da recéxis precisa impulsionar o esforço pessoal, para atingir os objetivos almejados.

Quais os objetivos da recéxis?

O objetivo mais importante para o reciclante existencial é atingir o completismo existencial; cumprir a programação existencial e, ainda, atingir o estado de desperticidade.

Como saber a minha proéxis para chegar ao completismo existencial?

A questão é: “qual é o replanejamento existencial para esta vida humana que, no seu caso é necessário, para você atingir o estado de desperticidade?”

Voltando a afirmação anterior: a técnica da invéxis e da recéxis foram criadas para facilitar o acesso ao completismo existencial; então, surge outra questão: qual especialidade da Conscienciologia constitui a diretriz básica da sua programação existencial? Ou seja: você chegará ao estado de desperticidade, por meio de qual especialidade da Conscienciologia? Que replanejamento de vida essa especialidade exigirá de você? Quais são as suas prioridades evolutivas?

As prioridades da evolução são personalíssimas do ponto de vista público de interesse. Em decorrência do passado, há quem tenha maior vínculo com grupos de consciências extrafísicas: bélicas, ou religiosos, ou políticos; enfim, qual é o grupo mais numeroso, no seu caso particular?

            Fica claro, portanto, que a proéxis foi elaborada conforme os talentos, as qualidades, da consciência, trazidos de vidas anteriores. Mas, há fissuras da personalidade, que precisam ser sanadas.

            E ainda, no decorrer da existência humana, surgiram oportunidades de você realizar um curso, ganhar um livro, fazer uma viagem, totalmente, fora das suas pretensões. Só que esses “recebimentos” são úteis no desempenho da proéxis. E, por fim, cada pessoa tem motivação para estudar determinado assunto, determinado tema. Qual é a “matéria” que desperta seu interesse?

            Seja qual for a especialidade escolhida, a técnica da recéxis só produzirá efeitos se for vivenciada, praticada, experimentada.

Bibliografia: Inversão existencial pag. 71, 72.
Artigo: Técnica da Recéxis – Marta Ramiro.
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Técnica da Inversão Existencial

Retilinearidade Evolutiva

Artigo n. 1

Invéxis, ou inversão existencial, é a técnica de planejamento máximo da vida humana, fundamentada na Conscienciologia, aplicada desde a juventude, objetivando o cumprimento da programação existencial (proéxis), o exercício precoce da assistência e a evolução.

Este planejamento técnico é realizado sem influências de dogmas, religião, misticismo, doutrinas sectárias, ideologias político-partidárias ou quaisquer compromissos escravizantes, tolhedores da liberdade de idéias e expressão.

A invéxis parte do princípio de que a pessoa não precisa esperar até a meia-idade, período de maior maturidade psicológica e estabilidade econômica, para conhecer a si mesma, avaliar as prioridades evolutivas, suas realizações pessoais e promover a assistencialidade além do círculo familiar e amigos.

É muito comum ouvirmos de colegas e de familiares, em geral após a meia-idade, que gostariam de voltar à juventude com a mesma maturidade que possuem hoje. Por outro lado, quando um rapaz, uma moça, ou mesmo uma criança, demonstram prioridades maduras, comportamentos “adultos”, não é raro estes serem repreendidos por se preocuparem demais muito cedo ou por não aproveitarem “a flor da idade”. Juventude é associada, em diversas culturas, a uma fase de aventuras, experiências, enfim, um momento em que erros e deslizes são comuns, logo, admissíveis e naturais.

A técnica da inversão existencial (invéxis) é um dos caminhos, meios ou estratégias para direcionar a vida da moça ou do rapaz para maior produtividade, envolvimento em atividades assistenciais, investimento em renovações íntimas.

A técnica parte do princípio que a consciência humana vive múltiplas existências e que entre uma vida física e outra ela passa por um período intermissivo, ou seja, vive na dimensão extrafísica, até adquirir novo corpo físico.

Nesse período intermissivo a consciência, utilizando seu corpo extrafísico e habitando comunidades extrafísicas, participa de diversas atividades para se conhecer melhor e planeja tecnicamente aquilo que fará em sua nova vida intrafísica, próxima, tendo para esta finalidade o apoio de consciências mais evoluídas. Neste planejamento inclui reconciliações com futuros parentes, provável atividade profissional, reencontros com antigos amigos de outras vidas, projetos inovadores para a humanidade entre inúmeros outros itens que seriam úteis para a evolução como personalidade multimilenar.

O objetivo da invéxis é a execução precoce deste planejamento de vida, sem precisar esperar a fase da aposentadoria para executar aquilo que se propôs. Em geral as pessoas se perdem em suas inúmeras rotinas ligadas ao corpo físico, como alimentação, moradia, trabalho e esquecem daquilo que se programaram para fazer, chegando muitas vezes à terceira idade com sensação de vazio e de insatisfação íntima (melancolia intrafísica ou melin).

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Artigo n. 2

Estamos vivendo em um mundo de abundâncias, com comida à vontade, roupas a baixo custo, viagens exuberantes, amizades, dinheiro e informação. Há pouco tempo a humanidade passava a maior parte do dia trabalhando apenas para se alimentar. Hoje vivemos o fenômeno da aceleração da história humana e temos acesso ao mundo com apenas um clique.

Ao invés dessas facilidades serem utilizadas em benefício de nossa evolução pessoal, paradoxalmente, elas tem levado uma legião de jovens a conduzirem suas vidas embriagados pela sedução mundana, engolidos por prazeres momentâneos, vivendo ao modo Zeca Pagodinho: ‘deixa a vida me levar, vida leva eu’. São milhares de existências desperdiçadas na mediocridade da robotização existencial.

À margem desse cenário, ainda existem jovens que não cedem à pressão do fluxo social. Se você, leitor ou leitora, se sente um peixe fora d’água, intui não estar neste mundo por acaso e deseja realizar algo ‘maior’, que vai além do clichê filho-árvore-livro, parabéns! Você é um poço enérgico de sustentabilidade pessoal e este artigo é dedicado a você.

Viver não é nada fácil; viver na ignorância é ainda mais difícil. Para tudo existe técnica: escovar os dentes, amarrar cadarços e, por que não, para viver. É isso mesmo: existe técnica para viver. A Conscienciologia possui em seu acervo duas delas com um escopo muito bem definido. Uma delas é a técnica da Inversão Existencial, cujo nome é o tema deste texto.

A Invéxis, ou Inversão Existencial, foi apresentada pela primeira vez pelo propositor da Conscienciologia, professor Waldo Vieira, em 1946, aos 14 anos de idade. A técnica consiste basicamente na elaboração e execução do planejamento máximo da vida desde a juventude, até os 26 anos de idade, e enquanto a pessoa não possui maiores comprometimentos na vida humana.

Considerando que grande parte dos objetivos da sociedade atual não levam em conta a assistência ao próximo, a aquisição da maturidade consciencial e muitos outros fatores relevantes à autoevolução, o(a) aplicante da técnica da Invéxis faz justamente o contrário do curso comum, sendo chamado(a), portanto, de  Inversor(a) Existencial. Título coerente e autoexplicativo.

O maxiplanejamento é elaborado tendo em vista um objetivo de vida evolutivo que foi preparado pelo próprio indivíduo durante o período intermissivo, entre uma vida e outra, ou a temporada antes do renascimento atual. Para isso, tem-se como uma das metas o desenvolvimento do que chamamos tridotação consciencial, formada pelos atributos intelectualidade, parapsiquismo e comunicabilidade, de modo a potencializar seu nível assistencial ao máximo.

O Inversor Existencial abre mão de convenções sociais como casamentos em cartórios ou igrejas, busca uma relação afetivo-sexual monogâmica, ao invés de dedicar seu tempo para criação de filhos (prole pessoal), visa ter maior disponibilidade para desempenhar tarefas (pesquisas, publicações, serviços voluntários) em prol da coletividade e de maneira qualificada. Desse modo, a assistência prestada pelo inversor, se dá por atacado, beneficiando grande número de pessoas ao invés de uma só.

O posicionamento e retilinearidade perante a técnica tenderá a dinamizar o rendimento existencial do aplicante, dando a possibilidade de queimar etapas da vida que se referem ao lado mais instintivo da personalidade e a eliminação de dúvidas, das hesitações, dos desvios no percurso da vida, das alienações e das influências doutrinárias.

Bruno Delgado é desenvolvedor de sistemas para internet, pesquisador e voluntário do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), que é uma instituição de educação e pesquisa científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária e independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia. Maiores informações no website IIPC.

Prioridades na Sua Vida Intrafísica

Prioridade

Listagem. Eis uma listagem através de perguntas, em ordem lógica, de 18 prioridades essenciais à existência holochacral de minha e sua consciência intrafísica (conscin), segundo os princípios da Conscienciologia e Projeciologia:

  1. Oxigênio. Mantenho, ininterruptamente, minhas inspirações vitais de oxigênio em ambiente troposférico sem excessiva poluição?
  2. Líquidos. Tomo líquidos nutrientes, diariamente, na manutenção do meu corpo de água, o soma, na troposfera deste planeta também de água, a Terra?
  3. Sólidos. Tenho, pelo menos, uma refeição de alimentos sólidos a cada dia?
  4. Fisiologia. Atendo naturalmente a todas às necessidades fisiológicas diárias?
  5. Higiene. Observo permanentemente a minha higiene somática e pensênica?
  6. Sexo. Sigo a biologia humana, através do desempenho diário de minha sexualidade ativa, para ficar livre da carência afetivo-sexual?
  7. Exercícios. Exercito-me fisicamente, com regularidade, a fim de prevenir-me contra o sedentarismo, a inatividade e a desmotivação alienante?
  8. EV. Instalo o estado vibracional (EV) profilático quando quero, a qualquer momento, objetivando manter-me energeticamente compensado?
  9. Profissão. Exerço um trabalho de subsistência econômico-financeira para afastar todo parasitismo interpessoal, grupal ou social?
  10. Discernimento. Coloco o meu discernimento acima de todos os meus talentos, minha boa intenção e minha vontade?
  11. Cultura. Amplio e aprofundo os meus conhecimentos dentro de uma cultura pessoal, desrepressora, interdisciplinar, generalista, planificada?
  12. Parapsiquismo. Reeduco-me quanto às minhas ECs, ou energias conscienciais, aos fenômenos anímicos e aos fenômenos parapsíquicos em geral?
  13. PCs. Produzo projeções conscienciais lúcidas no aproveitamento possível de horas inevitáveis de repouso compulsório do meu soma?
  14. Assistência. Esforço-me para obter a condição, deliberada, de isca intra e extrafísica, energética, assistencial e autoconsciente, em favor de outras consciências?
  15. Tares. Coopero, assistencialmente, com outras consciências através da tarefa multidimensional, sofisticada, do esclarecimento (tares)?
  16. Conduta. Busco princípios pessoais maduros para viver, na qualidade de ser social dentro de uma conduto cosmoética aberta?
  17. Proéxis. Cumpro, pouco a pouco, o meu programa para esta existência intrafísica (proéxis) estabelecido antes do meu atual renascimento humano?
  18. Serenismo. Organizo-me, hoje, objetivando alcançar a condição magna do serenismo consciencial no futuro possível, sendo primeiro um epicon lúcido e, logo depois, uma ser desperto?

A autoconscientização multidimensional (AM) cria o amor perene.

Fonte: VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.; 8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; página 567.

Efeitos do Subcérebro Abdominal

Subcérebro

A expressão do subcérebro abdominal, ou da parte do sistema nervoso instalada na barriga, quando predomina ao longo da vida humana, submete a consciência a manifestações semiconscientes, excessivamente animalizadas e, em muitos casos, constrangedoras. A submissão aos apelos e impulsos subcerebrais geram, por exemplo, a bulimia (comilanças), compras por impulso (modismos) e a anorexia intelectual (aprosexia).

Personalidades. Eis três exemplos de personalidades, quanto à idade biológica, e suas manifestações com base no sistema nervoso abdominal:

  1. O jovem (criança, pré-adolescente, adolescente) que manifesta intolerâncias, agressividade e hedonismo desenfreado.
  2. O adulto que apresenta surtos e imaturidade, por exemplo, ao receber e fazer críticas ou ao sofrer contrariedades.
  3. O aposentado(a) quanto ao trabalho de subsistência que se aposenta também da vida e da produtividade.

Comunicação. Quanto à comunicação, há crescente organização quanto mais se usa o raciocínio (cérebro) e menos a instintividade subcerebral. 

Aqui temos, em ordem crescente de maturidade, três modos básicos de comunicação pessoal:

  1. Subcerebral: falar ou fazer sem pensar; ou parar para pensar só depois de as atitudes terem sido tomadas.
  2. Emocional: falar ou fazer enquanto pensa; ou começar a fazer para desenvolver melhor o que pensa.
  3. Racional: pensar antes de falar ou fazer; ou planejar, organizar e encadear as ações antes de executá-las.

Expressões. A manifestação do subcérebro abdominal é explícita e aparece facilmente nas expressões e ditos populares. Aqui temos cinco expressões relativas ao subcérebro abdominal:

  1. Ter “o olho” maior que a barriga (gula, bulimia).
  2. Pensar que tem o rei na barriga (prepotência, arrogância).
  3. Pensar que seu umbigo é o centro do universo (egocentrismo).
  4. Empurrar a vida com a barriga (desorganização e desmotivação).
  5. Reclamar de barriga cheia (má vontade, mau humor, apatia).

Referência. Na expressão do subcérebro, a barriga é usada como referência, por exemplo, neste três casos:

  1. O homem de abdome avantajado, efeito do consumo imoderado de bebidas alcoólicas associado ao sedentarismo.
  2. O cultivo da musculatura abdominal definida, do tipo “tanquinho de lavar roupas”, para exibir-se no verão.
  3. O uso do piercing no umbigo pelas adolecentes – mais um elemento de sedução. A barriga voltou à moda.

 Daniel Muniz

Fonte

10 Dicas para Otimizar a PENSENIDADE

Pensene

A evolução da consciência é, a rigor, uma evolução pensênica. Não é raro ver pessoas tentando se melhorar apenas do ponto de vista externo e negligenciando sua pensenidade que é íntima. O esforço em qualificar as manifestações da pensenidade (pensamentos, sentimentos e energias) é investimento inavaliável com repercussões em vidas futuras. Segue abaixo 10 dicas resumidas e introdutórias para a melhoria dos pensenes do ponto de vista intrafísico e multidimensional:

  1. Pare de fazer condenações mentais.Um dos tipos mais frequentes de patopensenes é o hábito de, aprioristicamente, julgar e condenar as ações dos outros. Algumas consciências tem muita dificuldade de aquietar e domar esse juiz interno que passa o dia atuando como inquisidor mental. Criticidade é um trafor de avaliação que não irrita e não perturba. Geralmente quem condena é ótimo em ver apenas os trafares alheios e quase nunca as qualidades. Mantenha sua capacidade de análise, contudo qualifique seu psicossoma pois todos cometemos erros (e não “somente os outros”). Rotineiramente, você é daquele que aponta dedos ou estende a mão?
  2. Seja mais complacente com os outros e mais duro consigo mesmo.É muito comum os indivíduos altamente críticos e severos com os outros serem autocomplacentes e até autocorruptos ante seus próprios princípios e “leis”. Ou seja, a mesma rigidez não é válida para si mesmo gerando a famosa expressão: faça o que eu digo mas não faça o que eu faço. Para esse tipo de manifestação vale justamente a regra contrária onde a consciência se educa a “pegar leve” e ser mais compreensível com os demais ao mesmo tempo em que se esforça para ser mais autocrítico. Você tem verbação em tudo o que exige dos outros?
  3. Pare de pensar no que você não quer que aconteça. Focalizar a atenção no que você quer evitar é uma forma direta de evocar situações desagradáveis e de gerar ansiedade. Pare de ficar se angustiando no indesejável já que muitas vezes nada acontece do jeito que você imagina e a experiência mostra que é inteligente não alimentar fantasias sinistras. Segundo a holomaturidade, a condição ideal é o otimismo realista de quem concentra sua energia nas realizações saudáveis e metas evolutivas interassistenciais. Aprenda a apreciar o aqui-e-agora multidimensional e valorize, em primeiro lugar, a autoconfiança cotidiana.
  4. Não se desgaste com o que não pode ser mudado. A ruminação mental com questões inúteis é mais comum do que se imagina. Isto é, o sofrimento desnecessário com questões imutáveis que fogem da sua alçada como, por exemplo, a tristeza ou a depressão por causa de terremotos e acidentes naturais, o lamento por alguém que dessomou (morte),o saudosismo do que já aconteceu (passado), as oportunidades desperdiçadas, entre outros. Se nada pode ser feito, então é inteligência evolutiva não se desgastar sem necessidade. A postura do amparador começa na tranquilidade em interceder apenas no que é cosmoeticamente possível. Interromper as autoilusões é peça fundamental para o autodiscernimento.
  5. Não tente controlar a vida dos outros. Muitas pessoas desperdiçam muito tempo da sua pensenidade buscando cuidar da vida alheia. Essa postura é bem diferente e contrária da interassistencialidade. Procure cuidar mais de si mesmo e da própria evolução ao invés de caçar os trafares alheios. Quem se “preocupa” demais com os outros é bem capaz de interferir, manipular, sabotar ou mesmo assediar para que as coisas saiam do seu jeito. Deixe as pessoas seguirem seu livre-arbítrio, tenha confiança nos amparadores e pare de ser controlador. “Cuidar” dos outros e “esquecer” de si mesmo é uma estratégia, consciente ou inconsciente, de não evoluir. A apriorismose geralmente promove fofocas e interprisões grupocámicas.
  6. Evite evocações negativas. Toda pessoa que ignora os pensenes, as consciexes e a própria multidimensionalidade tende a ser mais propenso as influências patológicas intangíveis. Pelo desconhecimento, há muita evocação inconsciente e negativa para quem vive rotineiramente distraído e incauto. Certos filmes de terror podem assediar pessoas e ambientes, certas músicas evocam a baratrosfera e suas energias nocivas, certos objetos “inocentes” podem ser bagulhos energéticos altamente tóxicos (sem falar em todos os tipos de armas). Cabe lembrar que os pensamentos (pensenes) são a maior fonte de evocação de nível elevado ou patológico.
  7. Avalie se existe algum monoideísmo. Uma pensenidade sadia está livre de ideias insistentes e questões absorvedoras (fixações diversas). Se uma pessoa ou ideia não sai do seu pensamento, provavelmente é o momento de avaliar e se posicionar quanto a existência de um processo autoassediador. Mesmo as situações mais positivas e evolutivamente mais avançadas não devem criar qualquer dependência emocional ou psicológica. Não conseguir deixar de pensar em algo é sintoma de que alguma coisa não está correta. Independentemente do que seja esse monoideísmo, lembre-se que a raiz do problema está em si mesmo. O monoideísmo é evento isolado ou postura rotineira?
  8. Identifique os mecanismos de projeção. Preste atenção e leve a sério quando uma pessoa o irrita e abala suas emoções. Porque você não gosta de alguém submisso, ou então que é arrogante, ou ansioso, ou seja lá qual for seu trafar? Ver no outro aquilo que está em nós (mecanismo de defesa do ego de projeção) é, provavelmente, uma das maiores forças instintuais nos humanos. Trata-se de um mecanismo autodefensivo pois deveria ser: “se você está vendo no outro é porque você não tem aquilo”. Anote os traços alheios que o incomodam e combata os mesmos traços em si próprio. O que há dentro de uma pessoa que só enxerga má intenção nas ações dos outros?
  9. Abra mão da curiosidade patológica. Evite ao máximo todo tipo de curiosidade inútil como, por exemplo, querer apenas saber muito da vida privada (intriga), da vida íntima dos famosos ou detalhes de tragédias e notícias calamitosas. Pelo mundo afora há muitos especialistas sobre futilidades. Ao invés desse tipo de interesse, avalie se não vale a pena transferir sua curiosidade para temas de maior relevância pessoal (autopesquisa), da vida após a morte (projeciologia), condutas e ações (cosmoética), entre outros.Qual o tamanho do desperdício, a médio e a longo prazo, de quem quer saber tudo sobre o desnecessário?
  10. Potencialize sua empatia. A capacidade de se colocar no lugar do outro se chama empatia e essa habilidade é ferramenta imprescindível para a assistencialidade. Quem só pensa em si mesmo tem um grau mínimo ou nulo de empatia. Ao encontrar uma pessoa que você não se dá bem ou que está cheia de problemas, procure colocar-se no seu lugar: sinta-se vivendo na sua família, em seu trabalho, suas condições e assim por diante. Eis que surge a pergunta: o que eu faria em seu lugar? A empatia é um trafor que traz o entendimento e a compreensão ao invés do apriorismo, da raiva e da condenação.

Vale lembrar que a melhoria pensênica deve iniciar pela vontade real e sincera de autoaperfeiçoamento. Toda mudança pode ser feita com persistência e com o tempo devido. Não seja mimado em querer um avanço imediato (“tem que ser agora”) ou apenas do seu jeito (“não aceito nada diferente do que planejei”) caso contrário você não brincará mais de evolução. Mudança pensênica requer tempo só que também não é algo muito difícil e está ao alcance de todos. As grandes consciências tem coragem enquanto as pequenas tem preguiça.

Esse texto traz apenas informações básicas.

Estude! Se aprofunde mais no assunto!

E não acredite em nada. Experimente!

 Por Alexandre Pereira.

10 Dicas para Otimizar a COSMOÉTICA

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Quem almeja utilizar essa existência como ferramenta evolutiva, maximizando todas as potencialidades, é imprescindível o investimento na cosmoética. De que adianta o desenvolvimento projetivo, bioenergético, conscienciométrico ou algum outro ponto se o nível cosmoético permanecer precário ou mesmo inalterado? Segue abaixo algumas dicas resumidas e introdutórias sobre vários aspectos da cosmoeticidade básica ou primordial. A primeira cosmoética evolutiva é ser menos doente.

 1. Pare de ficar se justificando. Há quem não consiga fazer relação entre as justificativas e as autocorrupções. Se o padrão pessoal é “explicar” e “justificar” continuamente suas ações é porque, geralmente, são mecanismos de autossabotagem de quem tenta, inutilmente, convencer primeiramente a si mesmo. Deixe de dar explicações sobre os seus atos e abra mão de querer ser aceito por todos. Entretanto, revise suas posturas e intenções mais profundas, sozinho e de modo sincero, para entender suas expressões emocionais. Porque tenho que ficar comprovando minha cosmoética?

 2. Avalie-se quanto aos mata-burros da sociedade. Os mata-burros da socin ou dificuldades sociais mais sérias se resumem no trinômio sexo-dinheiro-poder. Há indivíduos com problemas nos 3 itens enquanto outros, mais raros, não se “enrolam” em nenhum. Muitos enxergam dinheiro em tudo ou ignoram sua necessidade; outros só pensam em sexo e vivem insatisfeitos ou levam uma vida sexual inexistente; e há quem se perca nos meandros de ter algum poder ou no medo de ter alguma influência. Milhares de dificuldades ou distorções podem ocorrer nesse trinômio. Quais os maiores desajustes atuais, ou já superados, em relação aos mata-burros da socin?

 3. Coloque-se no lugar do amparador. Quando estiver em uma situação problemática ou delicada, coloque-se no lugar do amparador extrafísico e se pergunte: o que um amparador evoluído faria no meu lugar? Desse modo, procure uma percepção ou resposta diferente da habitual, ou seja, uma nova ótica ou novo prisma. Quando se busca esse tipo de empatia é até possível o acoplamento com amparadores que podem transmitir todo tipo de ideias, insights e inspirações pontuais. Os seres evoluídos estão mais preocupados na “solucionática” do que com a problemática.

 4. Aprenda a exercer a vigilância ininterrupta. Um hábito a favor da cosmoética plena é ter atenção contínua quanto às próprias emoções, pensamentos e atos diários. Entretanto, esse estado de lucidez permanente é bem diferente de rigidez ou alienação. Estar vigilante é um modo de manutenção do discernimento sem qualquer pressão ou autocensura constante. Quem avalia a qualidade de seus pensenes e se melhora gradualmente inevitavelmente alcançará a desperticidade. Você ainda sente algum prazer ou satisfação velada em pensar mal dos outros?

 5. Não tenha postura de revanche. Realizar uma revanche, dar o troco, descontar o ocorrido, fazer “justiça”, praticar vingança ou independentemente do termo, é à base de toda assedialidade. Esse traço é o materpensene do assediador e sem o mesmo as relações interconscienciais seriam completamente diferentes. Onde há esse tipo de intenção a cosmoética e os amparadores permanecem distantes. Nenhuma consciência evoluída fica perseguindo ou revidando em seres problemáticos. Na megafraternidade não existe espaço para “acerto de contas”. É possível evoluir aceleradamente sem abrir mão de retaliações tão rudimentares?

 6. Liste as irritações pessoais. Faça uma lista das coisas maiores e irrelevantes do cotidiano que o “tiram do sério”. Dessa forma, entenda a extensão e a profundidade das fissuras que o assediam e que, consequentemente, perturbam os demais. A irritabilidade é reação anticosmoética consigo mesmo, em primeiro lugar. O trânsito incomoda? A política te enraivece? Compreender os mecanismos pessoais é peça fundamental na conquista da pacificação íntima. O entendimento avançado sabe que o discernimento é poder escolher uma reação ao invés de outra. Nas situações de dificuldade, quais as emoções ou sentimentos que você se condicionou?

 7. Negocinho. Quem vive escolhendo o pior e se nivelando pela mediocridade, não tem autoridade moral para pedir ou exigir nada da multidimensionalidade. De que adianta receber muito quando tudo se joga fora? Abrir mão do chamado “negocinho” é o básico para se caminhar em direção da holomaturidade e da egocarmalidade sadia. Dessa forma, reflita se ainda existe esse tipo de comportamento e quais os ganhos secundários que emperram a mudança. Como os amparadores podem confiar em quem ainda se autoprejudica lucidamente?

 8. Elimine hábitos nocivos. Analise sua manifestação e veja se ainda existe algum hábito nocivo ou autodestrutivo que evidencie alguma anticosmoética grosseira. Isto é, faz parte do seu cardápio de intoxicação costumes como o cigarro, álcool e outras drogas? Importante salientar que na época atual em que vivemos o consumismo desnecessário, o sedentarismo e o hábito da pornografia também estão incluídos nesse tipo de nosografia (doença). Todo costume que piora nossa própria condição deve ser extirpada com urgência. Existe alguma conduta que o classifique como suicida lento?

 9. Faça uma listagem das autocorrupções. Faça uma listagem objetiva e real das suas fissuras já conhecidas e de pontos ainda não confirmados (hipóteses). Obviamente, a listagem é um mapa ou uma planilha para nortear suas reciclagens. Escrever suas imaturidades é apenas o primeiro posicionamento e com essas informações você não pode mais se enganar dizendo que “não sabia”. Se autocorromper é dispersar energias, amparadores e a própria programação existencial. Utilize essas informações como um recurso preventivo ou de profilaxia psicossomática. Qual a extensão das autocorrupções e o seu potencial autodestrutivo?

 10. Analise seus erros mentalsomaticamente. Quando cometer um erro, faça uma varredura de suas ações visando o entendimento concreto do que aconteceu. Todos nós temos o paradireito de errar enquanto ignorantes e inexperientes já que se tornam ferramentas para o amadurecimento íntimo. É inteligência evolutiva só se permitir errar por ignorância e nunca por má intenção. Os problemas começam na situação: “sei que é errado, mas…”.Avaliar os próprios erros, mesmo sentindo um “gosto amargo”, é fundamental ao crescimento tanto quanto o “doce sabor” dos grandes acertos.

 Do ponto de vista evolutivo, quanto maior o progresso e o desenvolvimento também maiores serão os novos patamares cosmoéticos. É a cosmoética que diferencia uma consciência elevada de um mero guia-cego, ou seja, alguém que até deseja ajudar só que sem saber como. A rigor, o Serenão é aquele que consegue “respirar” a cosmoética ininterruptamente. O amparador é aquele que percebe o potencial existente enquanto os demais só enxergam um caso perdido.

 – Sugestão de leitura: “Autenticidade Consciencial” – autoria de Tony Musskopf, publicado pela Editares (2012).

Esse texto traz apenas informações básicas.

Estude! Se aprofunde mais no assunto!

E não acredite em nada. Experimente!

 

Por Alexandre Pereira.

Fonte: Consciência Lúcida.

10 Dicas para Otimizar o DESASSÉDIO

Esnobando o assediador

Quando se faz posicionamentos visando o desassédio pessoal, através da cisão de grupos patológicos afins, é comum que ocorra um aumento da pressão extrafísica feita pelas consciências doentias que ficam inconformadas com a mudança de postura. Ou seja, para um desassédio mais sério e trabalhoso ser eficiente, é necessário bancar as cobranças assediadoras, nessa fase de gargalo, que visam que o indivíduo volte atrás na sua decisão. Segue abaixo 10 dicas resumidas para ajudar nessa fase pós-desassédio:

 1. Aprenda a ignorar as queixas. Em um processo de desassédio são comuns as reivindicações, gritarias, queixas, acusações e reclamações gerais. Deixe essas pressões assediadoras entrarem por uma orelha e saírem pelo paraouvido. Maturidade também é saber ignorar sem alteração emocional. Não perca seu tempo argumentando ou discutindo frente a irracionalidade inamovível do assédio. Importante ressaltar a regra de nunca revidar, seja qual for a situação (megafraternidade).

 2. Seu microuniverso é impenetrável. Lembre-se que nada e nem ninguém poderá invadir e perturbar seu universo íntimo se for sua vontade real. A volição (vontade) é o maior poder de sua consciência e você pode manter-se isento por quanto tempo achar necessário. Em hipótese alguma transfira sua autonomia para as mãos de outra pessoa. Não importa o tamanho ou a influência assediadora: você tem a capacidade de se manter intocado e impermeável. Não existe um nível de pressão que seja insustentável.

 3. Aprenda com seus erros, sem culpa. Estar em uma situação de desassédio significa estar superando imaturidades, fragilidades ou fissuras. Não fique remoendo seus erros e o que você “devia” ter feito no passado: o desassédio está sendo feito agora. Estamos nessa série existencial (seriéxis) justamente para superar nossas deficiências. Use seus erros como trampolim evolutivo. Não se lamente do passado e apenas focalize aonde você quer chegar.Erros não são pecados, são aprendizados.

 4. Tenha paciência dobrada com familiares e pessoas próximas. Ao se posicionar em um desassédio profundo e muito sério, é comum amigos e familiares buscarem te irritar e incomoda-lo sem uma “razão aparente”. Isso é o efeito ricochete causado por consciências assediadoras que, por não conseguirem atingi-lo diretamente, usam da distração e da inocência de pessoas próximas para tentar perturba-lo. Não acuse nem fique ressentido com ninguém: apenas mantenha sua postura de harmonia e entenda que eles estão sendo usados sem perceberem a intrusão.

 5. Aumente suas posturas defensivas. Justamente nos momentos mais necessários, muitos acabam negligenciando ou “esquecendo” das manobras energéticas autodefensivas. Para otimizar o autodesassédio, nada melhor do que intensificar, o máximo dentro de suas potencialidades, os recursos energéticos: olve, estado vibracional, encapsulamentos, assepsias energéticas, entre outros. Cabe ressaltar que, entre as posturas defensivas, também tenha atenção redobrada no trânsito e evite atitudes de risco.

 6. Atenção total aos patopensenes. Quando a circunstância de um desassédio ainda está sendo sedimentada (gargalo) é preciso ter atenção máxima aos pensenes tóxicos, as ruminações mentais e as alterações repentinas de humor. A cosmoética sinaliza para não pensarmos mal de ninguém em momento algum, especialmente, quando há assediadores latentes e inconformados com sua perda de influência. Pensamentos inconvenientes devem ser ignorados e, se possível, reparados com trabalho energético.

 7. Mantenha a conexão com os amparadores. Em momentos de pressão extrafísica o contato com os amparadores é feito, principalmente, do ponto de vista da mentalsomática e da assistencialidade. Esqueça orações, pedidos e clamores. Dessa forma, o envolvimento ou a continuação de trabalhos de escrita, pesquisa e tarefas do esclarecimento são fundamentais até mesmo para a homeostase pessoal. Nenhum amparador pratica revanche ou vingança.

 8. Tenha sempre em mente suas metas. Nos momentos de dificuldade, lembre-se de onde você quer chegar e das suas metas que exigem renovação. Visualize suas autossuperações e siga em frente. Nenhum assediador, guia cego ou patopensene externo é capaz de desvia-lo do seu caminho. Com pacificação íntima, deixe de pensar no pior ou no que pode dar errado e focalize sua atenção no que pode dar certo com otimismo e sabedoria de quem sabe que a serenidade está a caminho.

 9. Utilize a técnica da alcova blindada. Se você já aplica a técnica, reforce-a. Para quem não está habituado, o procedimento consiste em fazer estados vibracionais (EV) e exteriorizações energéticas no quarto de dormir a fim de, com o tempo, tornar o ambiente blindado, isto é defendido de energias e consciências entrópicas. Naturalmente, esse recurso exige esforço e tem relação direta com a harmonia conjugal e sexual do casal. Você tem sua casa como um local energeticamente seguro?

 10. Faça atividades físicas e lúdicas. Dependendo do caso, pode ser importante diminuir a carga de trabalho e dar mais atenção a pequenos prazeres e atividades lúdicas com finalidade terapêutica, sem contar que a atividade física também desintoxica e oxigena o corpo físico. Esse tipo de recomendação, associado aos nove itens já listados, produz um efeito mais intenso ao relaxamento físico e holossomático. Exercício físico é importante e certa dose de endorfina só traz benefícios.

  Por Alexandre Pereira | Fonte