Manual de Verbetografia

O Manual de Verbetografia da Enciclopedia da Conscienciologia apresenta, de modo claro e didático, técnicas e metodologias facilitadoras para a criação de verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia e, por esta razão, é dedicado, em primeiro lugar, a qualquer pessoa interessada em participar deste megaempreendimento grupal iniciado em 1998, com base nas pesquisas da consciência sob o ponto de vista multidimensional.

Neste livro acessível e de referência para os futuros e atuais verbetógrafos, os autores buscam explicar, expor, esmiuçar e clarificar o emprego da conformática enciclopédica, apresentando técnicas facilitadoras do aperfeiçoamento conteudístico e do emprego da forma na construção textual do verbete.

Os autores, integrantes da Equipe de Enciclopedistas do Holociclo, procuram trasmitir os atalhos do próprio aprendizado quanto à autocognição verbetográfica hauridos em mais de 10 anos de trabalhos contínuos no desenvolvimento da Enciclopédia.

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A Busca da Felicidade

“Se a nossa vida não tiver nenhum sentido além da nossa própria felicidade, é provável que, ao conseguirmos aquilo que julgamos necessário à nossa felicidade, constatemos que a felicidade em si continua a esquivar-se de nós”.

(Peter Singer)

 Desde a adolescência, vez por outra, fazia certos questionamentos. Afinal, qual a finalidade desta vida? Nascemos, aprendemos a sobreviver, crescemos, estudamos, trabalhamos, casamos, temos filhos e quando pensamos ter uma boa bagagem na vida, morremos.

Qual a razão de acumularmos essa bagagem se tudo vai ser interrompido? Não seria perda de tempo e investimento? Qual o mecanismo que move o universo?

Embora essas ideias me perturbassem de vez em quando e até me entristecessem pela falta de respostas, achava que apesar delas, poderia manter meu equilíbrio e ser feliz. Com três filhos pequenos, a vida era agitada e o tempo para pensar era pouco. Fui sendo feliz à minha maneira. Havia, porém, um “quase” interferindo vez por outra – uma espécie de pano de fundo. Era “quase” inteiramente feliz.

Dá para entender isso? Sei, é complicado. Tinha excelente saúde, amava meu marido e meus filhos e o resto da família. Era amada por eles, tinha boa situação financeira, minha casa era aconchegante e costumava ser tranquila, não tínhamos grandes desentendimentos. Tudo corria bem, mas algo dentro de mim sinalizava a falta de alguma coisa e eu não tinha a mínima ideia do que seria, nem de onde encontrar. Era uma espécie de vazio e provocava certa melancolia. Mas como preencher esse vazio existencial se não sabia sequer defini-lo, situá-lo?

Tinha alguns objetivos, algumas metas a serem alcançadas, mas elas se restringiam a esta vida intrafísica e isso tornava tudo sem sentido. Na época, eu não tinha o conhecimento para chegar a uma conclusão dessas.

Não era capaz de enxergar o processo de evolução do homem, a sua continuidade, vida após vida, na construção de si mesmo. A infinita responsabilidade para conosco mesmos ao tomar nossas decisões. Hoje, de posse dessas informações consigo ficar mais serena, menos instável.

Para chegar ao meu conceito atual de felicidade foi preciso entender a unidade indissolúvel representada pelo pensamentos, os sentimentos e as energias. Não há possibilidade, por exemplo, de se ter um pensamento sem que associado a ele estejam um sentimento e um fluxo energético. O mesmo serve para outras combinações: não há ação ou mobilização das energias sem ter pensamentos e sentimentos por detrás. E o ponto mas importante é o predomínio do equilíbrio dos três elementos. Em determinados momentos, precisamos estar com a balança pendendo para um lado, mas logo voltar ao centro.

Não podemos somente pensar na parte intelectual, sem buscar a maturidade emocional, nem nos entregarmos aos sentimentos sem valorizar os pensamentos e as energias, tampouco permitir que o corpo físico seja o centro de tudo. A harmonia unindo os três representa um gerador de felicidade.

Quem está equilibrado e feliz, pela lei da afinidade, desfruta boa companhia e um ambiente sereno. É igual a uma bola de neve. Quanto mais pensamentos e sentimentos harmoniosos e positivos, mais você percebe  recebe à sua volta os mesmos padrões de energia.

Você é capaz de perceber claramente que a responsabilidade sobre a sua felicidade advém das suas próprias ideias e dos sentimentos gerados por elas?

A falta de clareza a respeito do significado da felicidade é o problema. Somos puxados pela agitação do mundo moderno e não costumamos parar para pensar a respeito de coisas mais profundas, por exemplo, aquilo que dá sentido a nossa vida.

Você pode argumentar: – Com esse contexto no planeta, posso ser feliz?

Desde muito, se sabe: a felicidade é um estado subjetivo, portanto depende mais da maneira que você encara o meio em que vive do que dos acontecimentos em si. Há pessoas vivendo onde outras chamam de paraíso e, no entanto, não são nada felizes. Já outras, ao contrário, suportam condições bastante difíceis e se consideram satisfeitos, realizado em suas aspirações. O que as diferencia é o entendimento do mecanismo da vida. 

Engraçado, todos sonhamos ter saúde, amor, dinheiro e prazer, mas esses itens, embora muito importantes, não são suficientes para tornar realmente uma pessoa feliz. É preciso mais.

A maioria das pessoas confunde a consequência com a causa da felicidade. As pessoas felizes têm saúde, prazer, amor, dinheiro suficiente para viver porque isso é o efeito do equilíbrio íntimo no qual ela se encontra, e não a causa, a origem da sua felicidade. 

Confunde-se ter com o ser. O dinheiro passa a representar a condição para ser feliz. Ou o amor, ou a saúde. Na verdade a felicidade pertence ao nosso recanto mais íntimo (onde nascem os nossos pensamentos e sentimentos) e de onde vem o equilíbrio capaz de motivar alguém a encontra a sua felicidade. Logo, felicidade é algo, a princípio, autoproporcionado, não depende dos outros. Também não é representada somente pelo que temos, mas pela maneira que reagimos ao fato de ter ou não ter, ser ou não ser. 

Incute-se nas pessoas que a felicidade é algo vindo de fora – se elas tiverem sorte. Ninguém diz: a sorte é você quem faz, inicialmente, dentro da sua cabeça. E pode dar trabalho, mas vale a pena.

Vou fazer uma coisa inusual, a qual nenhum autor experiente faria, é claro, – encerrar o capítulo do modo que iniciei – usando uma frase de Peter Singer:

“Muito poucos, dentre nós seriam capaz de encontrar felicidade ao decidir, deliberadamente, desfrutar da vida sem se preocupar com ninguém ou coisa alguma. Os prazeres que então obteríamos pareceriam vazios, e logo nos fartaríamos deles. Procuramos um sentido para nossa vida que vá além de nossos prazeres e encontramos alegria e satisfação em fazer as coisas consideradas dotadas de sentido”.

(Peter Singer)

Capítulo retirado do livro “Sem Medo da Morte” (Vera Hoffmann)

A morte física é, ainda hoje, motivo de sofrimento, medo e incompreensão para a maioria das pessoas, gerando desconforto ao se tratar esse tema.A partir de esclarecedor e tocante depoimento, Vera Hoffmann demonstra, através de suas experiências multidimensionais, ser a morte biológica mera ilusão.Com bom humor e delicadeza, a autora nos convida a partilhar da caminhada em busca do conhecimento quanto à continuidade da vida.Sem Medo da Morte desmistifica essa temática e evidencia a importância do parapsiquismo-em especial da projeção consciente – instrumento de autopersuasão quanto à verdadeira natureza da consciência, seus veículos de manifestação e da realidade da vida e da morte.

Racionalidade

Brain

Definição. Racionalidade é a qualidade do racional, do lógico, a capacidade de avaliar pessoas, objetos, ambientes e fatos sob a ótica predominante do mentalsoma, ou dos atributos mentais.

Sinonímia. 1. Calculismo cosmoético. 2. Destreza mental. 3. Lógica. 4. Mentalsomaticologia 5. Criticologia. 6. Imperturbabilidade.

Autoenfrentamento. O autoenfrentamento e a superação do emocionalismo envolvem o fortalecimento do atributo antípoda, a racionalidade, mesmo durante os rompantes emocionais e surtos de imaturidade característicos das fases de transição.

Estratégia. A estratégia de superação das imaturidades e excessos baseia-se em minimizar a importância das emoções instintivas nas priorizações evolutivas, agregando valor às produções e condutas mentaissomáticas.

Autodisciplina. O investimento disciplinado nos estudos, com objetivo determinado e concentração mental é poderoso aliado na extinção do emocionalismo.

Autopesquisologia. Pela Autopesquisologia, é útil esgotar o estudo do emocionalismo no universo intraconsciencial, analisando os trafares até as últimas consequências e identificando as raízes e os fatores desencadeantes das imaturidades emocionais.

Trafor. Além do enfoque direto no problema, há o enfoque da superação do trafar através do trafor. Deslocando  a prioridade das emoções na vida diária para o mentalsoma, a consin alimenta os trafores e desnutre os trafares, sendo forçada a mudar os hábitos inúteis e as pensenizações viciadas.

Reflexão. Outro ponto importante é a expansão das reflexões da conscin, motivadas pelo estudo de obras selecionadas, de acordo com os próprios interesses. A reflexão gera racionalidade e a racionalidade gera reflexão. A leitura não será útil se não for acompanhada pelo aprofundamento das reflexões e das associações de ideias.

Autodomínio. Com o tempo e investimento, a conscin não se sente mais escrava dos impulsos subcerebrais e nem frágil ante os fatores desencadeadores dos descontroles emocionais. Não há desesperança ou o medo do fracasso. Os antigos fatores predisponentes ao emocionalismo não incomodam mais e nem são considerados ameaçadores. Surgem o autodomínio e o bom humor.

Trechos tirados do livro Contrapontos do Parapsiquismo (Cirleine Couto) 

Emocionalismo

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Definição. Emocionalismo é o comprazimento pelo exagero emocional, a vivência e a tendência da conscin para analisar pessoas, objetos, ambientes e fatos a partir do psicossoma (corpo emocional), tornando este veículo de manifestação predominante em relação aos demais, obscurecendo o autodiscernimento e a racionalidade.

Sinonímia. 1. Cosmocionalismo. 2. Emotividade exagerada. 3. Sentimentalismo lacrimogênico. 4. Monopólio do cardiochacra. 5. Ansiosismo. 6. Antidiscernimento.

Taxologia. Eis alguns exemplos e situações relacionadas de atitudes conscienciais derivadas do emocionalismo, favorecedoras do assédio interconsciencial:

Ansiedade. O ansiosismo; a precipitação; a impulsividade; os chiliques; os pitis; a tremedeira; a taquicardia; a impaciência; a supremacia do cérebro abdominal; os transtornos alimentares; os brancos mentais; o ato de falar sem pensar; a dificuldade de ouvir; a riscomania; os esportes radicais; a cleptomania; a inquietação somática;o desejo de ter tudo para ontem.

Egoísmo. A necessidade de reconhecimento; o egocentrismo; o desejo infantil de ser o centro das atenções; o egão edemaciado; a falta de disponibilidade pessoal; o hedonismo; o orgulho; a vaidade.

Mágoa. As suscetibilidades; os cotovelomas; a raiva; o ódio desmesurado; o rancor surdo; a hipersensibilidade imatura; o ato de virar a cara para alguém; as fofocas; a máscara da dissimulação; a necessidade de tirar satisfações com os outros; a vingança tardia; o plano vingativo detalhado ao longo de anos; as inimizades seculares.

Vaidade. A cabotinice; o ato de se considerar superior aos outros; o egão-sol; o curriculum vitae obeso; o autor-estrela; a aula-show; as passarelas; as seduções holochacrais anticosmoéticas; o anseio por ofuscar o brilho dos outros.

Trechos tirados do livro Contrapontos do Parapsiquismo (Cirleine Couto) 

Recomendo!

EQM: Experiência de Quase-Morte

EQM - Mudança de Paradigma

O que é a Experiência de Quase-Morte (EQM)?

A experiência de quase-morte (EQM) ou near-death experience (NDE) é um tipo de projeção da consciência, forçada, compulsória, patológica, que decorre, geralmente, de traumas orgânicos causados por agentes físicos, químicos ou psicológicos. É comum a pacientes quase terminais, sobreviventes da morte clínica. Ocorrem em situações de perigo extremo, tais como: acidentes, intoxicação, traumatismo, choques durante anestesia, afogamento e outros casos médicos. Este fenômeno aparece em várias culturas ao longo da história da humanidade. A partir do Século XX recursos financeiros e tempo de pesquisa científica mundial vêm sendo empregados para explicá-lo.

Que tipos de relatos são feitos por quem experimenta a EQM / NDE?

Nos relatos parece haver uma sequência das seguintes etapas: impressão de flutuar acima do próprio corpo percebendo as pessoas ao seu redor, sensação de paz, visão panorâmica retrospectiva da própria vida, intensidade vívida de certas emoções e percepções. Pode surgir a impressão de entrar por um túnel (efeito-túnel) em cujo final surge um “ser de luz”, referência variável que depende dos arquétipos religiosos, culturais ou filosóficos da pessoa. A fronteira entre as duas dimensões ? física e extrafísica ? é marcada como se fôsse o limiar entre a vida e a morte. Estas são as descrições mais características das experiências de quase-morte / EQM.

Quais as consequências psicológicas sobre o comportamento de quem experimenta o fenômeno da projeção de quase-morte?

Profundas alterações comportamentais ocorrem com os indivíduos que vivenciaram a EQM: mais de 90% das pessoas que rememoram a experiência mudam para melhor, perdem o medo da morte (tanatofobia), passam a dar mais valor à própria vida com respeito à dos demais e fazem uma reperspectivação da atual existência física (reciclagem existencial). Enfim, há um grande despertamento e amadurecimento consciencial.

Como a Medicina explica a EQM e qual o papel da Projeciologia nesta discussão?

Embora a EQM ocorra durante situações traumáticas, o fenômeno natural benigno deveria ser pesquisado pela Medicina sem qualquer tipo de “pré-conceito”. Desde que pesquisadores de diversos países passaram a analisar e discutir as EQMs de modo mais abrangente, a própria Medicina e as neurociências tem sido forçadas a repensar a morte e a possibilidade de sobrevivência extrafísica da consciência. No entanto, ainda hoje, há cientistas que adotam abordagens superficiais tais como a memória genética, a diminuição da oxigenação cerebral (hipóxia cortical) ou associam a experiência à imaginação e a recordações do nascimento biológico, hipóteses que não fornecem uma explicação satisfatória para o fenômeno. A Projeciologia estuda todas as formas de projeção da consciência para outras dimensões. A EQM / NDE é apenas uma delas. No Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) há cursos sobre o tema sob a ótica universalista das neociências.

Qual seria a literatura ideal para o grande público compreender e adquirir mais informações objetivas sobre a EQM / NDE?

Nos EUA, o médico psiquiatra Dr. Raymond Moody Jr. escreveu alguns clássicos da literatura projeciológica que se tornaram best-sellers em todo mundo. Nos EUA existe uma revista científica sobre o fenômeno chamada “NEAR-DEATH Studies” cujos artigos são escritos por pesquisadores do tema. Há também um pediatra americano, Dr. Melvin Morse, que participou do IV Congresso Internacional de Projeciologia (IV CIPRO) realizado no Brasil em 2008 pelo IIPC que vem pesquisando de modo pioneiro as EQMs em crianças. O diário projetivo publicado pelo médico brasileiro Waldo Vieira (1932- ) Projeções da Consciência (1981) é a obra pioneira no Brasil. Para os estudiosos, o tratado proposto por Vieira (1986) ? Projeciologia ? Panorama das Experiências da Consciência fora do corpo Humano ? é a referência bibliográfica mundial mais completa sobre o tema, até o momento.

Qual a contribuição da Projeciologia para o estudo deste fenômeno?

A Projeciologia, nascida no Brasil a partir do trabalho de Vieira, projetor experiente e pesquisador da consciência, têm sido a mais expressiva contribuição no estudo dos fenômenos projetivos. Além do pioneirismo de uma proposta brasileira para esse campo instigante, a pesquisa historiográfica e a organização da metodologia científica para o estudo das projeções da consciência espontâneas e voluntárias sadias, vieram preencher uma lacuna existente nessa área de pesquisa, no Brasil e Exterior.

http://www.iipc.org.br/faq/eqm.php

Experiência Fora do Corpo

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Projeção da Consciência (PC) / Experiência Fora do Corpo (EFC)

Projeção astral é a mesma coisa que projeção consciente?

O termo científico usado no IIPC é Projeção da Consciência. Dizer simplesmente projeção astral, além de empobrecer o sentido real da experiência, romantiza demais o assunto que já deixou de ser tratado como brincadeira ou misticismo em todo o mundo. Quanto ao interesse que a projeção consciente desperta, temos notado que ao longo dos anos, as pessoas estão bem mais dispostas a buscar uma explicação lógica, científica, livre de conotações místicas para um fenômeno que elas próprias vivenciam, até então, sujeito às mais diversas definições. 

Então, o que vem a ser uma Projeção da Consciência?
É a saída da consciência do corpo físico. Veja bem, entendemos que CONSCIÊNCIA, seja o próprio Ego, a personalidade, a individualidade. Podemos chamá-la alma, espírito, não importa. O que realmente interessa é que essa consciência deixa o corpo físico pelo menos uma vez a cada noite e age na dimensão extrafísica. O objetivo da Projeciologia é oferecer técnicas para se conseguir projeções lúcidas, conscientes ou seja, que o projetor saiba que está fora da dimensão física e do estado de onirismo (sonhos) e que pode exercer atividades e atuar ali. 

O que é Projeciologia?
É uma ciência cujo objeto de estudo é a consciência e sua manifestação em três estados; físico, extrafísico e projetado, dando maior enfoque ao fenômeno da projeção consciente como auto-revelação científica. Todas as implicações que esta saída da consciência tem, são analisadas na teoria e na prática. Além do estudo da projeção, a Projeciologia se encontra dentro de um âmbito maior de pesquisa que é a Conscienciologia. Podemos dizer que a primeira é a parte prática da segunda. Em ambas, a Cosmoética é sempre o aspecto mais importante. 

O que a projeção da consciência tem a ver com a Cosmoética?
A Cosmoética é um conjunto de leis que rege o universo. Tudo que fazemos e pensamos está diretamente relacionado com ela. Podemos ter atitudes mais ou menos cosmoéticas. Quando passamos a dominar a projeção consciente, quando estamos lúcidos na dimensão extrafísica, temos condições infinitamente maiores de analisar os nossos próprios atos e pensamentos. O estudo da Projeciologia faz uma revolução nos valores humanos porque descondiciona, desperta e liberta a pessoa de suas próprias limitações. 

Não há perigo em sair do corpo?
Aparentemente não, pois todos nós temos esta experiência pelo menos uma vez durante cada noite de sono. Existe muita especulação em torno do assunto e há muita gente que faz questão de que isso continue inacessível à maioria. Nosso compromisso é justamente pesquisar para responder ao maior número de dúvidas que surgem nesse campo. 

Vocês também dão cursos sobre bioenergias, correto? O que elas têm a ver com a projeção consciente?
No nosso curso “Bioenergias sem Muros”, que é realizado em todo o Brasil, de preferência em locais arborizados como parques e praças, apresentamos uma abordagem prática com técnicas que permitem ao aluno “sentir” as suas próprias energias, além das bioenergias da natureza. Essas técnicas foram organizadas pelo consenso de toda a equipe de professores do IIPC. É preciso que a pessoa entenda a bioenergia como um fator natural, presente em qualquer processo humano e que aprender a utilizá-la só traz benefícios. 

O que você diria a uma pessoa que está passando por esta experiência e sente medo ou insegurança para controlá-la?
O medo é o fator mais comum nesses casos e somente o entendimento dos processos bioenergéticos permitirá controlá-lo, além, é claro, do esclarecimento. Estude bastante e aproveite suas experiências projetivas para visitar outras dimensões. Com isso perderá o medo da morte e todos os outros medos que costumam assombrar e frustrar as nossas melhores descobertas. Acima de tudo, tenha suas próprias experiências, se auto-analise. Procure o endereço do IIPC mais próximo de você, para conhecer o nosso programa de cursos que esclarecerão as suas dúvidas. 

http://www.iipc.org.br/faq/efc.php