Recéxis – Reciclagem Existencial

Reciclagem Intraconsciencial

O que é recéxis?

A recéxis, ou reciclagem existencial, é o conjunto de ações técnicas tomadas pela pessoa para renovar sua vida e obter o maior nível de completismo existencial possível, após ter incorrido em um ou mais desvios de proéxis (proéxis = programação existencial).

Quem pode aplicar a recéxis?

Este recurso evolutivo é adequado para a conscin que anseia reciclar a existência e começar a priorizar a proéxis já na adultidade, ou ainda adolescente, mas possui algum impedimento quanto à invéxis. Recéxis não é “prêmio de consolação” para quem não é inversor; é uma técnica que exige dedicação, despojamento para renovações, um reconhecimento de que as escolhas que fez e a trajetória realizada até o momento precisam ser mudadas.

O que o reciclante procura com a recéxis?

O reciclante procura, através da virada de mesa, recuperar o tempo perdido e minimizar as conseqüências do período em que desempenhava atividades secundárias e/ou divergentes quanto à programação existencial. Além de rever os traços pessoais deficientes e o porão consciencial remanescente, é fundamental arrumar a bússola existencial buscando melhorar o desempenho da assistência.

Que postura adota o reciclante existencial?

As renovações envolvem todos os planos e ações da vida, principalmente a mudança intraconsciencial, envolvendo os pensenes, os hábitos e a cosmoética pessoal. Para se adaptar às mudanças, o reciclante precisa de maior esforço e determinação, buscando superar as rotinas obsoletas, conciliando compromissos sociais e familiares, inevitáveis e necessários à proéxis.

Pode falar um pouco sobre a invéxis e a recéxis?

A invéxis é uma escolha, a recéxis é, em muitos casos, uma imposição da própria vida humana, reajuste indispensável para colocar em prática o curso intermissivo. Não é uma imposição externa, mas íntima, gerada por saturação e equívocos e vontade sincera de reavaliar e reciclar a própria vida.

O que diferencia o inversor do reciclante?

O inversor existencial pode optar pela recéxis, por exemplo, quando escolhe a maternidade ou a paternidade, em algum momento da sua vida. Já o reciclante não tem mais possibilidade de optar pela invéxis nesta existência. O tempo já passou, as oportunidades já não são as mesmas de antes, as possibilidades de reciclagem são diferentes do inversor, pois assumiu compromissos dispersivos à proéxis (muitos deles irreversíveis) ou, caso ainda não os tenha, já consolidou hábitos patológicos na fase adulta piores do que estes compromissos divergentes da proéxis.

Porque a invéxis é mais avançada do que a recéxis?

Porque a conscin começa no rumo certo da proéxis, desde a juventude, não significa que o inversor seja mais evoluído comparado ao reciclante, o que interessa é o saldo da ficha evolutiva. A invéxis é profilática perante a vida intrafísica, prevenindo erros e vícios difíceis de corrigir na fase adulta. A disponibilidade para a execução da proéxis é integral, ou seja, não há comprometimentos impeditivos ou inibidores das decisões e ações. Neste sentido, os inversores tem mais responsabilidade com os resultados da aplicação técnica ao final da vida, já que as condições são mais favoráveis.

Quando ocorre a recéxis?

A recéxis é terapêutica, pode ocorrer devido a arrependimento, ato anticosmoético, omissão, acomodação, desvio de proéxis, autocorrupção. Há vários compromissos que não podem ser ignorados, sendo necessário rever as possibilidades no atual contexto de vida. É preciso que cada um, inversor ou reciclante, avalie em si como se sente em relação às duas técnicas evolutivas.

Em que consiste a recéxis?

A prática da recéxis consiste nas alterações para melhor do “lado de fora” da estrutura consciencial. Estas exorreciclagens, ou práticas de recéxis, são exemplificadas pela mudança de base física, organização da vida pessoal, dedicação ao autodidatismo e outras ações intrafísicas que possam contribuir para o desempenho da proéxis ou predispor o reciclante existencial às reciclagens intraconscienciais, ou recins.

A recéxis pode predispor a recin como é isso?

Segundo Marta Ramiro, no decorrer do uso da técnica da recéxis, no caso do pré-serenão vulgar, na maioria dos casos, em primeiro lugar surge à prática da recéxis (mutações exteriores ao microuniverso consciencial) e depois, surgem as recins (mutações intraconscienciais). Sem recin (aprendizado, ou “cair a ficha e completar a ligação”), a técnica da recéxis não se fixa; pois, a pessoa pode retornar aos hábitos antigos. Por isto, praticante da recéxis precisa impulsionar o esforço pessoal, para atingir os objetivos almejados.

Quais os objetivos da recéxis?

O objetivo mais importante para o reciclante existencial é atingir o completismo existencial; cumprir a programação existencial e, ainda, atingir o estado de desperticidade.

Como saber a minha proéxis para chegar ao completismo existencial?

A questão é: “qual é o replanejamento existencial para esta vida humana que, no seu caso é necessário, para você atingir o estado de desperticidade?”

Voltando a afirmação anterior: a técnica da invéxis e da recéxis foram criadas para facilitar o acesso ao completismo existencial; então, surge outra questão: qual especialidade da Conscienciologia constitui a diretriz básica da sua programação existencial? Ou seja: você chegará ao estado de desperticidade, por meio de qual especialidade da Conscienciologia? Que replanejamento de vida essa especialidade exigirá de você? Quais são as suas prioridades evolutivas?

As prioridades da evolução são personalíssimas do ponto de vista público de interesse. Em decorrência do passado, há quem tenha maior vínculo com grupos de consciências extrafísicas: bélicas, ou religiosos, ou políticos; enfim, qual é o grupo mais numeroso, no seu caso particular?

            Fica claro, portanto, que a proéxis foi elaborada conforme os talentos, as qualidades, da consciência, trazidos de vidas anteriores. Mas, há fissuras da personalidade, que precisam ser sanadas.

            E ainda, no decorrer da existência humana, surgiram oportunidades de você realizar um curso, ganhar um livro, fazer uma viagem, totalmente, fora das suas pretensões. Só que esses “recebimentos” são úteis no desempenho da proéxis. E, por fim, cada pessoa tem motivação para estudar determinado assunto, determinado tema. Qual é a “matéria” que desperta seu interesse?

            Seja qual for a especialidade escolhida, a técnica da recéxis só produzirá efeitos se for vivenciada, praticada, experimentada.

Bibliografia: Inversão existencial pag. 71, 72.
Artigo: Técnica da Recéxis – Marta Ramiro.
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Motivos para a RECÉXIS

Marta Ramiro, voluntária da Conscienciologia

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A realização da proéxis inevitavelmente traz mudança para melhor na vida do reciclante existencial, faz a consciência modificar-se, porque ela precisará romper com os vícios, trocar hábitos nocivos pelos salutares, abandonar a zona de conforto e dedicar-se às superações pessoais, que são inerentes ao processo evolutivo.

Para cada caso a ser realinhado, há uma técnica adequada, que não pode ser generalizada. Nos exemplos relacionados a seguir, parte foram vivenciados por mim e os outros foram observados de práticas alheias:

01. Autoassédio: é a condição do ser humano que se torna vítima de si mesmo, sentindo-se culpado ou deprimido por algum motivo sem importância; mas, amplamente valorizado por ele próprio. É portador de baixa autoestima, é medroso, é inseguro. É um sabotador de si mesmo.

Técnica sugerida: identificar e usar as qualidades pessoais desenvolvidas, sem negligenciar a modificar os próprios defeitos. Ninguém tem só defeitos, nem você, nem os outros. Além disso, você nunca perde quando intensifica a desassimilação das energias conscienciais antipáticas.

02. Belicismo: é a expressão de agressividade no modo de agir e ao falar, tem sempre pensamentos de vingança e justiça, está sempre pronto para combater o inimigo, reage de modo instintivo, irrita-se com facilidade e não leva desaforo para casa.

Técnica sugerida: agir ou interpretar a situação de outro modo, para interromper o automatismo, para acabar com a irritação. Por exemplo: evite brigar com quem é especialista em “rodar a baiana”, porque você perderá seu tempo, será vencido e não conseguirá ensinar nada de bom para ele. É claro que a situação mais adequada é o diálogo educado, o esclarecimento pontual para que o outro se conscientize da importância de abandonar para sempre as armas. A alteração para melhor das próprias intenções, associada às práticas energéticas diárias ensinadas nos cursos presenciais da Conscienciologia, contribuem de modo significativo para agilizar o equilíbrio emocional.

03. Bulimia ou anorexia: é a ingestão excessiva ou escassa de alimentos, o que sugere descaso com o uso do corpo humano e com a realização da proéxis. São tipos de autocídios inconscientes. Na maioria dos casos, a conscin não se importa ou valoriza excessivamente a aparência física.

Técnica sugerida: conscientizar-se da gravidade do problema e procurar resolvê-lo. Em ambos os casos, os resultados dos exames laboratoriais solicitados pelo médico, facilitarão a prescrição alimentar do nutricionista; você é uma consciência que precisa do corpo físico para atuar nesta dimensão humana. Por outro lado, selecione alimentos de que seu organismo necessita e não aqueles dos quais você gosta. Seja persistente na reeducação alimentar, até conseguir implantá-la em definitivo na sua vida.

04. Crise existencial: período que surge após um forte impacto emocional, gerando decepção, desânimo, depressão, fragilização, frustração da conscin. A crise pode surgir da inexperiência, teimosia, fase intermediária do período tentativa-erro (mitridatismo das invirtudes fossilizadas), demorando mais ou menos tempo para ser superada.

Técnica sugerida: relacionar os sucessos alcançados, entender que você passou por situações difíceis antes. Identifique a habilidade usada para superar as crises anteriores. Se for o caso, use a técnica de tentativa e erro até acertar; ou ainda, conversar com um amigo ou alguém que veja o problema de um ângulo diferente do seu. Lembre-se de que você é uma consciência usando um corpo biológico, que será descartado com o tempo.

A evolução exige criatividade útil.

05. Depressão: é o estado afetivo de tristeza, melancolia, desencorajamento devido a decepções, fracassos, estresse, inexperiência de vida. Há casos em que a conscin usa roupas escuras e prefere isolar-se do convívio social.

Técnica sugerida: conforme a situação, não se pode dispensar a ajuda dos profissionais de saúde (médico, nutricionista, psicólogo e psiquiatra). Porém, se a conscin tem condições de resolver esse problema poderá iniciar pela postura física. Ao manter o corpo ereto, psicologicamente ficará predisposta a pensar de outro modo, de outra forma. O próximo passo será escolher roupas de cores diferenciadas e aprender a rir dos próprios atos falhos.

06. Descapitalização: é a inabilidade ou algum tipo de patologia que dificulta a conscin organizar o orçamento pessoal. Pode viver endividada durante décadas; é como se fosse normal “desfilar” entre os credores. O travão financeiro merece atenção da conscin desleixada, porque existem seres humanos que nasceram em famílias em condições financeiras precárias e superaram essa condição: “se um pode, os outros também podem”. O dinheiro é importante na realização da proéxis, pois o investimento nos cuidados com a saúde, aquisição de livros, viagens (turismo intelectual), participação em cursos, aprendizado de novos idiomas exigem dinheiro: e isto é responsabilidade pessoal.

Técnica sugerida: identificar o principal motivo dos gastos excessivos e cortá-los, aprender a usar o dinheiro naquilo que é prioritário para a sua evolução, fazer e cumprir o orçamento pessoal a cada mês. Você precisará usar a disciplina e a persistência, que são grátis. Ao surgirem os primeiros resultados, você estará motivado para estudar e investir em aplicações diversificadas.

 07. Desvalorização do parapsiquismo: é o desprezo pelas vivências das próprias percepções extrafísicas; em que a conscin se fixa nos limites de percepção do corpo biológico. Na realidade, a conscin prefere não assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento e vivências parapsíquicas pessoais e mantém-se dependente das informações extrafísicas de alguém, que considera ter maior desenvoltura das parapercepções do que ela. Essa ignorância pode levá-la a cometer atos prejudiciais contra si própria. Por exemplo: a conscin está bem fisicamente, mas, quando surge um desconforto estomacal repentino, característico de um acoplamento com energias antipáticas, ignora essa condição e medica-se sem necessidade, porque interpretou o mal-estar de modo errado, equivocado. Esse ser humano ainda não se conscientizou de que o uso do parapsiquismo lúcido e cosmoético é instrumento útil no desempenho da proéxis.

Técnica sugerida: assumir que você está inserido na multidimensionalidade fulltime e, independente da sua vontade interage com outras consciências. Procure identificar o padrão que predomina no seu cotidiano: bem-estar, mal-estar, ponderação, irritabilidade: na maior parte do tempo, você é assistente ou assistido? As práticas diárias do Estado Vibracional fornecem resultados a curto, médio e longo prazos; além disso, funcionam como estímulo para o desenvolvimento de outras modalidades de parapsiquismo: a clarividência, a clariaudiência, a captação de ideias, a “impressão” de estar junto de consciexes ou vê-las (parapsiquismo impressivo). Com o tempo, você se interessará em praticar assistência diária por meio das energias conscienciais (tarefa energética pessoal), até conseguir instalar a oficina extrafísica; e assim, de modo paulatino e esforçado, irá sentir-se cada vez melhor consigo mesmo e com os demais.

08. Fanatismo religioso: é a conscin crédula, que tem a ideologia religiosa como verdade absoluta e quer impô-la a outrem. O zelo excessivo a torna capaz de fazê-la tomar atitudes extremistas e intolerantes, comparável a um ditador. Inteligentes e mal intencionados, fazem discursos falaciosos e distorcem a realidade a seu favor egóico, conseguindo atrair grupos crédulos, compadecidos pela sua fala predominantemente emocional.

Técnica sugerida: o primeiro passo é a conscin querer abandonar essa condição patológica. Se necessário, consultará médico, psicólogo ou psiquiatra para avaliação e recuperação da saúde física e mental.

O aprofundamento do uso da técnica vem com a Consciencioterapia, que se vale das técnicas criadas pela Conscienciologia, para predispor a consciência à autocura: objetiva atingir o fator de origem do desconforto do paciente. Nesse caso, os grupos de consciexes doentes também são assistidos, facilitando a ampliação da lucidez do paciente que, após o tratamento, poderá raciocinar com mais clareza e tomar decisões quanto a próprio destino.

09. Politicagem: é o conjunto de atitudes da conscin, para obter vantagens não merecidas, seja para si ou para um grupo. São as trocas de favores com privilégios, as conquistas advindas das manipulações, enfim: abatimentos ilegítimos sobre o aspecto ético ou moral da negociação.

Técnica sugerida: o interesse, estudo, entendimento, compressão, vivência da ética; e, se possível em paralelo com a cosmoética são os passos iniciais para as reciclagens necessárias nesse momento evolutivo. As qualidades: persistência, determinação, disciplina e esforço pessoal não podem faltar na extinção dos valores anacrônicos, impedidores da evolução pessoal.

10. Preguiça mental: é o estado de prostração e moleza para pensar, exercer a capacidade de raciocinar. A conscin torna inoperante, ocioso o mentalsoma, tornando-se dependente das ideias, opiniões e criatividade de outrem.

Técnica sugerida: entender que o grau de conhecimento varia de conscin para conscin; ninguém sabe tudo. Desenvolva as atividades compatíveis ao seu grau cognitivo e se esforce para ampliá-lo cada vez mais. A falta de dinheiro não é desculpas para não estudar; porque o enriquecimento da memória pode ser feito com as consultas às bibliotecas, com o seu exemplo de vida, conversas com amigos e informações disponíveis em jornais, por exemplo.

11. Síndrome: é a reunião de sintomas e sinais caracterizadores de determinada patologia, gerados por uma ou mais causas inespecíficas. No meu caso, vivenciei dois tipos de síndrome: a síndrome da dispersão consciencial e outra a que denominei síndrome do emburrecimento.

A síndrome da dispersão consciencial é o tipo de patologia em que a conscin se dedica diariamente, de modo automático e prioritário, à realização de uma série de atividades secundárias ou terciárias à realização da proéxis. Com essa falta de lucidez associada à autodesorganização, dissemina seus esforços, perde energias conscienciais, minimiza a produtividade útil, enfraquece a parceria com os amparadores da tarefa principal, perde as companhias evolutivas e caminha para a incompletude da proéxis.

Técnica sugerida: escrever as todas as ocupações desenvolvidas no cotidiano pessoal, identificar e selecionar qual delas está habilitada a desempenhar e poderá ajudar maior número de consciências. Para isso, reconhecerá as qualidades pessoais, as experiências de vida, as superações concretizadas, para informar quem precisa ultrapassar esse gargalo.

A síndrome do emburrecimento é a dificuldade de a conscin lembrar informações evolutivas teóricas e vivenciais desta vida humana, devido à série de impactos emocionais causadores da sensação de possuir um espaço vazio no interior da cabeça. Esse bloqueio cortical intenso, reforçado pelo ectoplasma, gera amnésia parcial comparável a um semiencapsulamento mnemossomático, ocasionando dificuldade de organizar as ideias, confusão mental, falta de coesão textual e incoerência na escrita.

 Técnica sugerida: a intensificação das práticas do Estado Vibracional, as práticas diárias da Tenepes, a movimentação das energias conscienciais na região da cabeça, a técnica do auto-arco voltaico, a participação em cursos de campo, a dedicação à leitura e à escrita, além da persistência destas ações, são eficientes para dissipar a síndrome do emburrecimento. No meu caso, ainda sou convalescente desta patologia.

12. Reencontros de destino: é encontrar novamente um grupo de consciências do seu passado milenar e/ou secular, com os quais os relacionamentos interpessoais ficaram mal parados. Nesta vida, independente da primeira impressão ter sido agradável ou não, na convivência diária surgem grandes conflitos por motivos banais, reforçados pelas consciexes que defendem ideias nocivas da época em questão.

Técnica sugerida: a primeira ação é manter a calma, independente dos desconfortos vivenciados. É melhor ser chamada de boba, medrosa, covarde do que agravar a situação; porque a comoção perniciosa agrega numerosos adeptos e, sem a parceria dos amparadores, você poderá ser linchado energeticamente pelo grupo; ficando sem energia para realizar seus projetos proexológicos. Outro procedimento exitoso é tornar-se evoluciente em Consciencioterapia, participar de dinâmicas parapsíquicas e dos cursos de campo, praticar a Tenepes diariamente para que os grupos de consciências doentes sejam encaminhados. Persistir na assistência, até que a situação melhore.

13. Tradicionalismo: é o conjunto de atitudes, práticas, ideias conservados pela conscin, mantendo-na na condição de antepassada de si mesmo, nas vivências conscienciológicas. Nessa mesmice estagnadora, enquadram-se:

a) Catequese: querer “converter” as consciências para a Conscienciologia, em total desrespeito para o que é melhor para ela, nesse momento evolutivo. Desconheço uma técnica que permita identificar o percentual de ligação energética de cada conscin com determinada religião. Informar e respeitar a decisão alheia é a melhor forma; porque, o que é bom para você, nem sempre será para outrem.

b) Lente: uso da lente intrafísica, a defesa de valores sociais no trato de fatos da Conscienciologia. É o caso de quem vê a pessoa, ao invés de olhar a consciência que está a sua frente. Com isso, vê a idade, posição social, nível de escolaridade, deixando em segundo plano as companhias extrafísicas e a ficha evolutiva pessoal.

c) Poder: manutenção das sinapses das retrovidas, quando assume o “poder”, ou liderança, numa Instituição Conscienciocêntrica. A conscin em qualquer cargo de destaque pode conectar-se ao amparo ou assédio de função. Ao ser conectar ao amparo de função, adquire a cosmovisão e trabalha para o desenvolvimento grupal. Quando se vincula ao assédio de função, defende o interesse pessoal ou daqueles com os quais têm afinidade. No momento em que a conscin assume cargos de liderança, grande parte de seus traços-fardos, defeitos, vem à tona, oportunizando as reciclagens necessárias ao contexto evolutivo.

d) Posturas: conservação de posturas religiosas (queixa, complexo de inferioridade, vitimização, genuflexão), posturas monárquicas (complexo de superioridade, imposição da vontade pessoal, soberba) e posturas políticas (manipulações, conchavos, autoritarismo) são modos de proceder trazidos de vidas anteriores.

e) Sexo: desviar-se da proéxis devido à escolha de parceiros de dupla evolutiva, a partir de critérios estabelecidos para o casal completo da sociedade humana; ou vivenciar extremos da sexualidade: celibato ou promiscuidade. Nada disso é comparável à constituição sadia da dupla evolutiva, em que o casal se une, para trabalharem em prol dos assistidos comuns ao passado de ambos.

14. Vício antifisiológico: defeito ou imperfeição grave de uma personalidade humana, prejudicial a si. Por exemplo: bebidas alcoólicas, fumo, drogas e todo tipo de alimento que comprovadamente o organismo não precisa e o destrói. A conscin egóica pensa no prazer que ela irá sentir; com isso ignora os efeitos destrutivos causados no próprio corpo biológico, no desconforto emocional proporcionado aos parentes e amigos, na parceria danosa com os assediadores extrafísicos, quando pratica esses atos insanos.

Técnica sugerida: em primeiro lugar a conscin precisa sentir-se amada por si mesma, reconhecer os próprios valores, valorizar o carinho dos pais, dos amigos, das consciexes amparadoras disponíveis e desprezadas. O próximo passo será buscar ajuda de profissionais competentes para melhorar a autoestima, se você ainda se sentir fragilizado para buscá-la sozinha. É bom pensar que existem tantas consciências, de fato, precisando de ajuda; basta você decidir sair da condição de doente e assumir a condição de “enfermeiro(a)”.

15. Vícios modernos: são tendências, individuais ou grupais nocivas da atualidade, em que as conscins perdem tempo com o desempenho de atividade secundária ou, intencionalmente prejudicam outrem. Exemplos: assédio moral, bullyng, balonismo, paraquedismo, danceteria, “viver na night”, moto, rachas, esportes radicais são defeitos, imperfeições graves, que precisam ser reciclados.

Técnica sugerida: o primeiro passo é a conscin compreender que ela é a mais prejudicada, quando tem esses tipos de vícios ou outros similares. A ultrapassagem desse gargalo pode ser feita pela dedicação ao estudo, desenvolvimento de novas capacidades cognitivas, para minimizar gradativamente a ações instintivas. Uma das formas de evoluir é trocar as ações instintivas pelas ações altruístas.

A inclusão desses itens foi necessária para você ter algumas noções dos fatores que dificultam a realização da proéxis. A partir da lógica, do bom senso e da racionalidade você poderá identificar outros mais sutis; a exemplo da irritabilidade, que desestabiliza emocionalmente a conscin, permitindo fácil conexão com os assediadores.

Para alcançar melhores resultados em sua proéxis, a informação teórica é importante; mas, o maior valor está na prática, no dia a dia, nas experimentações cotidianas, em que existem inúmeros motivos para reciclar.

http://www.recexis.org/index.php?option=com_content&view=article&id=74:motivos-para-a-recexis&catid=4:publico&Itemid=3 

TRAÇOS-FORÇA do Ser Desperto

O desassediado (ou desassediada) permanente total, o ser humano desperto, apresenta características e traços pessoais inconfundíveis.

  1. Instala o estado vibracional em si próprio, em alto nível, quando quer, onde quer, sentindo e discriminando suas energias conscienciais.
  2. Instala o estado vibracional independentemente das condições orgânicas ou das posições físicas do seu corpo humano.
  3. Instala o estado vibracional independentemente do tempo, a qualquer momento, além dos restringimentos físicos quadridimensionais das injunções humanas.
  4. Instala o estado vibracional independentemente de outrem, seja qual for o ambiente, o nível das companhias humanas, ou até mesmo das companhias extrafísicas.
  5. Emprega o estado vibracional profilático, sempre motivado, em todas as circunstâncias interconscienciais necessárias.
  6. Mantém uma condição ininterrupta de autodefesa energética no seu microuniverso consciencial, através da vivência da sinalética energética, anímica e parapsíquica, detectando a presença de consciências sadias e doentias onde vive e por onde vai, harmonizando o que pode, por toda parte.
  7. Não padece mais dos miniassédios conscienciais inconscientes, eventuais, embora vivendo no front das experiências interpessoais humanas.
  8. Autocura minidoenças e pequenas afecções próprias do ser humano.
  9. Cuida, como consequência natural, de manter a sua boa forma física em contrabalanço com a sua boa forma extrafísica.
  10. Tem presença energética inevitavelmente notável onde está qual um epicon.
  11. Polariza as energias conscienciais positivas e sadias, na dimensão extrafísica onde se manifesta, projetado, com plena lucidez.
  12. Pratica, diariamente, a tarefa energética pessoal, diária.
  13. Coopera lucidamente, sem traumas, na condição de isca intra e extrafísica, assistencial, em favor de outras consciências.
  14. É um desmancha-rodas para os assediadores e intrusores extrafísicos, mantendo funcionando uma ofiex assistencial, da qual é o epicon.
  15. Descobriu que o estágio humano é uma existência holochacral e aplica as suas energias para assentar a sua vida e harmonizar a vida de todos os seres vivos ao seu derredor.
  16. Identificou a cosmoética e busca vivenciá-la, agora, multidimensionalmente, dentro da condição máxima de que é capaz, objetivando o maxifraternismo.
  17. Já se conscientizou da meta evolutiva, próxima o serenismo e caminha nesta direção de maneira planificada, com discernimento e automotivação firme.

Fonte: O que é a Conscienciologia? – 2002 (VIEIRA, Waldo), págs. 147 e 148.

http://www.apexinternacional.org

Recomendações:

Vídeo: 10 Características do Ser Desperto: clique aqui (conferencista: Marta Ramiro).

Assuntos discutidos: características da desperticidade, Tacon (tarefa da consolação), Tares (tarefa do esclarecimento), Proéxis (programação existencial), Maxiproéxis, Miniproéxis, Invéxis (inversão existencial) e Recéxis (reciclagem existencial), autoassédio e heteroassédio, assistencialidade, Ofiex, Tenepes (Tarefa Energética Pessoal), Manuel Ferreira (Seu Manuelzinho) e Waldo Vieira etc.

Drogadição e Invéxis

Autor: Amaral, Flávio

Drogas

Se a conscin é realista durante a opção pela invéxis, a opção contrária às drogas já é pacífica e superada. 

Contudo, vale o estudo exaustivo do assunto, notadamente por parte do professor de Invexologia, para explicitação e ganchos argumentativos, durante as aulas aonde há predomínio do público jovem.

Eis 28 argumentos, dentre inúmeros outros, na ordem alfabética, obviamente contrários ao holopensene da drogadição, narcomania ou toxicomania:

1.  Autoengano. Todo drogadito autoengana-se.

2.  Bom senso. A rigor, o discernimento não chegou para quem acredita em “consumo com moderação” (falácia do bom senso).

3.  Desconfiômetro. A conscin lúcida aplica o desconfiômetro até para substâncias legais (cafeína, chimarrão, energéticos, medicamentos).

4.  Escolaridade.  Quem nunca teve aquele colega brilhante que jogou os estudos no buraco, em poucos meses, a partir do contato com as drogas? O jovem atento vê o efeito dos tóxicos com os próprios companheiros do colégio.

5.  Experiência. Experiência de vida não é ter experimentado esta ou aquela droga, e sim, atravessar a adolescência livre e sem interesse nestas substâncias. 

6.  Fumaça. Fumaça é ar poluído, inclusive a do incenso. 

7.  Fumo. Fumar é deixar a massa cinzenta dos pulmões guiar a massa cinzenta cerebral.

8.  Hipocrisia. O drogado culpa “hipocrisias sociais”, mas é o primeiro a cometer hipocrisias: mente para si, quando pensa que é “usuário consciente”. É também o último a admitir-se viciado. 

9.  Holanda. A Holanda começa a rever sua política de permissividade quanto à maconha e alucinógenos, ao perceber que as leis mais brandas aumentaram o narcotráfico, ao contrário do esperado.

10.  Isenção. Não ter vontade para consumir determinada substância, dá maior isen¬ção para falar da mesma. 

11.  Juventude. Se a pessoa não foi atraída às drogas na juventude, as chances de tornar-se adulto usuário são muito menores. As empresas de cigarro e bebidas sabem disso e deixam claro nas publicidades comerciais, invariavelmente voltada aos jovens.

12.  Legalização. As campanhas pró-legalização furtam-se de discutir os efeitos dos tóxicos sobre a saúde. Preferem desenvolver acrobacias mentais para acabar com as políticas atuais, funcionantes, embora parcialmente.

13.  Megaproblema.  Educação, saúde e segurança são, de longe, problemas prioritários de qualquer sociedade. As drogas são o “pacote 3 em 1” dos males sociais, atentando diretamente contra estas sérias questões. Alguém vai defender o uso de drogas para tornar a sociedade mais educada, saudável e segura?

14.  Paliativo. Muitas campanhas de “redução de danos” podem bem ser chamadas de “use drogas com dignidade” ou, “aqui você pode se drogar sem sofrer preconceitos”.

15.  Panfletos. Associações de redução de danos distribuem panfletos e materiais informando como usar drogas de maneira “menos nociva”, até com verbas públicas. Em outras palavras: os narcotraficantes vendem as drogas, e as instituições, em parceria com o Poder Público, distribuem os manuais de instrução.

16.  Parapsiquismo.  Com a sensibilidade paraperceptiva a conscin percebe os efeitos nocivos das drogas através da assimilação energética, sem precisar experimentá-las. Quem desenvolve a sinalética energética não deseja envolver-se com o holopensene dos tóxicos.

17.  Personalidades. Personalidades públicas tentam pressionar pela legalização da maconha, para poderem fumar sem “sujar o próprio nome”.

18.  Posicionamento. Droga não presta. Sem este posicionamento, não adianta delongar-se em outros.

19.  Profilaxia. Quem é ex-viciado passa a vida lutando para manter-se livre das drogas. A única cura segura contra a dependência às drogas é a profilaxia de não experimentar. 

20.  Recéxis. Quem usa drogas não pode dizer que perdeu a invéxis. Passou longe dela. A luta do ex-usuário para permanecer “limpo” indica o predomínio da recéxis sobre a invéxis na vida pessoal.

21.  Revistas. Certas revistas para público jovem, enquanto deveriam servir de alerta, são banalizadoras e flexibilizadoras do modo de vida pró-drogadição, por exemplo, com posicionamentos não-conclusivos, exaltação de ídolos mortos por tóxicos, e o “barato” apresentado como algo bom.

22  Socialização.  Hoje, o rapaz mostra a nova droga à pré-adolescente, para impressioná-la. Amanhã, a mesma moça procura abrigo para fugir do marido alcoólatra. Conclusão: as drogas não servem para socializar. Quem apresenta droga a outro não pode se dizer “amigo”. 

23.  Suíça. A Suíça sofreu após criar áreas de “consumo assistido” de LSD e outras drogas. A criminalidade e a degradação explodiram nos bairros circunvizinhos, além do estímulo do “narcoturismo” no País.

24.  Tabagismo. As multinacionais do tabaco já estão de olho nas campanhas para legalizar a maconha, pois são alternativas de negócios às ofensivas públicas mundiais contra o cigarro comum.

25.  Traficante. Antes, o problema eram os traficantes disfarçados a vender drogas na porta da escola. Hoje, o traficante é o próprio aluno, filho de família. 

26.  Vício. O usuário erra quando pensa que viciado é quem quer parar e não consegue. Vício é agir para atender a um mau hábito.

27.  Vida Urbana. A escalada das drogas ocorre ao ar livre, aos olhos de todos, da cerveja ao cigarro, à vodca, ao arguile, à maconha, ao ecstasy.Quando chega na cocaína é muito tarde, pois o jovem já foi entupido e atraído para os tóxicos.

28.  Vinho. Quem defende o cálice de vinho para o coração, ao invés de promover o suco de uva, e as frutas em geral, ainda possui interesse espúrio, afinal, tenta promover um bem inferior, com efeitos colaterais, no lugar do bem superior.

Qual a sua opinião sobre as drogas?

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