Técnica da Inversão Existencial

Retilinearidade Evolutiva

Artigo n. 1

Invéxis, ou inversão existencial, é a técnica de planejamento máximo da vida humana, fundamentada na Conscienciologia, aplicada desde a juventude, objetivando o cumprimento da programação existencial (proéxis), o exercício precoce da assistência e a evolução.

Este planejamento técnico é realizado sem influências de dogmas, religião, misticismo, doutrinas sectárias, ideologias político-partidárias ou quaisquer compromissos escravizantes, tolhedores da liberdade de idéias e expressão.

A invéxis parte do princípio de que a pessoa não precisa esperar até a meia-idade, período de maior maturidade psicológica e estabilidade econômica, para conhecer a si mesma, avaliar as prioridades evolutivas, suas realizações pessoais e promover a assistencialidade além do círculo familiar e amigos.

É muito comum ouvirmos de colegas e de familiares, em geral após a meia-idade, que gostariam de voltar à juventude com a mesma maturidade que possuem hoje. Por outro lado, quando um rapaz, uma moça, ou mesmo uma criança, demonstram prioridades maduras, comportamentos “adultos”, não é raro estes serem repreendidos por se preocuparem demais muito cedo ou por não aproveitarem “a flor da idade”. Juventude é associada, em diversas culturas, a uma fase de aventuras, experiências, enfim, um momento em que erros e deslizes são comuns, logo, admissíveis e naturais.

A técnica da inversão existencial (invéxis) é um dos caminhos, meios ou estratégias para direcionar a vida da moça ou do rapaz para maior produtividade, envolvimento em atividades assistenciais, investimento em renovações íntimas.

A técnica parte do princípio que a consciência humana vive múltiplas existências e que entre uma vida física e outra ela passa por um período intermissivo, ou seja, vive na dimensão extrafísica, até adquirir novo corpo físico.

Nesse período intermissivo a consciência, utilizando seu corpo extrafísico e habitando comunidades extrafísicas, participa de diversas atividades para se conhecer melhor e planeja tecnicamente aquilo que fará em sua nova vida intrafísica, próxima, tendo para esta finalidade o apoio de consciências mais evoluídas. Neste planejamento inclui reconciliações com futuros parentes, provável atividade profissional, reencontros com antigos amigos de outras vidas, projetos inovadores para a humanidade entre inúmeros outros itens que seriam úteis para a evolução como personalidade multimilenar.

O objetivo da invéxis é a execução precoce deste planejamento de vida, sem precisar esperar a fase da aposentadoria para executar aquilo que se propôs. Em geral as pessoas se perdem em suas inúmeras rotinas ligadas ao corpo físico, como alimentação, moradia, trabalho e esquecem daquilo que se programaram para fazer, chegando muitas vezes à terceira idade com sensação de vazio e de insatisfação íntima (melancolia intrafísica ou melin).

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Artigo n. 2

Estamos vivendo em um mundo de abundâncias, com comida à vontade, roupas a baixo custo, viagens exuberantes, amizades, dinheiro e informação. Há pouco tempo a humanidade passava a maior parte do dia trabalhando apenas para se alimentar. Hoje vivemos o fenômeno da aceleração da história humana e temos acesso ao mundo com apenas um clique.

Ao invés dessas facilidades serem utilizadas em benefício de nossa evolução pessoal, paradoxalmente, elas tem levado uma legião de jovens a conduzirem suas vidas embriagados pela sedução mundana, engolidos por prazeres momentâneos, vivendo ao modo Zeca Pagodinho: ‘deixa a vida me levar, vida leva eu’. São milhares de existências desperdiçadas na mediocridade da robotização existencial.

À margem desse cenário, ainda existem jovens que não cedem à pressão do fluxo social. Se você, leitor ou leitora, se sente um peixe fora d’água, intui não estar neste mundo por acaso e deseja realizar algo ‘maior’, que vai além do clichê filho-árvore-livro, parabéns! Você é um poço enérgico de sustentabilidade pessoal e este artigo é dedicado a você.

Viver não é nada fácil; viver na ignorância é ainda mais difícil. Para tudo existe técnica: escovar os dentes, amarrar cadarços e, por que não, para viver. É isso mesmo: existe técnica para viver. A Conscienciologia possui em seu acervo duas delas com um escopo muito bem definido. Uma delas é a técnica da Inversão Existencial, cujo nome é o tema deste texto.

A Invéxis, ou Inversão Existencial, foi apresentada pela primeira vez pelo propositor da Conscienciologia, professor Waldo Vieira, em 1946, aos 14 anos de idade. A técnica consiste basicamente na elaboração e execução do planejamento máximo da vida desde a juventude, até os 26 anos de idade, e enquanto a pessoa não possui maiores comprometimentos na vida humana.

Considerando que grande parte dos objetivos da sociedade atual não levam em conta a assistência ao próximo, a aquisição da maturidade consciencial e muitos outros fatores relevantes à autoevolução, o(a) aplicante da técnica da Invéxis faz justamente o contrário do curso comum, sendo chamado(a), portanto, de  Inversor(a) Existencial. Título coerente e autoexplicativo.

O maxiplanejamento é elaborado tendo em vista um objetivo de vida evolutivo que foi preparado pelo próprio indivíduo durante o período intermissivo, entre uma vida e outra, ou a temporada antes do renascimento atual. Para isso, tem-se como uma das metas o desenvolvimento do que chamamos tridotação consciencial, formada pelos atributos intelectualidade, parapsiquismo e comunicabilidade, de modo a potencializar seu nível assistencial ao máximo.

O Inversor Existencial abre mão de convenções sociais como casamentos em cartórios ou igrejas, busca uma relação afetivo-sexual monogâmica, ao invés de dedicar seu tempo para criação de filhos (prole pessoal), visa ter maior disponibilidade para desempenhar tarefas (pesquisas, publicações, serviços voluntários) em prol da coletividade e de maneira qualificada. Desse modo, a assistência prestada pelo inversor, se dá por atacado, beneficiando grande número de pessoas ao invés de uma só.

O posicionamento e retilinearidade perante a técnica tenderá a dinamizar o rendimento existencial do aplicante, dando a possibilidade de queimar etapas da vida que se referem ao lado mais instintivo da personalidade e a eliminação de dúvidas, das hesitações, dos desvios no percurso da vida, das alienações e das influências doutrinárias.

Bruno Delgado é desenvolvedor de sistemas para internet, pesquisador e voluntário do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), que é uma instituição de educação e pesquisa científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária e independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia. Maiores informações no website IIPC.

TRAÇOS-FORÇA do Ser Desperto

O desassediado (ou desassediada) permanente total, o ser humano desperto, apresenta características e traços pessoais inconfundíveis.

  1. Instala o estado vibracional em si próprio, em alto nível, quando quer, onde quer, sentindo e discriminando suas energias conscienciais.
  2. Instala o estado vibracional independentemente das condições orgânicas ou das posições físicas do seu corpo humano.
  3. Instala o estado vibracional independentemente do tempo, a qualquer momento, além dos restringimentos físicos quadridimensionais das injunções humanas.
  4. Instala o estado vibracional independentemente de outrem, seja qual for o ambiente, o nível das companhias humanas, ou até mesmo das companhias extrafísicas.
  5. Emprega o estado vibracional profilático, sempre motivado, em todas as circunstâncias interconscienciais necessárias.
  6. Mantém uma condição ininterrupta de autodefesa energética no seu microuniverso consciencial, através da vivência da sinalética energética, anímica e parapsíquica, detectando a presença de consciências sadias e doentias onde vive e por onde vai, harmonizando o que pode, por toda parte.
  7. Não padece mais dos miniassédios conscienciais inconscientes, eventuais, embora vivendo no front das experiências interpessoais humanas.
  8. Autocura minidoenças e pequenas afecções próprias do ser humano.
  9. Cuida, como consequência natural, de manter a sua boa forma física em contrabalanço com a sua boa forma extrafísica.
  10. Tem presença energética inevitavelmente notável onde está qual um epicon.
  11. Polariza as energias conscienciais positivas e sadias, na dimensão extrafísica onde se manifesta, projetado, com plena lucidez.
  12. Pratica, diariamente, a tarefa energética pessoal, diária.
  13. Coopera lucidamente, sem traumas, na condição de isca intra e extrafísica, assistencial, em favor de outras consciências.
  14. É um desmancha-rodas para os assediadores e intrusores extrafísicos, mantendo funcionando uma ofiex assistencial, da qual é o epicon.
  15. Descobriu que o estágio humano é uma existência holochacral e aplica as suas energias para assentar a sua vida e harmonizar a vida de todos os seres vivos ao seu derredor.
  16. Identificou a cosmoética e busca vivenciá-la, agora, multidimensionalmente, dentro da condição máxima de que é capaz, objetivando o maxifraternismo.
  17. Já se conscientizou da meta evolutiva, próxima o serenismo e caminha nesta direção de maneira planificada, com discernimento e automotivação firme.

Fonte: O que é a Conscienciologia? – 2002 (VIEIRA, Waldo), págs. 147 e 148.

http://www.apexinternacional.org

Recomendações:

Vídeo: 10 Características do Ser Desperto: clique aqui (conferencista: Marta Ramiro).

Assuntos discutidos: características da desperticidade, Tacon (tarefa da consolação), Tares (tarefa do esclarecimento), Proéxis (programação existencial), Maxiproéxis, Miniproéxis, Invéxis (inversão existencial) e Recéxis (reciclagem existencial), autoassédio e heteroassédio, assistencialidade, Ofiex, Tenepes (Tarefa Energética Pessoal), Manuel Ferreira (Seu Manuelzinho) e Waldo Vieira etc.

Drogadição e Invéxis

Autor: Amaral, Flávio

Drogas

Se a conscin é realista durante a opção pela invéxis, a opção contrária às drogas já é pacífica e superada. 

Contudo, vale o estudo exaustivo do assunto, notadamente por parte do professor de Invexologia, para explicitação e ganchos argumentativos, durante as aulas aonde há predomínio do público jovem.

Eis 28 argumentos, dentre inúmeros outros, na ordem alfabética, obviamente contrários ao holopensene da drogadição, narcomania ou toxicomania:

1.  Autoengano. Todo drogadito autoengana-se.

2.  Bom senso. A rigor, o discernimento não chegou para quem acredita em “consumo com moderação” (falácia do bom senso).

3.  Desconfiômetro. A conscin lúcida aplica o desconfiômetro até para substâncias legais (cafeína, chimarrão, energéticos, medicamentos).

4.  Escolaridade.  Quem nunca teve aquele colega brilhante que jogou os estudos no buraco, em poucos meses, a partir do contato com as drogas? O jovem atento vê o efeito dos tóxicos com os próprios companheiros do colégio.

5.  Experiência. Experiência de vida não é ter experimentado esta ou aquela droga, e sim, atravessar a adolescência livre e sem interesse nestas substâncias. 

6.  Fumaça. Fumaça é ar poluído, inclusive a do incenso. 

7.  Fumo. Fumar é deixar a massa cinzenta dos pulmões guiar a massa cinzenta cerebral.

8.  Hipocrisia. O drogado culpa “hipocrisias sociais”, mas é o primeiro a cometer hipocrisias: mente para si, quando pensa que é “usuário consciente”. É também o último a admitir-se viciado. 

9.  Holanda. A Holanda começa a rever sua política de permissividade quanto à maconha e alucinógenos, ao perceber que as leis mais brandas aumentaram o narcotráfico, ao contrário do esperado.

10.  Isenção. Não ter vontade para consumir determinada substância, dá maior isen¬ção para falar da mesma. 

11.  Juventude. Se a pessoa não foi atraída às drogas na juventude, as chances de tornar-se adulto usuário são muito menores. As empresas de cigarro e bebidas sabem disso e deixam claro nas publicidades comerciais, invariavelmente voltada aos jovens.

12.  Legalização. As campanhas pró-legalização furtam-se de discutir os efeitos dos tóxicos sobre a saúde. Preferem desenvolver acrobacias mentais para acabar com as políticas atuais, funcionantes, embora parcialmente.

13.  Megaproblema.  Educação, saúde e segurança são, de longe, problemas prioritários de qualquer sociedade. As drogas são o “pacote 3 em 1” dos males sociais, atentando diretamente contra estas sérias questões. Alguém vai defender o uso de drogas para tornar a sociedade mais educada, saudável e segura?

14.  Paliativo. Muitas campanhas de “redução de danos” podem bem ser chamadas de “use drogas com dignidade” ou, “aqui você pode se drogar sem sofrer preconceitos”.

15.  Panfletos. Associações de redução de danos distribuem panfletos e materiais informando como usar drogas de maneira “menos nociva”, até com verbas públicas. Em outras palavras: os narcotraficantes vendem as drogas, e as instituições, em parceria com o Poder Público, distribuem os manuais de instrução.

16.  Parapsiquismo.  Com a sensibilidade paraperceptiva a conscin percebe os efeitos nocivos das drogas através da assimilação energética, sem precisar experimentá-las. Quem desenvolve a sinalética energética não deseja envolver-se com o holopensene dos tóxicos.

17.  Personalidades. Personalidades públicas tentam pressionar pela legalização da maconha, para poderem fumar sem “sujar o próprio nome”.

18.  Posicionamento. Droga não presta. Sem este posicionamento, não adianta delongar-se em outros.

19.  Profilaxia. Quem é ex-viciado passa a vida lutando para manter-se livre das drogas. A única cura segura contra a dependência às drogas é a profilaxia de não experimentar. 

20.  Recéxis. Quem usa drogas não pode dizer que perdeu a invéxis. Passou longe dela. A luta do ex-usuário para permanecer “limpo” indica o predomínio da recéxis sobre a invéxis na vida pessoal.

21.  Revistas. Certas revistas para público jovem, enquanto deveriam servir de alerta, são banalizadoras e flexibilizadoras do modo de vida pró-drogadição, por exemplo, com posicionamentos não-conclusivos, exaltação de ídolos mortos por tóxicos, e o “barato” apresentado como algo bom.

22  Socialização.  Hoje, o rapaz mostra a nova droga à pré-adolescente, para impressioná-la. Amanhã, a mesma moça procura abrigo para fugir do marido alcoólatra. Conclusão: as drogas não servem para socializar. Quem apresenta droga a outro não pode se dizer “amigo”. 

23.  Suíça. A Suíça sofreu após criar áreas de “consumo assistido” de LSD e outras drogas. A criminalidade e a degradação explodiram nos bairros circunvizinhos, além do estímulo do “narcoturismo” no País.

24.  Tabagismo. As multinacionais do tabaco já estão de olho nas campanhas para legalizar a maconha, pois são alternativas de negócios às ofensivas públicas mundiais contra o cigarro comum.

25.  Traficante. Antes, o problema eram os traficantes disfarçados a vender drogas na porta da escola. Hoje, o traficante é o próprio aluno, filho de família. 

26.  Vício. O usuário erra quando pensa que viciado é quem quer parar e não consegue. Vício é agir para atender a um mau hábito.

27.  Vida Urbana. A escalada das drogas ocorre ao ar livre, aos olhos de todos, da cerveja ao cigarro, à vodca, ao arguile, à maconha, ao ecstasy.Quando chega na cocaína é muito tarde, pois o jovem já foi entupido e atraído para os tóxicos.

28.  Vinho. Quem defende o cálice de vinho para o coração, ao invés de promover o suco de uva, e as frutas em geral, ainda possui interesse espúrio, afinal, tenta promover um bem inferior, com efeitos colaterais, no lugar do bem superior.

Qual a sua opinião sobre as drogas?

http://www.assinvexis.org/artigos/drogadicao.php

Waldo Vieira e a Invéxis

Entrevista com prof. Waldo Vieira

(Propositor original da Invéxis, Fundador do IIPC, autor de vários livros, entre eles os tratados “Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano” e “700 Experimentos da Conscienciologia”)

Esta entrevista foi publicada originalmente no Jornal da Invéxis Ano 1 – N.3, em Dezembro de 1995. Para facilitar a consulta virtual, as perguntas foram numeradas e incluiu-se um índice para acesso direto à elas

A vida inversiva do precursor da Projeciologia

O prof. Waldo Vieira, nesta entrevista exclusiva ao Jornal da Invéxis, enfoca sua tra-jetória de inversão existencial lúcida.

Nascido a 12 de abril de 1932, em Monte Carmelo – Minas Gerais, Brasil, Waldo Vieira é formado em medicina e odontologia. É pós-graduado em Plástica e Cosmética em Tóquio, Japão.

 Projetor consciente desde os 9 anos de idade, pesquisa a consciência e suas manifes-tações fora do corpo há quase 30 anos. É presidente do Instituto Internacional de Projecio-logia e membro das principais instituições internacionais e nacionais de pesquisa do para-psiquismo: ASPR – Society for Psychical Research, London, Associação Brasileira de Pa-rapsicologia, Rio de Janeiro, e outras. Possui, hoje, a maior biblioteca do mundo sobre o assunto.

O professor Waldo, Vieira foi quem propôs a Teoria da Invéxis de forma clara e ci-entífica, como uma técnica de agilização evolutiva, que hoje é estudada por pesquisadores da Conscienciologia e aplicada por muitos jovens inversores.

Esta entrevista foi realizada em 1º de maio de 1995 pelo grinvex – São Paulo.

1) JI: 0 que te levou a elaborar a Teoria da Invéxis?

Waldo: A Teoria da Invéxis foi criada a partir da observação intensa da vida humana, pois percebíamos que os aposentados é que se dedicavam ao processo evolutivo, sendo que havia muitos jovens que se enredavam dentro de uma trama social: sempre a mesma coisa, sempre a mesma repetição, é aquilo que hoje nós chamamos no Instituto Internacional de Projeciologia da automimese dispensável. Não era o caso de começarmos a nos dedicar àquilo que precisamos, desde jovem? Eu trabalhava, então, num conjunto de escolas, lá eu estudava muito, lia muito, tinha acesso a todas as bibliotecas e vivia praticamente sem fa-mília. Então, isso favoreceu que eu começasse a fazer a Invéxis por mim, sem nenhuma conotação externa nem influência de nada. Depois de alguns anos, eu cheguei à conclusão que não era tão difícil assim. Precisava ter personalidade, disposição, motivação para as coisas. Com isso tudo, eu recebi muita assistência de amparadores, inclusive mensagens extrafísicas que eu mesmo recebia através dos processos de projeção consciente. Naquela ocasião, eu tentei divulgar a idéia, mas não encontrei recepção boa, o acolhimento das idéias da Invéxis era difícil. Isso foi mais ou menos de 1950 para 1960. Então, quando chegou no fim da década de 50, eu desisti de tocar no assunto e segui com minha vida, evitando percalços, casamento, aborto ou comprometimentos sérios, recusando até oportunidades de melhorar financeiramente. E junto com isso também, eu já pensava no que chamamos hoje de tenepes. Isso me deu muita força no processo de energia e parapsiquismo.

2) JI: 0 grinvex já estava planejado no seu curso intermissivo?

Waldo: Estava. Nós já tínhamos visto isso porque muita gente já havia tentado. Só que eles levavam dentro de um clima místico, alterado, doentio, não valia a pena, faltava lógica e racionalidade. As pessoas não tinham consistência na sua vivência extrafísica. Elas não sabiam com certeza as idéias, ficaram dentro de uma base filosófica. A vivência da projeção é outra coisa, não é filosofia.

3) JI: A pressão da sociedade causa efeito na vida do inversor?

Waldo: A pressão, não. Principalmente a família, que é a célula da sociedade. Onde eu morava, e trabalhava, a sociedade era antiquada, cheia de ranço e bolor. Até hoje, há muito racismo. 0 processo da sociedade está muito baseado na hipocrisia, na fachada.

4) JI: Dentro da história, foram localizados outros, inversores?

Waldo: Eu, com o tempo, fui estudar isso, deduzi que devia existir gente que pensava igual a mim e cheguei à conclusão que havia. Mas difícil foi transmitir isso para os outros, porque vinham com muita sede ao pote (quem nunca comeu melado se lambuza!): corpo novo, novo holochacra, nova vida.

5) JI: Que trafor te ajudou mais na Invéxis?

Waldo: Meus amigos todos na minha juventude achavam que eu era um cara decidido. Quando eu quero uma coisa, eu sou um “javali”. Esse é um traço básico. Isso já vem comigo há muito tempo, muitos corpos meus se acabaram por isso. Há colegas meus que lembram de projeção e retrocognição há cerca de 700 anos. Eles sabem que, naquela ocasião, eu tinha muitas idéias avançadas e que eles não conseguiam seguir. Hoje eles conseguem. Eles sabem que eu sou assim, que a gente está neste nível. Para se chegar nisso, eu tenho que ter um gabarito, uma ficha, senão não teria vindo. Por que eu? Tudo tem que ter um escopo, tem que ter um background, dentro do processo da sobrevivência. Se você já viveu, se você já se sacrificou, se molhou, já mostrou trabalho, você tem uma ficha a seu favor. Dentre aqueles candidatos que apareceram, a minha ficha passou. Isso aqui é um trabalho sério, eles colocaram várias pessoas porque havia trabalho.

6)JI: Você era a pessoa que deveria fazer esse trabalho?

Waldo: Não era. E muita coisa que eu faço era outra pessoa que deveria estar aqui fazendo, como também tem uma porção de gente que tinha que estar comigo e não está. 0 processo da inversão, parece que era comigo mesmo porque quem estudou mais sobre isso fui eu. Mas chegou num ponto que eu desisti, eles falaram: “não pense nisso agora”. E quando chegou o Instituto, eu vi que tinha clima, aí nossos amparadores disseram: “Olha, pode entrar!”. Foi o meu amigo, o Enumerador, que disse: “Pode entrar porque agora o terreno já está predisposto”. Nova geração, passaram-se duas gerações sem que viesse outra pessoa para trazer isso porque, por mim, eu já teria desistido. Outra coisa, eu ainda tenho idéias bem avançadas para colocar que eu não posso falar. Tem coisa que eu acho que não vai ser nessa vida. Pode ser que outros, no intervalo entre uma vida e outra, venham trazer isso. Lembrem-se disso: eu sou uma minipeça dentro de um maximecanismo. Mas sou consciente e não sou bobo, eu sou minipeça, pequenininho, mas que resolve. Eu já mostrei, tenho ficha a meu favor. Agora vejam, vocês têm um passado também, nenhum de vocês está aqui à toa.

7)JI: A respeito do seu conhecimento sobre projeção consciente: até que ponto foi de-cisório para você?

Waldo: Foi decisório do ponto de vista das teorias e hipóteses de investigação e pesquisa. Entre as coisas avançadas, está a Teoria dos Serenões E teve gente exagerada que me falou: “nessa sua* vida, nesse seu corpo, se você só tivesse pensado na Teoria dos Serenões já teria valido”. 0 Homo sapiens serenissimus, a Invéxis, a tenepes são coisas absurdamente avançadas. Esse é o motivo pelo qual pessoalmente demorei para falar disso. Por exemplo, a Invéxis, por algum tempo, eu deixei; a tenepes, publiquei e deixei. Tudo é um problema de maturidade de uma determinada camada, uma “microminoria” que está preparada para aquilo. Agora chegou a hora, chegou a vez.

8)JI: Nós sabemos que a megameta do inversor é a desperticidade. Você acha que a maioria dos inversores de hoje vão chegar a ser despertos?

Waldo: Todos vocês, eu julgo, têm gabarito, mas precisam de muita disciplina, organização, motivação, persistência. É necessário, dentro dessa disciplina, reformular praticamente a vida toda da pessoa, se dedicar a vida inteira. Vai chegar um ponto em que ela vai ter que fazer tenepes. A tenepes é um compromisso para o resto da vida, é, um sacrifício violento, é necessário ter coragem. Mas eu acho que todos que estão no grinvex hoje são pessoas gaba-ritadas, vocês são muito diferentes de minha geração e da outra geração que a sucedeu.

9)JI: Como foi o seu trajeto da Invéxis até a desperticidade?

Waldo: 0 processo da desperticidade não foi bem só a Invéxis, envolveu a mobilização das energias. A questão de mexer com energia, do animismo, da sinalética energética-anímica-parapsíquica e o processo da projeção consciente. É um desdobramento natural de uma coi-sa que puxa a outra, é o crescimento natural da idéia. Desperticidade era uma posição que todo mundo falava mas ninguém tinha idéia do que era, dentro do próprio movimento de que participávamos. Como chegar num ponto em que a pessoa não tenha nenhuma interfe-rência de outros? A coisa foi ficando cada vez mais clara, até que cheguei num ponto que falei: “Eu acho que já posso me considerar uma pessoa capaz de fazer isso sem influência nenhuma.” Não podia falar para os outros senão iam achar que era arrogância. Com o passar do tempo, eu tive confiança absoluta, passei a falar de assediador e de assédio francamente, publicamente, porque isso daí é tabu, muita gente não falava de nada disso e se falava era mal vista. Esse tabu, nós quebramos, depois de trinta anos falando essas coisas. Houve entrevista igual a essa que eu dei para um monte de pessoas mas nunca publicaram, para televisão, jornais e revistas. É uma coisa muito avançada, e eu ponderava, falava sua-vemente, explicava certas coisas em um nível muito acessível. Então, é preciso notar o nível dessas novas gerações. Tem muito mais gente por aí. É que essas pessoas ainda não foram acessadas, é preciso dar um jeito de canalizar o acesso deste jornal até elas, e eu acho que é preciso explicar cada vez mais detalhes do que é a Invéxis no Jornal da Invéxis.

10)JI: E qual o papel dos inversores dentro da sociedade?

Waldo: Eu acho que vocês, nesta altura dos acontecimentos, precisavam começar a funcio-nar com a Socin Conscienciológica. Nesse plano que estamos levando para fazer a exposição permanente dos artefatos do saber (Centro de Altos Estudos da Consciência), isso vai ser uma comunidade. Acho que vocês que são jovens têm que pegar essa bandeira e levar para frente, há muita campanha extrafísica. Há gente que já vai mudar de cidade e vai começar a formar um conglomerado como se fosse um bairro. Há muito trabalho para ser feito, acho que o Grinvex tem que trabalhar nisso. Não é uma comunidade igual à s outras, uma comunidade alternativa. Lá dentro vai ter empresa conscienciológica, condomínio conscienciológico, consciencioterapia, editora, processo de estudo tipo universidade, como se fosse urn campus, para nós estudarmos os processos da consciência. Entrem nisso, parti-cipem. Existe a cooperativa das mais avançadas e isso vai andar em conjunto com o Institu-to Internacional de Projeciologia.

11)JI: Você falou sobre a tenepes, qual o beneficio da inversão para se chegar à tenepes?

Waldo: A Invéxis é muito boa porque organiza a pessoa antes da hora, a vida fica mais organizada, melhor, ela pode chegar à tenepes mais depressa. E a tenepes sem organização não é possível de se fazer. E você sabe, a Invéxis, se não tiver uma boa disciplina, ninguém consegue fazer, depois de um certo tempo fica difícil Então, uma coisa ajuda a outra.

12)JI: Na sua opinião, qual é a principal característica do holopensene da Invéxis?

Waldo: A principal característica é a renovação consciencial. A Invéxis é bem mais que participar de um Grinvex Na questão da Tenepes, a coisa mais séria, é a assistencialidade e, na Invéxis, é a renovação.

13)JI: 0 que há de novo no curso intermissivo dos inversores?

Waldo: Eu não sei, mas esses cursos estão aumentando, tem mais gente que está vindo. Eu não sei tudo, por isso estou correndo atrás de gente moça para eu saber o que se passa. 0 que eu sei é que eu estou atrasado, estou defasado em relação aos jovens quando chegam aqui: a defasagem, para eles, é de 20 anos, para mim, é de 60. É uma diferença muito grande, são duas ou três gerações.

14)JI: As novas gerações de inversores estão agora formando grupos para fixar o ho-lopensene da Invéxis. Já nas próximas gerações, qual será a prioridade?

Waldo: A coisa mais séria agora é lançar as premissas básicas que funcionariam bem na Invéxis: quais são os princípios que já deram certo nesse holopensene batizado e estudado por nós? Vocês já podem começar a estudar isso seriamente, para o inversor que quer vi-venciar. Peguem, por exemplo, vinte que deram certo dentro daquela área, vamos ver por que, vamos ver quais inversores que já deram certo. 0 que deu certo com você? Por que você chegou realmente à inversão? 0 que motiva você? Qual a “gasolina azul” que melhora sua estrutura consciencial para você pegar essa bandeira da Invéxis? Vocês têm que começar a estudar isso. Mas, veja bem, a renovação conclui tudo. 0 inversor não pode ser neófobo, jamais. Não existem jovens mais neofílicos do que vocês, que gostam de coisas novas, que amam a coisa avançada, de vanguarda. Olhem esses jovens, por exemplo, que entram nessas ideologias de mudar o processo intrafísico, isso tudo é pouco porque é intrafísico. Então, para nós, o problema da Invéxis é multidimensional isso é outro gabarito, não se pode nem comparar com o que já existiu até hoje.

15)JI: 0 que existe de mais novo no front da Invéxis?

Waldo: A coisa mais séria é renovação. Observem. Existe muita coisa para ser feita. Tudo está no “início do princípio do começo”, nos primeiros passos. Nós estamos aprendendo a caminhar, vocês estão aprendendo a engatinhar. 0 processo é esboçante.

16)JI: Dentro da sua inversão existencial, qual é a coisa mais gratificante dessa vivência?

Waldo: É autoconfiança. Autoconfiança total. Depois de se passarem 10, 15, 20 anos, eu vi que consegui superar tudo, fugir de tudo quanto é tentação e envolvimento numa boa e que estava mantendo minhas energias com uma assistência extrafísica. Nunca precisei de um analista ou de uma sessão de desassédio. Isso me deu muita autoconfiança e não podia mos-trar senão iriam achar que eu estava mais doido ainda.

17)JI: Para você foi uma opção não ter filhos e não casar?

Waldo: Eu não iria casar de modo algum. Eu só casei quando eles falaram para mim assim: “Olha, você tem um intervalo aqui que pode ocupar com alguma coisa. Você está fazendo muita pesquisa. Se você casar vai te ajudar no processo da pesquisa. Você tem que receber uma consciex que está aí, como é que você vai fazer?” Eu perguntei para os amparadores: não tem mais ninguém? Fulano, fulano? “Não, não tem mais ninguém, você é a pessoa.” Então, se o maximecanismo decidiu, estou aí! É preciso lembrar: casei com 42 anos já sa-bendo de tudo, tudo de caso pensado. 0 maximecanismo não impõe nada a ninguém, ele chega e fala assim: você quer ou não, pega ou larga? É igual ao pessoal do Instituto, nin-guém impõe nada a ninguém: o caminho é esse, você quer ou não quer, o problema é seu.

18)JI: E o seu filho, você teve depois de ter completado sua programação existencial?

Waldo: Não é bem assim… Acho que o compléxis eu consegui mesmo quando nós chega-mos à publicação do Projeciologia. 0 Projeciologia me deu muito trabalho. Eu consegui escapar dos processos, nesse intervalo, eu tive um acidente e, nesse acidente, eles falaram para mim: “Agora é a sua decisão, o que você quer?” Eles estavam procurando, aí eu senti os problemas, e tudo se seguiu num programa, dentro de determinados períodos bem de-marcados. Mas o compléxis, eu vi que era o problema do livro, o que eu tinha que fazer era comunicar isso tudo à limpo. Eu fiz o livro que serviu para mim como uma cápsula do tempo para a próxima vida. Agora, essas coisas superaram tudo, o que eu tive, na realidade, foi uma moratória, e também um extra que eles deram. Até um certo ponto parece que conclu-ímos tudo isso numa boa. Mesmo com os meus processos e uma porção de outras coisas, valeu.

19)JI: Para o inversor, fica indicado casamento só a partir dos 40 anos. 0 que está por trás disso?

Waldo: É mostrar para a pessoa que quando ela chegar aos 40 anos, ela não vai querer casar mais porque não é boba, já alcançou uma total maturidade para não querer casar, ela vai querer ter uma dupla evolutiva. Pode ser que para alguns de vocês vai chegar o orientador evolutivo e falar assim: “Pega ou larga! Você quer, está aqui, essa pessoa com macrossoma que vai ter uma vida nova.”

20)JI: Mas o problema do casamento está no fato de ter filhos ou por estabelecer um contrato formal?

Waldo: Casamento é secundário o inversor não pode fazer isso à toa. E hoje não precisa disso, porque tanto o casamento quanto você se juntar com alguém é a mesma coisa. Desde que estejam 5 anos juntos, os valores são os mesmos, a legalização e os direitos de cada um são os mesmos que no casamento. 0 problema não é esse, o problema é de compromisso. Se precisa de papel, é que o negócio é sério, se precisa de testemunha é porque a coisa é muito séria. Ninguém está confiando em nada. A dupla evolutiva não pode ter isso. Também não adianta você chegar e falar: nós vamos casar, pega o sangue aqui do dedo, coloca no outro, olha para lua cheia e faz uma promessa um para o outro, isso é romantismo. 0 problema é entre duas consciências, ver o que é que quer fazer para valer, definitivo.

21)JI: Uma das prioridades do inversor é realmente entender o desperto para direcio-nar as metas?

Waldo: É uma delas, mas não é tudo, porque até chegar no desperto você tem que entender uma porção de coisas: estado vibracional, tenepes, tudo isso vem antes da desperticidade. Você tem que entender muito bem o epicon e uma porção de coisas para chegar lá, o des-perto já está na frente, mas até chegar lá você tem várias camadas e várias etapas para transpor.

22)JI: Uma vez sendo desperto, pode acontecer de não ser desperto numa vida posterior?

Waldo: Olha, tudo é possível. Tem pessoa que vai e volta, isso depende dela, se ela está dentro daquela faixa e ainda não fixou o aprendizado é possível desbordar, cair fora. Isso é ectopia. Eu acho que a pessoa não fixa numa só vida, precisa de muitas. Vocês pensam que estou mexendo com isso pela primeira vez? 0 processo de energia, projeção, isso não é de hoje. Nunca consegui, num corpo só, as coisas que eu consegui nessa vida. Por exemplo, meu problema no extrafísico do povo todo querendo acabar comigo, e o caso de eu ter saído de um acidente que rachou minha cabeça e eu não tinha culpa de nada. Joguei, então, tudo para cima e eu esmo, junto com os amparadores dei um jeito na situação. É preciso ter muita confiança no extrafísico. O processo de você acompanhar, na vida intrafísica, a transmigração, eu nunca esperava isso na minha vida e vi de perto, e muitas outras coisas também.

23)JI: A tares para o inversor é pré-requisito para fazer tenepes?

Waldo: A tenepes inevitavelmente caminha para a tares. E uma tolice enorme a pessoa ficar com a tacon, não há razão, não há lógica. Ela tem que caminhar com a tares. Vejam bem: a própria Invéxis já é a tares. A maioria de vocês, para fazer a Invéxis, não têm que começar esclarecendo seu pai, sua mãe, seus irmãos, seu grupo evolutivo? Isso é tares. É uma coisa muito séria, pensem bem!

24)JI: E quanto à docência na Projeciologia para o inversor?

Waldo: Eu acho que todos os inversores têm que caminhar para a docência o mais depressa possível. Esse é o caminho, em primeiro lugar. E outra coisa, o Instituto está ai, nós quere-mos professores novos,jovens, idéias novas, avançadas, renovação. É preciso colocar esses inversores tomando conta de tudo porque ‘ são a prata da casa. Vocês estão indo no cami-nho certo desde o início, vamos dizer, não tem galho torto, a árvore está nascendo boniti-nha, certinha, entendeu o que eu quero dizer?

25)JI: Qual a faceta de sua personalidade que mais lhe ajudou na Invéxis?

Waldo: Você quer ver a coisa que eu acho mais séria para o inversor: disciplina. Eu sempre fui assim, achavam que eu era excessivo. Tinha gente que achava que eu era fanático mes-mo. Fanático com a minha idéia, veja bem! No movimento em que eu estava, todo mundo achava que precisava casar, honrar a situação, criar um clã, uma família, e eu contra. Eu tive que lutar contra todo mundo e no fim eu fiquei isolado com os amparadores. Aí, eles falaram: “espera, tudo tem sua razão! É tudo devagar assim mesmo, não adianta querer co-locar o carro na frente dos bois!”

26)JI: Nós estamos nos preparando para trabalhar com a socin. Existe alguma técnica para se conseguir atingir mais cedo a maturidade psicológica e pegar a malícia das coisas?

Waldo: Uma coisa boa é ler jornal para saber o que se passa no dia a dia, estar a par de tudo, bem atualizado. Uma pessoa mais informada, aprende tudo mais rápido, sabe tudo mais rápido. Leia jornal. 0 jornal tem todas as tolices, a malícias da vida, pode-se ver o que si passa aqui, para poder consertar. Notícias, certos editoriais, os grandes cronistas. É bom fazer uma biblioteca com recortes de jornais, aproveitar tudo quanto é revista e jornal, uma coisa que seja dinâmica e avançada

27)JI: Pelas suas percepções parapsíquicas, o que você tem visto sobre o intercâmbio entre os inversores aqui do intrafísico e os futuros inversores que estão no extrafísico?

Waldo: Eles estão dando muita força e apoio para vocês. Eu, às vezes, vejo um de vocês com uma porção deles que estão se preparando para vir. Eles estão tentando saber o que vocês estão fazendo. A turma está aí, eles estão de olho. Demora uma geração (15 a 20 a-nos) para esse povo aparecer, isso é inevitável. Acho até que com a divulgação do Instituto, se for incrementada através da publicidade e propaganda, essa turma vai vir, não tem jeito. Mas nas Universidades há muita gente preparada para entender isso tudo. 0 problema é que o Instituto ainda não foi até lá. A Universidade é uma faca de dois gumes, porque chega num ponto em que a pessoa vai se formar e o envolvimento de compra, formatura, família, o problema social, poder econômico-financeiro, é terrível. A pessoa muda o caminho, entra numa ectopia e esquece do percurso. Vem o poder do passado e ela vê outros valores, aí desvia do caminho. Por isso eu falei: a escolaridade formal é terrível, pode desviar toda a proéxIs da pessoa. Ajuda um lado e piora por outro. É um veneno mas é também um remé-dio, depende de como se olha.

28)JI: Você acha válido um inversor optar por fazer primeiro uma faculdade para ter sustento financeiro e uma segunda na área que realmente gostaria de trabalhar, apesar disso requerer um investimento de no mínimo 4 anos?

Waldo: Às vezes vale a pena. Eu queria estudar medicina, não tinha faculdade, mas eu não podia devido à minha sobrevivência. Eu esperei, fiz odontologia, depois fiz a outra. Cada um tem seus problemas, você não pode estar resolvendo a coisa muito bonitinha. Outra coisa, eu esperei dois anos sem estudar coisa nenhuma formal porque não tinha mais escola para eu estudar. Esses dois anos, eu perdi? Até certo ponto sim, até certo ponto eu ganhei, eu fiquei mais maduro. Eu não acho que uma pessoa, em certas carreiras profissionais, deva se formar muito cedo. É bom que ela amadureça. Nem tudo é ruim quando se estaciona. 0 negócio é não abandonar e ter disciplina.

29)JI: 0 nosso modelo evolutivo é o Serenão. Na sua adolescência, quando você não tinha conhecimento do Serenão, qual que era seu modelo evolutivo?

Waldo: Olha, eu mexia com o processo do Transmentor, que é o meu orientador evolutivo. Mas eu já sabia da existência do Serenão e sabia também das Consciências Livres, porém não tinha uma noção tão exata deles. 0 orientador eu já conhecia com vinte e poucos anos. Tanto que vocês, se pegarem o Projeções da Consciência, vão encontrá-lo lá. No movimen-to que eu trabalhava, ninguém sabia desse Transmentor, ele nunca me deu uma mensagem psicografada.

30)JI: Você sempre teve o parapsiquismo desenvolvido e muitos dos inversores não têm. Você acha que isso dificulta nossa inversão?

Waldo: Não, porque cada um tem seus dons, suas faculdades, potencialidades, talentos pessoais que a pessoa tem que desenvolver. Eu não acho que só o parapsiquismo serve. A coisa mais séria é a intelectualidade, em primeiro lugar. Em segundo, entra o parapsiquismo, em terceiro, a comunicabilidade. Às vezes, a pessoa é boa na comunicação. Ela chega e vai acertar os outros dois, a intelectualidade e o parapsiquismo. Mas esses três, a tridotação consciencial, é o que eu acho que tem que ser preservada, buscada, analisada.

31)JI: No caso dos grupos de inversores existenciais, o que eles precisariam para se manter mais motivados e produtivos nas suas atividades?

Waldo: 0 problema todo é a pessoa ficar estacionada, ela tem que criar sempre coisas novas, pois coisas novas estimulam a criatividade, fomentam outras idéias novas, acrescentam, há uma criatividade maior em tudo que é feito. A pessoa não pode parar, tem que estar fabricando alguma coisa, construindo, tendo inventividade. A manutenção o difícil para manter essa criatividade. Façam projetos a curto, médio e longo prazo. Vão em frente.

32)JI: Pelo fato de o inversor ser neófilo, será que ele não pode utilizar isso como fuga do que deveria fazer?

Waldo: Olha, a pessoa pode usar as coisas boas de maneira errada, dependendo dela. A natureza humana faz isso todos os dias, mas isso é a parte patológica, alterada, ectópica, não interessa para nós! Você tem que estudar a doença para ajudar o doente, mas o que interessa para nós é a saúde. Nós temos que exaltar a saúde, o equilíbrio, o melhor, o cosmoético. Utilize o discernimento. 0 que mais existe no mundo é imaturidade, a coisa mais fácil que existe é estudar a imaturidade dos outros. Mas maturidade, é muito difícil. Estudar o discernimento e a cosmoética também é muito difícil. É o equilíbrio. Então, vocês têm que pensar é no melhor, como eu fiz. Eu cheguei até aqui por isso. Se eu fosse estudar a loucura de pegar no “trabuco”, de ser comunista, como muitos colegas meus, eu não teria chegado aqui, teriam me matado antes. Isso é radicalismo, é extremismo, eu nunca fui assim. No entanto, tem gente que sempre achou que eu sou radical e extremista, mas comigo. Por quê? Pela minha deliberação e determinação pessoal. Eu determinei fazer, eu faço, quem manda em mim sou eu, minha consciência tem autonomia, é um direito inalienável, ninguém tira de mim. Isso eu passo para vocês. Vocês não têm outra escolha.

33)JI: Isso explica sua postura perante seus amigos?

Waldo: Eu não briguei com ninguém. Mas também não segui nenhum deles. Não segui o cara que casou, o cara que foi para o exército, o cara que entrou na marginalidade para combater o governo, que achava que tudo precisava disso. Não fui radical, não segui o outro cara que era o galã, nem o que foi para o exterior, nem o que foi virar fazendeiro para ficar rico. Eu aprendi a fazer assistência muito cedo na minha vida. Eu ajudo os outros naquilo que eles estão precisando e não naquilo que eles querem. Quem faz meu destino sou eu, ninguém manda em mim. Isso é a regra para todo mundo, se você não entrar nessa, você está perdido. Mas tenho seguido o Transmentor, nele eu posso confiar. Eu sou uma pessoa que, se o amparador chega e fala uma coisa que não entendi, eu questiono e se estiver em dúvida, não sigo, e ele respeita. Você tem que saber o que você quer para sua evolução.

34)JI: Mas é difícil ter uma família disposta a aceitar tudo, não é?

Waldo: A minha família dizia: ” isso é tolice, tem que conhecer mais, você é uma pessoa adulta, nessa sociedade que está aí não pode pensar do jeito que você está pensando, você está muito avançado para isso.” Meu pai, amigo do meu pai, todo mundo que era mais velho do que eu falava isto: “seus pensamentos não são para agora.” Em parte eles tinham razão. A minha família foi trágica, eu cresci dentro da tragédia. Mas eu, por exemplo, não reclamo de nada, minha infância foi muito boa, eu sabia fazer o meu isolamento com os amparadores. Eu criei o meu ambiente, eu nunca dependi dos outros. Você sabe que tem gente que acha que um de meus trafares é que eu não gosto de depender dos outros, eu não recorro aos outros para resolver os meus problemas. Você tem que lembrar que eu comecei a entregar marmita com 5 anos, sai de casa para nunca mais voltar aos 12.

35)JI: Como você sabia que estava no caminho certo?

Waldo: Eu via o que era certo ou era errado. Tinha uma coisa comigo que, com o passar do tempo, eu vi que era dos amparadores: vinha o negócio, eu olhava aquilo e dizia “isso não é para mim.” Essa expressão é que eu tinha dentro de mim: “isso aí não é para mim, isso vai me prejudicar lá para a frente. Eu já tinha noção plena que eu tinha que fazer alguma coisa. Aos 14, eu já estava fora, bem seguro. Eu já discutia as coisas, já não era afadigado para defender meus pontos de vista, não queria ter razão em nada, dava razão para os outros.

36)JI: Como se manifestou seu porão consciencial?

Waldo: Havia coisas que me davam ondas de revolta. Mas eu nunca fui bobo, amadureci muito cedo. 0 nível de discernimento com as coisas não era fácil. Mas eu via muita injustiça, era época de jagunço. Eu vi o que aconteceu com meus colegas, muita gente se revoltou, virou extremista e acabou no buraco. Eu segurei a situação e disse “isso não é comigo, dei-xa.” Vou me poupar disso, deixa eu “engolir o sapo”, mais tarde a coisa muda. Eu vivi muito tempo sem família, não tinha a quem recorrer. Parece que isso me deu mais força para eu ter essa auto-suficiência que tenho agora, eu não preciso de nada nem de ninguém, eu sei me safar em qualquer dimensão. Eu acho que se eu tivesse uma família constituída fazendo parte dos meus 13, 14, 15 anos jamais eu poderia largar essa bobagem toda! Não tinha di-nheiro, eu vivia em um meio onde todo mundo tinha, eram filhos de fazendeiro. Então eu tive que me valer de minha cabeça, por exemplo, tirava nota melhor que todo mundo e até ensinava para quem não aprendia.

37)JI: 0 porão geralmente gera agressividade maior nos meninos que nas meninas. Foi o seu caso?

Waldo: Eu nunca tive isso, não. Na minha vida, tive três brigas. Tive que brigar porque os caras me atacaram e tive que me defender. Nunca fui para o ataque, não sou besta! Nunca entrei em nada que era errado porque eu olhava para a pessoa e via que ela estava transfigu-rada, eu não sabia o que era aquilo: “isso aí é outro bicho, eu não quero saber disso”, aí eu dava o fora! Era tudo assediador. Eu tinha um primo que era totalmente alterado e a gente tinha que conviver, e aprendi muita coisa, não tinha outro jeito!

38)JI: Como você lidou com sua afetividade na adolescência?

Waldo: Eu comecei minha vida sexual quando tinha 5 anos, lá no interior. Você era obri-gado a ir “no tapa”! Eu acho que era tudo muito mais precoce nessas coisas, a gente vivia no meio dos bichos, no meio da natureza, cidade de interior pequena, você conhecia todo mundo. A gente sabia de tudo, eu me preservava ao máximo, mas tinha uma turma com quem me dava melhor, amigos da escola, muita gente gostava de mim. Eu fazia amizade, sempre tive muitos amigos. Mas a coisa mais séria mesmo foi na adolescência. Depois dos meus 15 até os 20 anos houve dificuldade devido à pressão das mulheres para eu casar. Eu era um bom partido, todo mundo querendo. Teve caso que ocorreu de uma maneira anti-cosmoética. Até os amigos pressionavam, gente que eu conhecia, eu ia confiar em quem?

39)JI: Isso ocorria devido às suas energias?

Waldo: Pelas energias, porém não era só isso. Devido à posição: um cara que ia bem na escola, melhor do que os outros, não tinha dinheiro, mas sabia o que queria, podia-se confiar nesse cara. Não era um cara antipático. Para você ter uma idéia, tinha uma jornalista da igreja católica que, para me conquistar, colocou uma fotografia com o meu perfil no jornal que ela dirigia, e colocou assim: “O maior perfil da cidade!”. Isso era para me tirar das coisas que eu estava fazendo. E tem outra: juntou todo mundo, inclusive o professor em quem eu tinha mais confiança disse: “você tem que levar a sério essa moça, ela gosta demais de você, você se dá bem com ela, ela tem problema no coração, você tem que ser bom com ela! Você ajuda todo mundo, seja bom com ela.” Essa moça está viva até hoje. Vejam, eram coisas assim horríveis para me envolver de tudo quanto é jeito. Eu conto porque os amparadores sabem o que estou fazendo. E eu via as pessoas se transfigurando, vinha aquela coisa por trás e eu via o que tinha ali, isso me vacinava e eu deixava para lá. Mas, de vez em quando, eu tinha que mudar, sim. Às vezes, estava ajudando numa instituição e começava aquela pressão, aí eu falava: “vou sair daqui senão daqui a pouco serei obrigado a bater de frente com todo mundo, antes de acontecer isso deixa eu cair fora”, então saía de fininho. Teve muito trabalho começado que eu não podia seguir porque senão estaria compactuando com as coisas, cúmplice daquilo que estava errado. Se não fosse os processos de mexer com as energias, eu acho que seria difícil a vida afetiva-sexual por exemplo. Não tinha essa liberdade ainda, era tudo muito escondido, muito disfarçado, muito hipócrita. Era muito difícil para o homem viver assim, e ainda sem dinheiro era pior!

40)JI: Você usava as energias a seu favor?

Waldo: E a favor dos outros também, eu já dava passe para quatrocentas pessoas. Nunca sofri um acidente naquela época, nunca ninguém me assaltou, nunca ninguém me deu um tiro apesar de ter tanta gente com revólver na bolsa. Gente que queria me matar para “evitar meu sacrifício, para suavizar a minha vida”: “tadinho. ele tá velho demais, ele tem que ir!”.

41)JI: 0 Estado Vibracional, surgiu como?

Waldo: Teve o problema de que faltava alguém mais forte do que eu. Eu começava a mexer com as energias e chegou num ponto em que eles (os amparadores) começaram a falar para mim: “você agora tem que começar a mexer com as energias sem nós envolvermos você. Vai. Começa. Veja o que acontece.” Com o passar do tempo, eu comecei a fazer isso com a maior naturalidade e comecei a lembrar de vidas anteriores em que eu mexia com isso mesmo. Então comecei a ver que em vez de todas essas teorias que estão por aí, essas bobagens e técnicas, a vontade é o que é fundamental . É muito mais fácil. Aí eu comecei a pensar se todas as pessoas são capazes de fazer isso que faço. Aí eu vi que eram: Homens, mulheres, de idades diferentes. Eu tentei colocar dentro do movimento em que eu estava e vi que havia resistência. Deixei o negócio de lado, comecei a fazer sozinho. Aí comecei a acumular uma porção de coisas sobre EV e projeção também.

42)JI: Na outra vida em que você estudou o EV, que linha você seguia? Era mais oriental?

Waldo: Uma porção de coisas. Por exemplo, tinha um processo meu em que eu fazia lápides, era artista de escultura, contudo não tinha habilidade. Comecei, então, a materializar as coisas embaixo do Sol quente. Eu sabia mexer com isso de todo jeito, através da alquimia, da magia e outros. Trabalhei com as energias em alto nível. Mas chegou num ponto em que tive que parar, estava ajudando gente demais prejudicando os interesses políticos daquele povo. Ainda saí numa boa, sem problema nenhum. Mas essa aí é uma das vidas que a turma do Instituto sabe, muita gente do Instituto estava lá. E outra coisa, existem elementos também que me mandaram matar e agora estão todos aí trabalhando juntos, numa boa, entendeu?

43)JI: Qual o valor da retrocognição para o inversor?

Waldo: A retrocognição é inavaliável. Se ela é sadia, se a pessoa tem, não é só para pessoa, é para todo mundo. Você não pode avaliar, depende do que você vai ver. Ela coloca a reali-dade extrafísica na sua vida e no seu processo evolutivo. Isso dá um gabarito e uma abertura de ponto de vista, de horizonte.

44)JI: É um ponto que vale a pena investir?

Waldo: A retrocognição é problemática em matéria de investimento, você tem que ver uma porção de fatores que te levam àquilo. 0 ideal, por exemplo, .é a pessoa investir no estado vibracional, na projeção consciente para depois pensar nisso. Há uma escala. Se você co-meça a trabalhar com energia, a fazer assistência, a trabalhar com a tares, a retrocognição é inevitável. Ela aparece, não tem jeito. Só de você começar a mexer com os processos da tarefa do esclarecimento, começa a ver as pessoas, ver os reflexos. A retrocognição aparece.

45)JI: Quando foi sua primeira retrocognição?

Waldo: É uma coisa difícil de responder. Parece que a primeira retrocognição foi quando eu ainda estava nos braços de minha mãe, mas a gente não tinha capacidade de julgamento, de juízo crítico para entender isso. Com três anos eu comecei a falar para meu pai da retro-cognição do que tinha sido alguns anos antes de eu nascer: comecei a falar da minha casa, do meu pai que era separado da minha mãe, que eu tinha ajudado ajuntar os dois para poder nascer. Foi de 1935 para 1937. Eu tinha lembranças também devido ao meu parto, que foi muito laborioso, eu fui tirado a fórceps. Isso influiu na minha cabeça, chorei muito, e meni-no que chora desperta mais. Eu chorei 9 meses sem parar com cortes na minha cabeça. E outra coisa: eu tive ama de leite, além da minha mãe. Ela arranjou uma mulher que era muito forte e me deu energia. Aquilo me ajudou a recuperar tudo.

46)JI: Waldo, você cita no livro 700 Experimentos da Conscienciologia “que a incons-tância e a instabilidade podem ser apenas tão só imprudência”. Você considera que a instabilidade é um problema do inversor? 

Waldo: Disciplina. Hoje vocês têm computador. Vocês podem fazer uma planilha muito melhor. Eu fazia minha planilha na base de caderno de capa dura, é o que eu tenho lá em casa. Eu tive muitos outros, mas esse já tinha coisas substanciosas, até hoje ele me serve para pegar informações. Então, quero dizer: disciplina.

47)JI: Waldo, o que os inversores já engajados devem divulgar para despertar outros inversores?

Waldo: Coloquem tudo que seja vantagem da inversão e o que vocês chegaram à conclusão até agora, todos vocês já têm mais de um ano de inversão, tá certo? Então, por exemplo: “eu tenho três anos de inversão e a melhor vantagem que tive foi isso, até agora”. Peguem várias declarações.

48)JI: Um dos megatrafores do Serenão seria o anonimato. Como o inversor deve tra-balhar esse aspecto?

Waldo: Olhem, o que vocês têm que atingir primeiro é a: desperticidade, depois você tem que pensar no anonimato, nem eu penso nisso. Você vê que eu desbordo a falar, abro o jogo e não quero saber de nada, entendeu? É a saída.

49)JI: Você não acha que daqui a um período não muito longo, com a globalização e um intercâmbio maior, vai haver um boom não só da Conscienciologia, mas também de inversores?

Waldo: Não vamos ser massa absoluta, mas vai aumentar. Essa microminoria deve aumentar um pouco. Não deve ficar micro, micro, micríssima! Ela deve dar uma inchadinha. Os inversores são a essência do processo jovem, é a consciência jovem que está aí, isso é muito sério porque a juventude é a renovação. Sem o processo da juventude nada melhora, pensem nisso.

50)JI: Você acha que existe alguma parte do mundo que pode concentrar mais inversores?

Waldo: Isso a gente só vai ver daqui a uns tempos. Porque tem muita gente estudando, é o processo da faculdade. A Invéxis diz respeito ao campus universitário, eles estão ali , na-quela massa. Se a pessoa não está lá, ela precisa ir para lá depois, alguma coisa ela tem que estudar. Sem estudo não dá. Como é que a pessoa pode caminhar sem estudar para ter dis-ciplina? Como é que ela vai se disciplinar sem estudo? Não tem jeito. Vocês estão vendo como isso é prioritário.

51)JI: Como deve ser visto o processo universitário pelo inversor?

Waldo: Tem que fazer do jeito que está aí. Tem que tirar o diploma para legalizar tudo. E estar na universidade para aprender a estudar. E estudar por si até a hora de morrer, até a hora da dessoma. E aí então, esquecer da universidade, esquecer tudo. Universidade é um período que serve para legalizar. Mas é bom para aprender, para ver as bobagens, anotar tudo. Você vai ter uma aula, não perca essa aula. Se você não vai aprender nada, leve um livro para ler ou anote alguma coisa. Se a aula tiver alguma coisa, a gente sempre aprende. Eu leio de tudo mas seleciono o que me interessa, eu sou um cara que vivo correndo atrás das coisas, todo dia. Eu leio muita coisa.

52)JI: Mas, às vezes, o que o inversor estuda está distante da Projeciologia…

Waldo: Não está, é que vocês estão muito avançados, mas na vida toda vocês terão este problema. É o meu problema. Outra coisa, não fiquem se expondo, defendendo a Projecio-logia corri professor x, y, z. Isso é bobagem. Guardem-se para vocês. Não se exponham. Eles não vão mudar com facilidade a partir de você. Para mudar, às vezes, é preciso uma ou duas gerações, é o que aconteceu com vocês. Outra coisa, na evolução da ciência, por e-xemplo, o paradigma não muda de uma hora para outra, pois estão todos bitolados. Então, deixa para lá na faculdade, só pega o que interessa, aproveita para aprender a estudar. A faculdade serve para isso.

53)JI: Os inversores têm uma proéxis, uma direção, e temos no IIPC grupos com ten-dências diferentes: uns na área terapêutica, outros na sociedade. Vai haver segmenta-ção nos grinvexes?

Waldo: Depende. Isso é o universalismo é a multidisciplinaridade e a interdisciplinaridade não pode ser só uma coisa. A vida é multípara, quer dizer, tem muitas obras conscienciais que as pessoas fazem, dão à luz. Não é só um tipo, tem muitos filhos diferentes.

54)JI: Deve-se seguir uma linha mais objetiva?

Waldo: Sempre mais objetiva, sempre da tares, sempre do mentalsoma, sempre do discer-nimento, veja bem, da holomemória, holomaturidade.

55)JI: Por que foi estipulado até os 26 anos de idade para ser inversor?

Waldo: Isso foi estipulado pelo processo da maturidade biológica. Presta atenção foi um limite que se estabeleceu para vocês terem um parâmetro. Senão, como é que a pessoa vai entender isso?

56)JI: Qual foi sua maior dificuldade na inversão?

Waldo: Não ter companhia intrafísica. Um dos maiores problemas da vida da gente é não ter companhia na vida intrafísica.

57)JI: Dupla Evolutiva?

Waldo: É. E vamos em frente!!

58)JI: Waldo, tem mais alguma coisa que você tenha a dizer para os inversores que vão ler o jornal?

Waldo: “Olha, eu acho que a inversão é um processo irreversível. Ela veio para ficar. Vocês agüentem o “rojão”, porque vocês são pioneiros nisso. Eu sou precursor e vocês pioneiros. Vamos levar isso para frente. Vocês têm uma base histórica de uma coisa que vai ser inevitável daqui para frente. Muitos conceitos de inversão ainda vão ser ampliados. Veja o Estado Mundial aqui na Terra, muitos de vocês ainda vão ver isso consolidado. Esse Estado Mundial vai trazer uma porção de novidades em matéria de relacionamento com família, quebra das fronteiras, isso tudo vai influir muito na vida dos inversores de maneira muito mais avançada. Outra coisa, as pessoas vão ter mais lazer, mais tempo para estudar, vão ter que priorizar seus processos de pesquisa. Isso deve mudar alguma coisa. Acho que nós ti-vemos muita barreira, eu tive muito esforço, muito sacrifício. Vocês têm um pouco pela frente. Vai chegar um nível em que isso tudo vai suavizar. As coisas vão ser melhor aceitas, não vai haver tanta briga, vai se saber o que existe. As gerações não vão brigar tanto uma com a outra. Porque o problema da inversão é que ela mexe muito com esse conflito que ainda está aí. Olhem bem que vocês vão ver. E a Terra está mudando, se transformando, modificando com muita rapidez, o problema de gerações está diminuindo cada vez mais. Hoje, seis meses já é uma vida, muita coisa pode ser feita em seis meses. Antes, não era assim. Daqui a pouco, o conhecimento vai dobrar a cada mês. Como é que nós vamos lidar com isso? Eu acho isso fora de série! Nós temos que estar preparados para isso. Acho que vocês têm que caminhar cada vez mais para o processo da informática, da multimídia, não podemos esquecer isso. Logo que vocês puderem, arranjem cada um de vocês seu notebook. Vamos trabalhar nesse sentido. Isso vai dar um monte de idéias novas para vocês. É uma das coisas que eu recomendo para todo mundo: sempre que puder, venda um sapato, uma roupa, jóia, pare de comprar supérfluos durante seis meses e compre um notebook. Ponham isso como meta, pois eu acho muito sério para dinamizar a vida de vocês. E é notebook pessoal, não da dupla evolutiva!”.

http://www.consciencialucida.com.br/2010/08/entrevista-com-walvo-vieira-maio-de.html 

O que é a Conscienciologia?

Perguntas Frequentes

 O que é a Conscienciologia?

A Conscienciologia é a ciência dedicada ao estudo da consciência “inteira”, constituída por todos os seus corpos (holossoma), atuando a partir de diversas dimensões (multidimensionalidade), considerando as suas múltiplas existências (multiexistencialidade), sob influência das energias (bioenergias) e das manifestações parapsíquicas (parapsiquismo). A Conscienciologia foi proposta publicamente em 1986 pelo médico e pesquisador Waldo Vieira, no livro  Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano, e ratificada com a publicação do tratado 700 Experimentos da Conscienciologia, em 1994.

O que é a consciência?

A consciência também pode ser denominada de ego, essência, individualidade, personalidade, sujeito, pessoa, self, ser, sujeito, dentre outros. Eu, você e todos os seres autoconscientes são consciências. Há consciências manifestando-se nesta dimensão física, através do corpo humano. Há também consciências manifestando-se em dimensões não-físicas (extrafísicas) através de outros corpos mais sutis e sofisticados.

A consciência é fruto do corpo biológico? Ela se extingue com a morte?

Não. Segundo a Conscienciologia, a consciência não é o corpo humano e tampouco é um subproduto da atividade cerebral. A consciência utiliza o corpo biológico na condição de veículo ou instrumento para ela se manifestar na dimensão material. A consciência pode existir independente do corpo humano e além vida humana. A sua consciência existiu antes de você nascer neste atual corpo biológico, de homem ou mulher, e continuará existindo após o descarte e desativação deste corpo. Além disso, a sua consciência pode sair temporariamente do corpo humano através de um fenômeno conhecido por projeção da consciência ou experiência fora-do-corpo. Este fenômeno é estudado pela Projeciologia, uma das especialidades da Conscienciologia.

O que é a Projeciologia?

A Projeciologia é a especialidade da Conscienciologia dedicada ao estudo das projeções conscienciais ou saídas lúcidas da consciência para fora do corpo, e seus efeitos. Você pode projetar a sua consciência para fora dos limites de seu corpo humano e também pode projetar as suas energias conscienciais. Estas possibilidades são inerentes à natureza de todas as pessoas e representam uma fonte inesgotável de esclarecimentos sobre os mais importantes problemas da vida, elucidando-nos sobre quem somos, de onde viemos, para onde vamos e o que estamos fazendo aqui.

Como acontece a projeção da consciência?

Através da descoincidência do holossoma. Durante a vigília física ordinária os corpos estão encaixados uns nos outros, mantendo o foco da consciência no corpo biológico e em toda a vida humana. Pela vontade firme, através de técnicas específicas e até mesmo durante o sonoqualquer pessoa pode “desencaixar” temporariamente estes corpos fazendo com que a consciência se manifeste em outras dimensões. Há fenômenos parapsíquicos transcendentes decorrentes desta descoincidência que também são investigados pela Projeciologia, por exemplo: clarividência, retrocognições, precognições, ectoplasmia, telepatia, psicografia, dentre muitos outros.

O que é holossoma?

O prefixo Holo, do grego, significa “todo, conjunto”. O sufixo Soma, também do grego, significa “corpo.” O holossoma é o conjunto de corpos ou veículos de manifestação da consciência. O corpo mais denso e rudimentar que a consciência utiliza é o corpo humano, denominado de soma. Existe outro corpo mais sutil denominado  psicossoma, também conhecido por perispírito, alma, corpo astral ou fantasma. E existe um corpo mais sofisticado e transcendente conhecido por  mentalsoma, ou corpo mental. Ele é a sede de nosso discernimento, de nossa memória integral e dos atributos conscienciais mais avançados. Além destes 3 corpos existe o energossoma, também conhecido por  holochacra, corpo energético ou duplo-etérico, responsável por vitalizar o nosso corpo humano. O corpo energético relaciona-se com a aura humana os chacras e a sensibilidade parapsíquica das pessoas em relação a objetos, lugares e outros indivíduos.

O que é multidimensionalidade?

É a condição na qual a consciência é capaz de manifestar-se em múltiplas dimensões através do holossoma. Portanto, existe a dimensão intrafísica, material, densa onde a consciência atua a partir do soma. Existem também infinitos gradientes de dimensões extrafísicas, nas quais a consciência manifesta-se através do psicossoma e do mentalsoma. Há também a dimener, ou dimensão energética, onde se desenvolvem os fenômenos e as ocorrências da vida energética a partir do energossoma. O desafio da Conscienciologia não é apenas estudar teoricamente tais dimensões, mais conhecê-las na prática e desta forma ampliar a lucidez quanto à multidimensionalidade, o que se denomina de Autoconscientização Multidimensional (AM).

O que é multiexistencialidade?

Multiexistencialidade é o termo que designa a multiplicidade de vidas ou  serialidade de existências as quais a consciência já viveu no passado e continuará vivendo no futuro, dentro do  Ciclo Multiexistencial Pessoal. Entre uma vida humana e outra a consciência passa pelo chamado período intermissivo ou  intermissão quando retorna a sua verdadeira procedência ou origem: a dimensão extrafísica. Desta forma, a consciência alterna períodos extrafísicos com períodos intrafísicos. Portanto, a consciência pode estar na condição de conscin, ou consciência intrafísica ou na condição de consciex, ou consciência extrafísica.

O que são bioenergias?        

As bioenergias são as energias que emanam de todos os seres vivos e os vitalizam. Toda pessoa possui ao seu redor um campo de energia denominado corpo energético ou energossoma. As plantas, o solo, a água, a atmosfera também possuem padrões específicos de energias. Vivemos uma existência energética, ou seja, todos os contatos, trocas ou interações que realizamos com outras pessoas, com objetos e com o mundo de modo geral envolvem trocas energéticas. Recebemos e doamos energias a todo instante. Existem padrões de energias mais sadios e outros mais doentios. A pessoa pode identificar, dominar e empregar suas energias para otimizar sua vida, fortalecer sua saúde física e mental e abrir desenvolver o seu parapsiquismo.

O que é parapsiquismo?

O parapsiquismo é o conjunto das parapercepções avançadas da consciência, além dos 5 sentidos básicos do corpo humano. O parapsiquismo é uma habilidade inerente a todo indivíduo e pode ser aprimorada de modo racional, livre de quaisquer conotações religiosas ou de iniciações místicas. O desenvolvimento lúcido do parapsiquismo possibilita a compreensão integral do que vem a ser a consciência e permite a vivência do paradigma consciencial proposto pela Conscienciologia.

O que é Paradigma Consciencial?

O estudo destas realidades transcendentes acerca da consciência exige a criação de um novo modelo ou paradigma capaz de abranger e explicar a complexidade das manifestações conscienciais. O paradigma consciencial propõe uma nova forma de interpretar os fatos e apontar o direcionamento mais apropriado para as pesquisas da Conscienciologia. A partir do paradigma consciencial a própria consciência (eu, você, todos nós) estuda a si mesma (objeto de estudo). Neste modelo, a própria consciência passa a investigar, anatomizar e conhecer o seu microuniverso consciencial. Pelo paradigma consciencial o pesquisador e objeto pesquisado constituem um único elemento. Este processo, conhecido como autopesquisa, leva inevitavelmente ao autoconhecimento e ao amadurecimento da própria consciência-pesquisadora. O paradigma consciencial assenta-se nas premissas da multidimensionalidade, multiexistencialidade,  holossomática e bioenergética.

Como se pode provar todas estas ideias?

Através da auto-experimentação direta. O fundamento essencial da Conscienciologia é o princípio da descrença: “Não acredite em nada, nem mesmo no que lhe informarem aqui. Experimente. Tenha as suas experiências pessoais.” Portanto, o ideal é a pessoa avaliar toda informação com senso crítico e reflexão, buscando confirmar ou não os conhecimentos propostos com base em suas experiências. Neste exercício, devem-se excluir dogmas científicos, filosóficos, ideológicos ou religiosos que possam obstruir a liberdade necessária para a compreensão das chamadas verdades relativas de ponta. Assim, a melhor evidência é aquela obtida pela convicção pessoal advinda de experimentos promovidos pela própria pessoa motivada e com senso científico.

 O que são as verdades relativas de ponta?

Também conhecidas por verpons, as verdades relativas de ponta são as realidades mais importantes, novas ou prioritárias que vale a pena serem estudadas, discutidas, colocadas à frente de outras da mesma linha de pesquisa e, por fim refutadas. Não existem verdades absolutas. Tudo se modifica e tende a evoluir, inclusive a nossa concepção acerca do mundo, da vida e sobre o significado de nossa própria consciência. A Conscienciologia não busca impor nenhuma verdade, mas apenas informar os resultados de suas investigações aos interessados. O princípio da descrença é o slogan das Instituições Conscienciocêntricas.

O que são as Instituições Conscienciocêntricas?

Atualmente existem 17 instituições, com sedes em diversas capitais do Brasil e no Exterior, dedicadas ao estudo e a pesquisa da Conscienciologia. As Instituições Conscienciocêntricas (ou ICs) visam disponibilizar estes conhecimentos, de modo teórico e prático, a qualquer pessoa interessada, por meios de diversificada literatura, atividades pedagógicas, técnicas e recursos para promoção da autopesquisa conscienciológica. As ICs reúnem centenas de profissionais de diferentes áreas que se dedicam, através do trabalho voluntário, à gestão, ensino e pesquisa da Conscienciologia. O conjunto das instituições, campus, projetos, voluntários, pesquisadores, professores e alunos constitui a Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI).

 O que é o CEAEC?

O CEAEC, Centro de Altos Estudos da Conscienciologia, é uma das 17 Instituições Conscienciocêntricas dedicada ao ensino e pesquisa da ciência Conscienciologia. Localizado no Bairro Cognópolis na cidade de Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil o CEAEC foi fundado em 1995 e é o primeiro campus da Conscienciologia. Trata-se de uma organização mantida por voluntários, sem fins lucrativos, não-governamental, apartidária e não-religiosa. O CEAEC promove cursos e eventos aos interessados no estudo da consciência integral e acolhe o Tertuliarium onde diariamente ocorrem as Tertúlias Conscienciológicas.

O que é a Tertúlia Conscienciológica?

A Tertúlia Conscienciológica é o curso de longo curso, gratuito, diário, sem pré-requisito, ministrado pelo prof. Waldo Vieira no qual são apresentados e debatidos os verbetes em construção da Enciclopédia da Conscienciologia. Trata-se de uma reunião ou assembléia de pesquisadores afins, homens e mulheres, para debater temas do momento, inéditos, atuais, de interesse comum, teórico-práticos e avançados da Conscienciologia. As Tertúlias ocorrem diariamente, das 12:30 às 14:30 no Tertuliarium e também contam com a transmissão online.

O que é a Enciclopédia da Conscienciologia?

Considerada a obra mais completa sobre a consciência por abranger inúmeras facetas da personalidade, a Enciclopédia da Conscienciologia é o atual projeto desenvolvido pelo pesquisador Waldo Vieira e sua equipe multidisciplinar. Parte do trabalho de pesquisa é feito com base na análise crítica e exaustiva dos fatos do dia-a-dia veiculados pela mídia impressa, matéria prima que mostra a realidade da consciência. Instigante, o estilo do texto da Enciclopédia apresenta uma estrutura fundamentada na lógica, argumentação, associação de idéias e informação, incitando o leitor ao questionamento da sua realidade pessoal.  A Enciclopédia da Conscienciologia fornece amplos subsídios para os intermissivistas realizarem sua programação de vida ou  proéxis.

Quem são os intermissivistas?

Os intermissivistas são as pessoas, homens e mulheres, ex-alunos dos Cursos Intermissivos. Por sua vez, os Cursos Intermissivos são os conjuntos de disciplinas ensinadas durante o período intermissivo, ou seja, ministrados para a consciência extrafísicas maduras, lúcidas, antes de nascer. O objetivo dos Cursos Intermissivos é auxiliar a consciência a planejar minuciosamente a sua próxima vida humana e estabelecer as cláusulas da sua próxima programação de existencial, isto é, sua tarefa, missão ou programação existencial a ser cumprida aqui, na vida humana.

O que é a proéxis?

A proéxis é a programação existencial específica, de cada consciência humana em sua nova vida nesta dimensão física. Muitas vezes a pessoa tem uma noção íntima sobre algo a ser feito, uma tarefa a ser realizada em sua vida ou um senso de responsabilidade perante a humanidade. O importante é a pessoa pesquisar a si própria para identificar, recordar e fazer a convergência de esforços de sua vida para a execução de sua proéxis, visando atingir o completismo existencial (compléxis).

Como faço para saber mais sobre a Conscienciologia?

Participe das Tertúlias Conscienciológicas online. Envie suas perguntas. Acesse os verbetes ou temas da Enciclopédia disponíveis no site das Tertúlias. Estude, leia, aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto. Navegue nos sites das Instituições Conscienciocêntricas e informe-se sobre a programação de atividades mais próximas de você.