Quebrando o tabu do autodidatismo

Para tornar-se um autodidata, você precisa aprender duas coisas: como estudar de modo eficiente e como garantir que você realmente aprenda

Informação, hoje é algo que existe de sobra, mas, ainda assim, as pessoas ainda não se sentem confortáveis ao falar de autodidatismo ou de se apresentarem como autodidatas. Existe certo estigma social com os autodidatas, as pessoas tratam autodidatismo como se essa fosse uma condição rara, que atribui apenas a alguns seres humanos o poder de “aprender as coisas sozinhos” – e isso é uma bobagem.

Tudo que você aprende é por conta própria, independente se você fez o melhor curso da cidade. Não importa a situação, é você quem estuda para alcançar seu objetivo, – a diferença é que quando você faz isso em cursos, a responsabilidade do resultado e do aprendizado são transferidas para terceiros, desse modo, você fica livre do resultado e das possíveis pressões.

É aí que aparece uma das primeiras vantagens do autodidata: ele assume a responsabilidade do aprendizado e tende a não se engajar em atividades que apenas sinalizam aprendizado – como, por exemplo, ir para a sala de aula e não prestar atenção no que está sendo dito. Porém, isso não quer dizer que o autodidata não possa fazer uso de professores e tutores para auxiliar na jornada. É completamente diferente você contratar um tutor para te auxiliar em certos pontos do assunto e contratar alguém para te ensinar tudo, passando toda a responsabilidade para ele.

Agora, para tornar-se um autodidata, você precisa aprender duas coisas: como estudar de modo eficiente e como garantir que você realmente aprenda. Uma das principais orientações a seguir é desenvolver hábitos e rotinas de sucesso.

Normalmente somos ruins em criar hábitos de modo consciente ou em acreditar que novos hábitos serão desenvolvidos apenas com base na “força de vontade”. É preciso mais do que isso. É preciso identificar sua rotina, afinal, ao ser exposto à mesma rotina várias vezes, nós aprendemos como realizar aquela atividade – e não precisamos mais prestar atenção consciente para aquilo, podemos “desligar” a atenção. Identifique o que você quer fazer assim como o melhor momento para fazer isso – pode ser logo após acordar, à noite, à tarde, etc., o importante é você se livrar das barreiras no momento de começar a executar a rotina.

Outra solução importante é ter um plano caso as coisas não saiam exatamente como o planejado. Já foi comprovado que planejar com antecedência as possíveis adversidades tem um efeito significativo no sucesso da formação de hábitos. Ou seja, se você quer ter sucesso formando hábitos, planeje sua falha.

Após criar hábitos de maneira eficiente, a melhor maneira de garantir que você consiga o que deseja é criando um passo a passo, afinal, é muito mais fácil desenvolver um sistema que você possa executar todo dia para tratar desses afazeres, algo que você faça sem nem precisar pensar a respeito. Assim como um programador de computador desenvolve um sistema para resolver seus problemas, você desenvolve um sistema para resolver certo conjunto de ações dependentes dos mesmos fatores.

Para o autodidatismo realmente funcionar também são necessárias atitudes usadas para qualquer estudo bem sucedido: um lugar isolado, tranquilo e bem ventilado, um bom material de apoio, expectativas reais e, é claro, concentração, dedicação e vontade de aprender.

Paulo Ribeiro é autor do livro “Os 7 Pilares do Aprendizado: Usando a Ciência Para Aprender Mais e Melhor”.

 Fonte

Anúncios

Efeitos do Subcérebro Abdominal

Subcérebro

A expressão do subcérebro abdominal, ou da parte do sistema nervoso instalada na barriga, quando predomina ao longo da vida humana, submete a consciência a manifestações semiconscientes, excessivamente animalizadas e, em muitos casos, constrangedoras. A submissão aos apelos e impulsos subcerebrais geram, por exemplo, a bulimia (comilanças), compras por impulso (modismos) e a anorexia intelectual (aprosexia).

Personalidades. Eis três exemplos de personalidades, quanto à idade biológica, e suas manifestações com base no sistema nervoso abdominal:

  1. O jovem (criança, pré-adolescente, adolescente) que manifesta intolerâncias, agressividade e hedonismo desenfreado.
  2. O adulto que apresenta surtos e imaturidade, por exemplo, ao receber e fazer críticas ou ao sofrer contrariedades.
  3. O aposentado(a) quanto ao trabalho de subsistência que se aposenta também da vida e da produtividade.

Comunicação. Quanto à comunicação, há crescente organização quanto mais se usa o raciocínio (cérebro) e menos a instintividade subcerebral. 

Aqui temos, em ordem crescente de maturidade, três modos básicos de comunicação pessoal:

  1. Subcerebral: falar ou fazer sem pensar; ou parar para pensar só depois de as atitudes terem sido tomadas.
  2. Emocional: falar ou fazer enquanto pensa; ou começar a fazer para desenvolver melhor o que pensa.
  3. Racional: pensar antes de falar ou fazer; ou planejar, organizar e encadear as ações antes de executá-las.

Expressões. A manifestação do subcérebro abdominal é explícita e aparece facilmente nas expressões e ditos populares. Aqui temos cinco expressões relativas ao subcérebro abdominal:

  1. Ter “o olho” maior que a barriga (gula, bulimia).
  2. Pensar que tem o rei na barriga (prepotência, arrogância).
  3. Pensar que seu umbigo é o centro do universo (egocentrismo).
  4. Empurrar a vida com a barriga (desorganização e desmotivação).
  5. Reclamar de barriga cheia (má vontade, mau humor, apatia).

Referência. Na expressão do subcérebro, a barriga é usada como referência, por exemplo, neste três casos:

  1. O homem de abdome avantajado, efeito do consumo imoderado de bebidas alcoólicas associado ao sedentarismo.
  2. O cultivo da musculatura abdominal definida, do tipo “tanquinho de lavar roupas”, para exibir-se no verão.
  3. O uso do piercing no umbigo pelas adolecentes – mais um elemento de sedução. A barriga voltou à moda.

 Daniel Muniz

Fonte

10 Dicas para Acabar com a PREGUIÇA

A preguiça nada mais é do que uma indisposição que uma pessoa tem, de executar qualquer atividade que exija força física ou mental, ou seja, é uma aversão as tarefas dos universos tangíveis e não tangíveis existentes. Em outros termos, é ter dificuldades em realizar uma função, atuando de forma negligente e pausadamente por conta da indolência existente no ser que possui esse tipo de característica.

A criatura que ostenta a ociosidade é sempre passível de desdém por parte dos outros, haja vista, que ninguém aprecia pessoas apáticas e inativas, pois, o que o mundo exige de nós é determinação, labor e principalmente, disposição.

Thomas Atkinson, sabiamente disse: “Vencer a preguiça é a primeira coisa que o homem deve procurar, se quiser ser dono do seu destino.”

Desta maneira, elaborei 10 dicas para que possamos ser mais ativos em nossa vida e consequentemente possamos eliminar essa característica humana desagradável e prejudicial a todos nós, confira:

1 – Faça uma atividade física: exercitar seu corpo, o ajudará a ter mais disposição em seu dia a dia, além de ser um combustível para aliviar o estresse, dando a sua mente um estado de paz e serenidade. É importante frisar, que você deve buscar executar uma atividade física que seja de seu agrado, pois, você não se sentirá feliz, fazendo uma coisa que não gosta.  Desta forma, busque identificar suas áreas de interesse e após isso, invista seu tempo nesta questão. Observe as pessoas a sua volta e perceba que as mais bem humoradas e de bem com a vida são exatamente aquelas que praticam exercícios físicos constantemente.

2 – Estabeleça metas: faça um planejamento minucioso de como irá atingir seus objetivos e implemente os meios necessários para alcança-los, estabelecendo prazos para começar e finalizar. É importante que você tenha disciplina, organização e controle, para que você possa cumprir as etapas de forma gradual e, principalmente, sem deixar que o objetivo final seja desviado. Ao fazer isso, você freará a ansiedade e a insegurança, gerando um efeito estimulante em sua vida.

3 – Tenha uma boa noite de sono: sua mente e corpo precisam recuperar as energias, de modo que sejam revigorados e massageados das constantes pressões cotidianas. Desta maneira, busque dormir oito horas diárias e tenha uma rotina de horários regular, ou seja, não durma meia-noite em um dia, e duas horas da manhã em outro, haja vista, que seu tempo de sono deve ser constante para que sua mente se acostume com esse padrão, facilitando a recuperação de suas forças.

4 – Cuide de sua alimentação: é importante procurar um nutricionista para que ele oriente você sobre alguns alimentos que poderão lhe dar mais energia em seu dia. Destarte, ele poderá, com base em sua rotina, elaborar uma alimentação específica para que você possa ter mais entusiasmo e motivação em sua caminhada pessoal e profissional.

5 – Tenha atitude: algumas pessoas são preguiçosas exatamente por não agirem. Sendo assim, a inércia toma conta de seus corações e elas se transformam em seres indolentes e melancólicos, transformando suas vidas em uma espécie de omissão total. Deste modo, seja diferente e busque ter iniciativa: seja frequentando novos ambientes, ou, se predispondo a ajudar o próximo em alguma tarefa, ou, executando trabalhos que não necessariamente você deveria executar, ou, levantando mais cedo de vez em quando, enfim, procure ter ação ao invés de lentidão.

6 – Busque estar ao lado de pessoas motivadas: ficar ao lado de pessoas inertes e que possuem aversão à produtividade, é contaminar-se negativamente e trazer para si, muitos males. Portanto, procure se cercar de pessoas que sejam motivadas, entusiasmadas, bem humoradas e que tenham disposição para agir diante dos trabalhos a serem feitos, pois assim fazendo, você estará sendo incentivado a ser uma pessoa enérgica, e não o contrário.

7 – Pense positivamente: o pensamento positivo é um dos segredos para termos mais disposição, pois, nosso cérebro reconhece quando temos motivos para nos alegrar, nos entregando mais energia para podermos aproveitar essas oportunidades. Talvez seja por esse motivo, que James Allen tenha dito que: O Homem é aquilo que ele pensa.” Desta forma, sempre tenha otimismo, fazendo dos problemas sempre uma oportunidade de encontrar soluções, e das conquistas, motivos para infinitas comemorações.

8 – Elabore tarefas simples de serem executadas: a complexidade é algo que desmotiva qualquer ser humano, porquanto a mente humana tende a uma desistência natural ao visualizar um cenário de difícil desmembramento. Vou dar um exemplo simples: se você quer perder peso, você não conseguirá perder 10 KG em um dia, ou seja, terá que montar uma estratégia de perder esses 10 KG em um mês, e, portanto, terá que perdê-los aos poucos, dia a dia. Deste modo, terá que ir reduzindo suas calorias de forma gradual, acompanhando cada refeição, de modo a seguir o planejado à risca, evitando falhas.

E, assim como no exemplo da dieta, nossas atividades devem ser simplificadas para que possamos ter objetivos mais simples e fáceis de serem alcançados, gerando uma tranquilidade maior para nós.

9 – Interaja com as pessoas: interatuar com as pessoas nos ajuda a termos mais alegria e predisposição, transformando nossas mentes em objetos ativos. Por incrível que pareça, as pessoas tem o poder de nos transmitir energias poderosas, fazendo com que nos tornemos seres mais dispostos. Sendo assim, aprimore seus relacionamentos, trazendo mais pessoas para a sua teia social.

10 – Procure viver seus hobbies: reserve um tempo só para você e faça apenas coisas que te agradam, ou seja, se você gosta de filmes, vá ao cinema, ou, se você aprecia jogar futebol, combine uma partida com os amigos no fim de semana, ou, se você gosta de churrasco, vá à churrascaria, curta o momento, enfim, deixe você ter momentos de alegria, pois, são eles que mantém nossa felicidade e entusiasmo.

O mundo está recheado de gente preguiçosa e apática, comprometendo assim, a evolução da humanidade. Destarte, devemos fazer a antítese dessa massa, para que saibamos valorizar o que foi posto em nossas mãos e ao mesmo tempo, contribuirmos positivamente no futuro das próximas gerações.

Fonte

10 Dicas para Otimizar a PENSENIDADE

Pensene

A evolução da consciência é, a rigor, uma evolução pensênica. Não é raro ver pessoas tentando se melhorar apenas do ponto de vista externo e negligenciando sua pensenidade que é íntima. O esforço em qualificar as manifestações da pensenidade (pensamentos, sentimentos e energias) é investimento inavaliável com repercussões em vidas futuras. Segue abaixo 10 dicas resumidas e introdutórias para a melhoria dos pensenes do ponto de vista intrafísico e multidimensional:

  1. Pare de fazer condenações mentais.Um dos tipos mais frequentes de patopensenes é o hábito de, aprioristicamente, julgar e condenar as ações dos outros. Algumas consciências tem muita dificuldade de aquietar e domar esse juiz interno que passa o dia atuando como inquisidor mental. Criticidade é um trafor de avaliação que não irrita e não perturba. Geralmente quem condena é ótimo em ver apenas os trafares alheios e quase nunca as qualidades. Mantenha sua capacidade de análise, contudo qualifique seu psicossoma pois todos cometemos erros (e não “somente os outros”). Rotineiramente, você é daquele que aponta dedos ou estende a mão?
  2. Seja mais complacente com os outros e mais duro consigo mesmo.É muito comum os indivíduos altamente críticos e severos com os outros serem autocomplacentes e até autocorruptos ante seus próprios princípios e “leis”. Ou seja, a mesma rigidez não é válida para si mesmo gerando a famosa expressão: faça o que eu digo mas não faça o que eu faço. Para esse tipo de manifestação vale justamente a regra contrária onde a consciência se educa a “pegar leve” e ser mais compreensível com os demais ao mesmo tempo em que se esforça para ser mais autocrítico. Você tem verbação em tudo o que exige dos outros?
  3. Pare de pensar no que você não quer que aconteça. Focalizar a atenção no que você quer evitar é uma forma direta de evocar situações desagradáveis e de gerar ansiedade. Pare de ficar se angustiando no indesejável já que muitas vezes nada acontece do jeito que você imagina e a experiência mostra que é inteligente não alimentar fantasias sinistras. Segundo a holomaturidade, a condição ideal é o otimismo realista de quem concentra sua energia nas realizações saudáveis e metas evolutivas interassistenciais. Aprenda a apreciar o aqui-e-agora multidimensional e valorize, em primeiro lugar, a autoconfiança cotidiana.
  4. Não se desgaste com o que não pode ser mudado. A ruminação mental com questões inúteis é mais comum do que se imagina. Isto é, o sofrimento desnecessário com questões imutáveis que fogem da sua alçada como, por exemplo, a tristeza ou a depressão por causa de terremotos e acidentes naturais, o lamento por alguém que dessomou (morte),o saudosismo do que já aconteceu (passado), as oportunidades desperdiçadas, entre outros. Se nada pode ser feito, então é inteligência evolutiva não se desgastar sem necessidade. A postura do amparador começa na tranquilidade em interceder apenas no que é cosmoeticamente possível. Interromper as autoilusões é peça fundamental para o autodiscernimento.
  5. Não tente controlar a vida dos outros. Muitas pessoas desperdiçam muito tempo da sua pensenidade buscando cuidar da vida alheia. Essa postura é bem diferente e contrária da interassistencialidade. Procure cuidar mais de si mesmo e da própria evolução ao invés de caçar os trafares alheios. Quem se “preocupa” demais com os outros é bem capaz de interferir, manipular, sabotar ou mesmo assediar para que as coisas saiam do seu jeito. Deixe as pessoas seguirem seu livre-arbítrio, tenha confiança nos amparadores e pare de ser controlador. “Cuidar” dos outros e “esquecer” de si mesmo é uma estratégia, consciente ou inconsciente, de não evoluir. A apriorismose geralmente promove fofocas e interprisões grupocámicas.
  6. Evite evocações negativas. Toda pessoa que ignora os pensenes, as consciexes e a própria multidimensionalidade tende a ser mais propenso as influências patológicas intangíveis. Pelo desconhecimento, há muita evocação inconsciente e negativa para quem vive rotineiramente distraído e incauto. Certos filmes de terror podem assediar pessoas e ambientes, certas músicas evocam a baratrosfera e suas energias nocivas, certos objetos “inocentes” podem ser bagulhos energéticos altamente tóxicos (sem falar em todos os tipos de armas). Cabe lembrar que os pensamentos (pensenes) são a maior fonte de evocação de nível elevado ou patológico.
  7. Avalie se existe algum monoideísmo. Uma pensenidade sadia está livre de ideias insistentes e questões absorvedoras (fixações diversas). Se uma pessoa ou ideia não sai do seu pensamento, provavelmente é o momento de avaliar e se posicionar quanto a existência de um processo autoassediador. Mesmo as situações mais positivas e evolutivamente mais avançadas não devem criar qualquer dependência emocional ou psicológica. Não conseguir deixar de pensar em algo é sintoma de que alguma coisa não está correta. Independentemente do que seja esse monoideísmo, lembre-se que a raiz do problema está em si mesmo. O monoideísmo é evento isolado ou postura rotineira?
  8. Identifique os mecanismos de projeção. Preste atenção e leve a sério quando uma pessoa o irrita e abala suas emoções. Porque você não gosta de alguém submisso, ou então que é arrogante, ou ansioso, ou seja lá qual for seu trafar? Ver no outro aquilo que está em nós (mecanismo de defesa do ego de projeção) é, provavelmente, uma das maiores forças instintuais nos humanos. Trata-se de um mecanismo autodefensivo pois deveria ser: “se você está vendo no outro é porque você não tem aquilo”. Anote os traços alheios que o incomodam e combata os mesmos traços em si próprio. O que há dentro de uma pessoa que só enxerga má intenção nas ações dos outros?
  9. Abra mão da curiosidade patológica. Evite ao máximo todo tipo de curiosidade inútil como, por exemplo, querer apenas saber muito da vida privada (intriga), da vida íntima dos famosos ou detalhes de tragédias e notícias calamitosas. Pelo mundo afora há muitos especialistas sobre futilidades. Ao invés desse tipo de interesse, avalie se não vale a pena transferir sua curiosidade para temas de maior relevância pessoal (autopesquisa), da vida após a morte (projeciologia), condutas e ações (cosmoética), entre outros.Qual o tamanho do desperdício, a médio e a longo prazo, de quem quer saber tudo sobre o desnecessário?
  10. Potencialize sua empatia. A capacidade de se colocar no lugar do outro se chama empatia e essa habilidade é ferramenta imprescindível para a assistencialidade. Quem só pensa em si mesmo tem um grau mínimo ou nulo de empatia. Ao encontrar uma pessoa que você não se dá bem ou que está cheia de problemas, procure colocar-se no seu lugar: sinta-se vivendo na sua família, em seu trabalho, suas condições e assim por diante. Eis que surge a pergunta: o que eu faria em seu lugar? A empatia é um trafor que traz o entendimento e a compreensão ao invés do apriorismo, da raiva e da condenação.

Vale lembrar que a melhoria pensênica deve iniciar pela vontade real e sincera de autoaperfeiçoamento. Toda mudança pode ser feita com persistência e com o tempo devido. Não seja mimado em querer um avanço imediato (“tem que ser agora”) ou apenas do seu jeito (“não aceito nada diferente do que planejei”) caso contrário você não brincará mais de evolução. Mudança pensênica requer tempo só que também não é algo muito difícil e está ao alcance de todos. As grandes consciências tem coragem enquanto as pequenas tem preguiça.

Esse texto traz apenas informações básicas.

Estude! Se aprofunde mais no assunto!

E não acredite em nada. Experimente!

 Por Alexandre Pereira.

10 Dicas para Otimizar a COSMOÉTICA

Imagem

Quem almeja utilizar essa existência como ferramenta evolutiva, maximizando todas as potencialidades, é imprescindível o investimento na cosmoética. De que adianta o desenvolvimento projetivo, bioenergético, conscienciométrico ou algum outro ponto se o nível cosmoético permanecer precário ou mesmo inalterado? Segue abaixo algumas dicas resumidas e introdutórias sobre vários aspectos da cosmoeticidade básica ou primordial. A primeira cosmoética evolutiva é ser menos doente.

 1. Pare de ficar se justificando. Há quem não consiga fazer relação entre as justificativas e as autocorrupções. Se o padrão pessoal é “explicar” e “justificar” continuamente suas ações é porque, geralmente, são mecanismos de autossabotagem de quem tenta, inutilmente, convencer primeiramente a si mesmo. Deixe de dar explicações sobre os seus atos e abra mão de querer ser aceito por todos. Entretanto, revise suas posturas e intenções mais profundas, sozinho e de modo sincero, para entender suas expressões emocionais. Porque tenho que ficar comprovando minha cosmoética?

 2. Avalie-se quanto aos mata-burros da sociedade. Os mata-burros da socin ou dificuldades sociais mais sérias se resumem no trinômio sexo-dinheiro-poder. Há indivíduos com problemas nos 3 itens enquanto outros, mais raros, não se “enrolam” em nenhum. Muitos enxergam dinheiro em tudo ou ignoram sua necessidade; outros só pensam em sexo e vivem insatisfeitos ou levam uma vida sexual inexistente; e há quem se perca nos meandros de ter algum poder ou no medo de ter alguma influência. Milhares de dificuldades ou distorções podem ocorrer nesse trinômio. Quais os maiores desajustes atuais, ou já superados, em relação aos mata-burros da socin?

 3. Coloque-se no lugar do amparador. Quando estiver em uma situação problemática ou delicada, coloque-se no lugar do amparador extrafísico e se pergunte: o que um amparador evoluído faria no meu lugar? Desse modo, procure uma percepção ou resposta diferente da habitual, ou seja, uma nova ótica ou novo prisma. Quando se busca esse tipo de empatia é até possível o acoplamento com amparadores que podem transmitir todo tipo de ideias, insights e inspirações pontuais. Os seres evoluídos estão mais preocupados na “solucionática” do que com a problemática.

 4. Aprenda a exercer a vigilância ininterrupta. Um hábito a favor da cosmoética plena é ter atenção contínua quanto às próprias emoções, pensamentos e atos diários. Entretanto, esse estado de lucidez permanente é bem diferente de rigidez ou alienação. Estar vigilante é um modo de manutenção do discernimento sem qualquer pressão ou autocensura constante. Quem avalia a qualidade de seus pensenes e se melhora gradualmente inevitavelmente alcançará a desperticidade. Você ainda sente algum prazer ou satisfação velada em pensar mal dos outros?

 5. Não tenha postura de revanche. Realizar uma revanche, dar o troco, descontar o ocorrido, fazer “justiça”, praticar vingança ou independentemente do termo, é à base de toda assedialidade. Esse traço é o materpensene do assediador e sem o mesmo as relações interconscienciais seriam completamente diferentes. Onde há esse tipo de intenção a cosmoética e os amparadores permanecem distantes. Nenhuma consciência evoluída fica perseguindo ou revidando em seres problemáticos. Na megafraternidade não existe espaço para “acerto de contas”. É possível evoluir aceleradamente sem abrir mão de retaliações tão rudimentares?

 6. Liste as irritações pessoais. Faça uma lista das coisas maiores e irrelevantes do cotidiano que o “tiram do sério”. Dessa forma, entenda a extensão e a profundidade das fissuras que o assediam e que, consequentemente, perturbam os demais. A irritabilidade é reação anticosmoética consigo mesmo, em primeiro lugar. O trânsito incomoda? A política te enraivece? Compreender os mecanismos pessoais é peça fundamental na conquista da pacificação íntima. O entendimento avançado sabe que o discernimento é poder escolher uma reação ao invés de outra. Nas situações de dificuldade, quais as emoções ou sentimentos que você se condicionou?

 7. Negocinho. Quem vive escolhendo o pior e se nivelando pela mediocridade, não tem autoridade moral para pedir ou exigir nada da multidimensionalidade. De que adianta receber muito quando tudo se joga fora? Abrir mão do chamado “negocinho” é o básico para se caminhar em direção da holomaturidade e da egocarmalidade sadia. Dessa forma, reflita se ainda existe esse tipo de comportamento e quais os ganhos secundários que emperram a mudança. Como os amparadores podem confiar em quem ainda se autoprejudica lucidamente?

 8. Elimine hábitos nocivos. Analise sua manifestação e veja se ainda existe algum hábito nocivo ou autodestrutivo que evidencie alguma anticosmoética grosseira. Isto é, faz parte do seu cardápio de intoxicação costumes como o cigarro, álcool e outras drogas? Importante salientar que na época atual em que vivemos o consumismo desnecessário, o sedentarismo e o hábito da pornografia também estão incluídos nesse tipo de nosografia (doença). Todo costume que piora nossa própria condição deve ser extirpada com urgência. Existe alguma conduta que o classifique como suicida lento?

 9. Faça uma listagem das autocorrupções. Faça uma listagem objetiva e real das suas fissuras já conhecidas e de pontos ainda não confirmados (hipóteses). Obviamente, a listagem é um mapa ou uma planilha para nortear suas reciclagens. Escrever suas imaturidades é apenas o primeiro posicionamento e com essas informações você não pode mais se enganar dizendo que “não sabia”. Se autocorromper é dispersar energias, amparadores e a própria programação existencial. Utilize essas informações como um recurso preventivo ou de profilaxia psicossomática. Qual a extensão das autocorrupções e o seu potencial autodestrutivo?

 10. Analise seus erros mentalsomaticamente. Quando cometer um erro, faça uma varredura de suas ações visando o entendimento concreto do que aconteceu. Todos nós temos o paradireito de errar enquanto ignorantes e inexperientes já que se tornam ferramentas para o amadurecimento íntimo. É inteligência evolutiva só se permitir errar por ignorância e nunca por má intenção. Os problemas começam na situação: “sei que é errado, mas…”.Avaliar os próprios erros, mesmo sentindo um “gosto amargo”, é fundamental ao crescimento tanto quanto o “doce sabor” dos grandes acertos.

 Do ponto de vista evolutivo, quanto maior o progresso e o desenvolvimento também maiores serão os novos patamares cosmoéticos. É a cosmoética que diferencia uma consciência elevada de um mero guia-cego, ou seja, alguém que até deseja ajudar só que sem saber como. A rigor, o Serenão é aquele que consegue “respirar” a cosmoética ininterruptamente. O amparador é aquele que percebe o potencial existente enquanto os demais só enxergam um caso perdido.

 – Sugestão de leitura: “Autenticidade Consciencial” – autoria de Tony Musskopf, publicado pela Editares (2012).

Esse texto traz apenas informações básicas.

Estude! Se aprofunde mais no assunto!

E não acredite em nada. Experimente!

 

Por Alexandre Pereira.

Fonte: Consciência Lúcida.

10 Dicas para Otimizar o DESASSÉDIO

Esnobando o assediador

Quando se faz posicionamentos visando o desassédio pessoal, através da cisão de grupos patológicos afins, é comum que ocorra um aumento da pressão extrafísica feita pelas consciências doentias que ficam inconformadas com a mudança de postura. Ou seja, para um desassédio mais sério e trabalhoso ser eficiente, é necessário bancar as cobranças assediadoras, nessa fase de gargalo, que visam que o indivíduo volte atrás na sua decisão. Segue abaixo 10 dicas resumidas para ajudar nessa fase pós-desassédio:

 1. Aprenda a ignorar as queixas. Em um processo de desassédio são comuns as reivindicações, gritarias, queixas, acusações e reclamações gerais. Deixe essas pressões assediadoras entrarem por uma orelha e saírem pelo paraouvido. Maturidade também é saber ignorar sem alteração emocional. Não perca seu tempo argumentando ou discutindo frente a irracionalidade inamovível do assédio. Importante ressaltar a regra de nunca revidar, seja qual for a situação (megafraternidade).

 2. Seu microuniverso é impenetrável. Lembre-se que nada e nem ninguém poderá invadir e perturbar seu universo íntimo se for sua vontade real. A volição (vontade) é o maior poder de sua consciência e você pode manter-se isento por quanto tempo achar necessário. Em hipótese alguma transfira sua autonomia para as mãos de outra pessoa. Não importa o tamanho ou a influência assediadora: você tem a capacidade de se manter intocado e impermeável. Não existe um nível de pressão que seja insustentável.

 3. Aprenda com seus erros, sem culpa. Estar em uma situação de desassédio significa estar superando imaturidades, fragilidades ou fissuras. Não fique remoendo seus erros e o que você “devia” ter feito no passado: o desassédio está sendo feito agora. Estamos nessa série existencial (seriéxis) justamente para superar nossas deficiências. Use seus erros como trampolim evolutivo. Não se lamente do passado e apenas focalize aonde você quer chegar.Erros não são pecados, são aprendizados.

 4. Tenha paciência dobrada com familiares e pessoas próximas. Ao se posicionar em um desassédio profundo e muito sério, é comum amigos e familiares buscarem te irritar e incomoda-lo sem uma “razão aparente”. Isso é o efeito ricochete causado por consciências assediadoras que, por não conseguirem atingi-lo diretamente, usam da distração e da inocência de pessoas próximas para tentar perturba-lo. Não acuse nem fique ressentido com ninguém: apenas mantenha sua postura de harmonia e entenda que eles estão sendo usados sem perceberem a intrusão.

 5. Aumente suas posturas defensivas. Justamente nos momentos mais necessários, muitos acabam negligenciando ou “esquecendo” das manobras energéticas autodefensivas. Para otimizar o autodesassédio, nada melhor do que intensificar, o máximo dentro de suas potencialidades, os recursos energéticos: olve, estado vibracional, encapsulamentos, assepsias energéticas, entre outros. Cabe ressaltar que, entre as posturas defensivas, também tenha atenção redobrada no trânsito e evite atitudes de risco.

 6. Atenção total aos patopensenes. Quando a circunstância de um desassédio ainda está sendo sedimentada (gargalo) é preciso ter atenção máxima aos pensenes tóxicos, as ruminações mentais e as alterações repentinas de humor. A cosmoética sinaliza para não pensarmos mal de ninguém em momento algum, especialmente, quando há assediadores latentes e inconformados com sua perda de influência. Pensamentos inconvenientes devem ser ignorados e, se possível, reparados com trabalho energético.

 7. Mantenha a conexão com os amparadores. Em momentos de pressão extrafísica o contato com os amparadores é feito, principalmente, do ponto de vista da mentalsomática e da assistencialidade. Esqueça orações, pedidos e clamores. Dessa forma, o envolvimento ou a continuação de trabalhos de escrita, pesquisa e tarefas do esclarecimento são fundamentais até mesmo para a homeostase pessoal. Nenhum amparador pratica revanche ou vingança.

 8. Tenha sempre em mente suas metas. Nos momentos de dificuldade, lembre-se de onde você quer chegar e das suas metas que exigem renovação. Visualize suas autossuperações e siga em frente. Nenhum assediador, guia cego ou patopensene externo é capaz de desvia-lo do seu caminho. Com pacificação íntima, deixe de pensar no pior ou no que pode dar errado e focalize sua atenção no que pode dar certo com otimismo e sabedoria de quem sabe que a serenidade está a caminho.

 9. Utilize a técnica da alcova blindada. Se você já aplica a técnica, reforce-a. Para quem não está habituado, o procedimento consiste em fazer estados vibracionais (EV) e exteriorizações energéticas no quarto de dormir a fim de, com o tempo, tornar o ambiente blindado, isto é defendido de energias e consciências entrópicas. Naturalmente, esse recurso exige esforço e tem relação direta com a harmonia conjugal e sexual do casal. Você tem sua casa como um local energeticamente seguro?

 10. Faça atividades físicas e lúdicas. Dependendo do caso, pode ser importante diminuir a carga de trabalho e dar mais atenção a pequenos prazeres e atividades lúdicas com finalidade terapêutica, sem contar que a atividade física também desintoxica e oxigena o corpo físico. Esse tipo de recomendação, associado aos nove itens já listados, produz um efeito mais intenso ao relaxamento físico e holossomático. Exercício físico é importante e certa dose de endorfina só traz benefícios.

  Por Alexandre Pereira | Fonte

Estado Vibracional (EV) – Você já fez as contas?

Um violonista precisa de aproximadamente 3 anos treinando cerca de 2h diárias a sua coordenação motora para desenvolver uma habilidade musical satisfatória. Quantos bons violinistas vemos por aí? Sinal de que não é um desafio tão grande tornar-se um bom músico.

Assim é com qualquer habilidade: ao tentar desenvolver um novo habito e com desenvoltura satisfatória, precisamos investir tempo e atenção no que queremos aprender.

Os fatos tem apontado que pra uma pessoa dominar razoavelmente bem o fenômeno do Estado Vibracional, é necessário aproximadamente 2 anos de práticas ininterruptas de 20 EV’s diários. Parece muito? Vamos fazer as contas?

Durante cursos como o CIP, nas partes práticas, investimos cerca de 5min para que o aluno chegue ao Estado Vibracional. Conversando com uma professora, confirmei as minhas observações parapsíquicas tem demonstrado de que este tempo é o suficiente para o aluno chegar a algum resultado em relação ao Estado Vibracional durante a aula.

Portanto, levando em consideração que uma pessoa totalmente destreinada pode chegar ao Estado Vibracional em 5min, se fizermos 20 EV’s por dia, precisaremos de uma média de 100min ou 1h40min diários de exercícios energéticos para se atingir uma condição satisfatória de sustentabilidade energética em 2 anos.

Enquanto um violonista demora 3 anos treinando 2h por dia, uma consciência que visa desenvolver seu parapsiquismo assistencial precisa de apenas 2 anos treinando apenas 1h40min por dia.

 Quanto vale 1h40min do seu dia?

Por Bruno Delgado

 *O que é o Estado Vibracional?