Teste da Centragem da sua Consciência

Reeducação pela Conscienciologia = felicidade

  1. Consciência. (…)Defender e viver pelo aperfeiçoamento ou a evolução da consciência (Latim: conscientia, com conhecimento) pode ser a megameta, fundamental e mais inteligente.
  2. Tempo. O percentual maior do tempo da vida intrafísica, por direito e lógica, naturalmente, é da consciência na condição evolutiva multidimensional.
  3. Molduras. Na falta de prioridades inteligentes, a conscin pode viver escravizada às molduras ou banalidades da vida humana. Ocorre a descentragem da consciência.
  4. Acessórios. Quem se desloca do centro nuclear da consciência, vive desnorteado na periferia das molduras do quadro humano. Esquecendo o essencial, vive desperdiçando energia, tempo e espaço conscienciais, e oportunidades com os acessórios a serem mantidos, minimizados, no acostamento da própria estrada evolutiva.
  5. Inevitáveis. Dentre as molduras inevitáveis a serem vividas na Terra, somos obrigados a destacar 4: o soma, a moradia (casa ou apartamento), a locomoção (condução ou transporte) e a subsistência humana (economicidade).
  6. Interesse. Será importante ver na vida material, experimentador ou experimentadora, o percentual de atuação de cada qual dessas 4 molduras – e outras personalíssimas – e medir o restante analisável para o interesse prioritário a vir em primeiro lugar, insubstituível, ou seja: a própria consciência.
  7. Soma. Quem aplicar 60% do próprio tempo na plástica humana, na musculatura ou massa muscular e no sexo, vive escravo, intrafisicamente, dentro do corpo humano, tendo dificuldade para viver projetado nas dimensões conscienciais extrafísicas.
  8. Locomoção. Conforme a cultura e o ambiente, as molduras secundárias escravizam muito mais. Na Califórnia, EUA, vive-se com fartura, porém escravizado à locomoção. Ali, perde-se elevado percentual da existência intrafísica indo entre extremos, como rotina diária, porque há distâncias enormes entre os centros de interesse. Nesse caso, o percentual das pessoas obesas, na população, aumenta, pois vivem dentro do carro.
  9. Casa. Até quem vive no trailer autossuficiente (motor home) pode perder tempo na manutenção, dentro da casa ambulante. A conscin não resolve o problema, pois cria outro.
  10. Deficiente. No Polo Norte, o esquimó poderá ser mero deficiente físico ambiental se perder muito tempo emparedado dentro do iglu.
  11. Consumismo. A pessoa escrava do hiperconsumismo, ou do delírio comprista, vive, praticamente, dentro do supermercado ou do shopping center.
  12. Dinheiro. Quem se escraviza ao trabalho de subsistência, vive pelo dinheiro, dentro do escritório (workaholics). O Homem é o “inventor” e, comumente, escravo do dinheiro.
    Teste. Será sempre oportuno analisar a escravatura nos hábitos, rotinas e condicionamentos.

Reflexão: São razoáveis os percentuais de tempo dedicados por você, especificamente, ao próprio soma, à casa, à condução e à subsistência humana?

 

Fonte: 

  1. VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia. 3ª. Ed. Foz do Iguaçu, PR: Editares, 2013.

Link para acesso ao Tratado 700 Experimentos da Conscienciologia: Cique aqui!

Inteligência Evolutiva e Elevação da Consciência

Evoluir é sair da trincheira do abdome, abrindo-se para a vastidão do Cosmos

O tema de hoje refere-se a ideia de Inteligência Evolutiva… É útil entender este conceito-base, pois está ligado diretamente ao entendimento daqueles questionamentos comuns sobre a lógica da nossa evolução: A que viemos? Qual o sentido da vida se não crescermos como seres humanos, como consciências, aplicando nosso pleno potencial criativo em prol de todos os seres e maior harmonia e higidez intrapsíquica?! Entretanto, ninguém amadurece internamente nesta vida apenas pela mera passagem do tempo, é preciso merecer o crescimento através de autoesforços contínuos, quando enfrentamos as próprias limitações e adversidades, até superá-las… e enfim, nos aperfeiçoamos… Mudamos de patamar, conquistamos maior autodomínio e harmonia íntima…

Segundo COUTO, 2017* [adaptado]:

“A inteligência evolutiva (…) move a consciência rumo ao aperfeiçoamento cosmoético íntimo, e, portanto, às priorizações adequadas a esta finalidade. Promove a reflexão autocrítica dos posicionamentos e das decisões pessoais frente à necessidade permanente de reajustes pró-evolutivos do ego. Necessariamente envolve a compreensão e a vivência da multidimensionalidade, do parapsiquismo e da interassistencialidade, inafastáveis à teoria e prática da evolução consciencial.

A reflexão que faço desse conceito é: A Inteligência Evolutiva implica, a grosso modo, em saber escolher com discernimento aquilo que é benéfico para o aprimoramento pessoal e grupal, de forma a elevar a nossa consciência a manifestações mais Evoluídas (menos primitivas), dominando e superando a condição de apenas sobreviver em função de interesses egoístas em algum nível (parte animal). Ao mesmo tempo, fazer uso da inteligência evolutiva também envolve saber descartar aquilo que é prejudicial e que rebaixa a nossa consciência a manifestações mais primitivas.

O raciocínio consiste em enxergar a vida por uma lógica evolutiva: como uma oportunidade de crescimento e evolução interior, de superação de nós mesmos, e não vê-la apenas como um “software-vida” pronto, onde todos seguem um script de nascer-crescer-trabalhar-morrer, sem muito sentido além da necessidades orgânicas e passageiras, ou então apenas visando suprir carências e viver pelo prazer imediato, ou pior: vendo as coisas e pessoas apenas como meios para suprir os próprios interesses, e consequentemente não valorizando as coisas e os seres em si.

Os valores que geram separatividade não elevam a consciência, tal como o preconceito, a desonestidade e o medo de ser diferente, são frutos do carro-chefe: o ego, por isso te puxam para baixo (rebaixamento de consciência ao nível de interesses egoicos). Já os valores que geram união e que aproximam os seres de sua essência mais elevada (self), sem fragmentá-los a uma ideologia, elevam a consciência, tal como a honestidade, a fraternidade e quaisquer comprometimentos com valores não-egoístas. Todos nós temos estas duas possibilidades em vida, a cada momento: elevar ou rebaixar a consciência. Fazer uso do livre-arbítrio implica em escolher pela elevação da consciência, mas requer esforço diário, que vale a pena, já que nos tornamos livres e mais felizes em função do autodomínio… Agora para rebaixá-la basta deixar no piloto automático para o ego comandar, porém a consequência é tornar-se escravo do mesmo ego, permanentemente manipulável e dependente de fontes externas que detém tudo aquilo que supre tais necessidades circunstanciais, nunca autorrealizável ou autossustentável.

A vida interior é extremamente farta de potenciais verdadeiramente humanos, conscienciais, mas que, por desconhecermos por falta de uso, ou por focarmos demais em aspectos negativos, acabamos que julgamos ser apenas o que vemos superficialmente em nossa manifestação, e consequentemente não desenvolvemos o que há de melhor em nós mesmos (qualidades apenas em potencial).

É preciso elevar a nossa consciência em cada ato do dia a dia, com disciplina, com menos ansiedade, e mesmo quando não conseguirmos, tirarmos um aprendizado das derrotas para nos aprimorarmos através delas. Todos temos algo a dizer ou um trabalho a oferecer ao mundo e que beneficiará às pessoas. Trabalhar para encontrar esse projeto mais elevado consequentemente também elevará nossa consciência, nos enchendo de autorrealização (vigor e felicidade intraconsciencial). Não é uma receita de bolo, vamos aos fatos, observe a si mesmo no dia a dia e busque validar os benefícios de elevar a sua consciência e os malefícios de rebaixá-la.

No fim, são desafios tão necessários à Nossa Evolução, o rebaixamento da consciência não deve ser visto como um mal ou algo ruim, pelo contrário, é como um desafio que, quando superado, nos leva a melhores patamares evolutivos, de autodomínio, harmonia e lucidez, e portanto, são condições sine qua non ao nosso crescimento. Novos desafios sempre existirão para nos fazer crescer, é como subir uma escada, a cada novo degrau, uma nova barreira nos força a subir!

Estar ciente da evolução é uma vantagem que não tem preço, desde que coloquemos em prática o desafio da autossuperação!

Sr. Evoluciente

*Livro consultado: COUTO, C. Inteligência Evolutiva Cotidiana: 1ª ed. Foz do Iguaçu :Editares, 2017.

Recéxis – Reciclagem Existencial

Reciclagem Intraconsciencial

O que é recéxis?

A recéxis, ou reciclagem existencial, é o conjunto de ações técnicas tomadas pela pessoa para renovar sua vida e obter o maior nível de completismo existencial possível, após ter incorrido em um ou mais desvios de proéxis (proéxis = programação existencial).

Quem pode aplicar a recéxis?

Este recurso evolutivo é adequado para a conscin que anseia reciclar a existência e começar a priorizar a proéxis já na adultidade, ou ainda adolescente, mas possui algum impedimento quanto à invéxis. Recéxis não é “prêmio de consolação” para quem não é inversor; é uma técnica que exige dedicação, despojamento para renovações, um reconhecimento de que as escolhas que fez e a trajetória realizada até o momento precisam ser mudadas.

O que o reciclante procura com a recéxis?

O reciclante procura, através da virada de mesa, recuperar o tempo perdido e minimizar as conseqüências do período em que desempenhava atividades secundárias e/ou divergentes quanto à programação existencial. Além de rever os traços pessoais deficientes e o porão consciencial remanescente, é fundamental arrumar a bússola existencial buscando melhorar o desempenho da assistência.

Que postura adota o reciclante existencial?

As renovações envolvem todos os planos e ações da vida, principalmente a mudança intraconsciencial, envolvendo os pensenes, os hábitos e a cosmoética pessoal. Para se adaptar às mudanças, o reciclante precisa de maior esforço e determinação, buscando superar as rotinas obsoletas, conciliando compromissos sociais e familiares, inevitáveis e necessários à proéxis.

Pode falar um pouco sobre a invéxis e a recéxis?

A invéxis é uma escolha, a recéxis é, em muitos casos, uma imposição da própria vida humana, reajuste indispensável para colocar em prática o curso intermissivo. Não é uma imposição externa, mas íntima, gerada por saturação e equívocos e vontade sincera de reavaliar e reciclar a própria vida.

O que diferencia o inversor do reciclante?

O inversor existencial pode optar pela recéxis, por exemplo, quando escolhe a maternidade ou a paternidade, em algum momento da sua vida. Já o reciclante não tem mais possibilidade de optar pela invéxis nesta existência. O tempo já passou, as oportunidades já não são as mesmas de antes, as possibilidades de reciclagem são diferentes do inversor, pois assumiu compromissos dispersivos à proéxis (muitos deles irreversíveis) ou, caso ainda não os tenha, já consolidou hábitos patológicos na fase adulta piores do que estes compromissos divergentes da proéxis.

Porque a invéxis é mais avançada do que a recéxis?

Porque a conscin começa no rumo certo da proéxis, desde a juventude, não significa que o inversor seja mais evoluído comparado ao reciclante, o que interessa é o saldo da ficha evolutiva. A invéxis é profilática perante a vida intrafísica, prevenindo erros e vícios difíceis de corrigir na fase adulta. A disponibilidade para a execução da proéxis é integral, ou seja, não há comprometimentos impeditivos ou inibidores das decisões e ações. Neste sentido, os inversores tem mais responsabilidade com os resultados da aplicação técnica ao final da vida, já que as condições são mais favoráveis.

Quando ocorre a recéxis?

A recéxis é terapêutica, pode ocorrer devido a arrependimento, ato anticosmoético, omissão, acomodação, desvio de proéxis, autocorrupção. Há vários compromissos que não podem ser ignorados, sendo necessário rever as possibilidades no atual contexto de vida. É preciso que cada um, inversor ou reciclante, avalie em si como se sente em relação às duas técnicas evolutivas.

Em que consiste a recéxis?

A prática da recéxis consiste nas alterações para melhor do “lado de fora” da estrutura consciencial. Estas exorreciclagens, ou práticas de recéxis, são exemplificadas pela mudança de base física, organização da vida pessoal, dedicação ao autodidatismo e outras ações intrafísicas que possam contribuir para o desempenho da proéxis ou predispor o reciclante existencial às reciclagens intraconscienciais, ou recins.

A recéxis pode predispor a recin como é isso?

Segundo Marta Ramiro, no decorrer do uso da técnica da recéxis, no caso do pré-serenão vulgar, na maioria dos casos, em primeiro lugar surge à prática da recéxis (mutações exteriores ao microuniverso consciencial) e depois, surgem as recins (mutações intraconscienciais). Sem recin (aprendizado, ou “cair a ficha e completar a ligação”), a técnica da recéxis não se fixa; pois, a pessoa pode retornar aos hábitos antigos. Por isto, praticante da recéxis precisa impulsionar o esforço pessoal, para atingir os objetivos almejados.

Quais os objetivos da recéxis?

O objetivo mais importante para o reciclante existencial é atingir o completismo existencial; cumprir a programação existencial e, ainda, atingir o estado de desperticidade.

Como saber a minha proéxis para chegar ao completismo existencial?

A questão é: “qual é o replanejamento existencial para esta vida humana que, no seu caso é necessário, para você atingir o estado de desperticidade?”

Voltando a afirmação anterior: a técnica da invéxis e da recéxis foram criadas para facilitar o acesso ao completismo existencial; então, surge outra questão: qual especialidade da Conscienciologia constitui a diretriz básica da sua programação existencial? Ou seja: você chegará ao estado de desperticidade, por meio de qual especialidade da Conscienciologia? Que replanejamento de vida essa especialidade exigirá de você? Quais são as suas prioridades evolutivas?

As prioridades da evolução são personalíssimas do ponto de vista público de interesse. Em decorrência do passado, há quem tenha maior vínculo com grupos de consciências extrafísicas: bélicas, ou religiosos, ou políticos; enfim, qual é o grupo mais numeroso, no seu caso particular?

            Fica claro, portanto, que a proéxis foi elaborada conforme os talentos, as qualidades, da consciência, trazidos de vidas anteriores. Mas, há fissuras da personalidade, que precisam ser sanadas.

            E ainda, no decorrer da existência humana, surgiram oportunidades de você realizar um curso, ganhar um livro, fazer uma viagem, totalmente, fora das suas pretensões. Só que esses “recebimentos” são úteis no desempenho da proéxis. E, por fim, cada pessoa tem motivação para estudar determinado assunto, determinado tema. Qual é a “matéria” que desperta seu interesse?

            Seja qual for a especialidade escolhida, a técnica da recéxis só produzirá efeitos se for vivenciada, praticada, experimentada.

Bibliografia: Inversão existencial pag. 71, 72.
Artigo: Técnica da Recéxis – Marta Ramiro.
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Técnica da Inversão Existencial

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Artigo n. 1

Invéxis, ou inversão existencial, é a técnica de planejamento máximo da vida humana, fundamentada na Conscienciologia, aplicada desde a juventude, objetivando o cumprimento da programação existencial (proéxis), o exercício precoce da assistência e a evolução.

Este planejamento técnico é realizado sem influências de dogmas, religião, misticismo, doutrinas sectárias, ideologias político-partidárias ou quaisquer compromissos escravizantes, tolhedores da liberdade de idéias e expressão.

A invéxis parte do princípio de que a pessoa não precisa esperar até a meia-idade, período de maior maturidade psicológica e estabilidade econômica, para conhecer a si mesma, avaliar as prioridades evolutivas, suas realizações pessoais e promover a assistencialidade além do círculo familiar e amigos.

É muito comum ouvirmos de colegas e de familiares, em geral após a meia-idade, que gostariam de voltar à juventude com a mesma maturidade que possuem hoje. Por outro lado, quando um rapaz, uma moça, ou mesmo uma criança, demonstram prioridades maduras, comportamentos “adultos”, não é raro estes serem repreendidos por se preocuparem demais muito cedo ou por não aproveitarem “a flor da idade”. Juventude é associada, em diversas culturas, a uma fase de aventuras, experiências, enfim, um momento em que erros e deslizes são comuns, logo, admissíveis e naturais.

A técnica da inversão existencial (invéxis) é um dos caminhos, meios ou estratégias para direcionar a vida da moça ou do rapaz para maior produtividade, envolvimento em atividades assistenciais, investimento em renovações íntimas.

A técnica parte do princípio que a consciência humana vive múltiplas existências e que entre uma vida física e outra ela passa por um período intermissivo, ou seja, vive na dimensão extrafísica, até adquirir novo corpo físico.

Nesse período intermissivo a consciência, utilizando seu corpo extrafísico e habitando comunidades extrafísicas, participa de diversas atividades para se conhecer melhor e planeja tecnicamente aquilo que fará em sua nova vida intrafísica, próxima, tendo para esta finalidade o apoio de consciências mais evoluídas. Neste planejamento inclui reconciliações com futuros parentes, provável atividade profissional, reencontros com antigos amigos de outras vidas, projetos inovadores para a humanidade entre inúmeros outros itens que seriam úteis para a evolução como personalidade multimilenar.

O objetivo da invéxis é a execução precoce deste planejamento de vida, sem precisar esperar a fase da aposentadoria para executar aquilo que se propôs. Em geral as pessoas se perdem em suas inúmeras rotinas ligadas ao corpo físico, como alimentação, moradia, trabalho e esquecem daquilo que se programaram para fazer, chegando muitas vezes à terceira idade com sensação de vazio e de insatisfação íntima (melancolia intrafísica ou melin).

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Artigo n. 2

Estamos vivendo em um mundo de abundâncias, com comida à vontade, roupas a baixo custo, viagens exuberantes, amizades, dinheiro e informação. Há pouco tempo a humanidade passava a maior parte do dia trabalhando apenas para se alimentar. Hoje vivemos o fenômeno da aceleração da história humana e temos acesso ao mundo com apenas um clique.

Ao invés dessas facilidades serem utilizadas em benefício de nossa evolução pessoal, paradoxalmente, elas tem levado uma legião de jovens a conduzirem suas vidas embriagados pela sedução mundana, engolidos por prazeres momentâneos, vivendo ao modo Zeca Pagodinho: ‘deixa a vida me levar, vida leva eu’. São milhares de existências desperdiçadas na mediocridade da robotização existencial.

À margem desse cenário, ainda existem jovens que não cedem à pressão do fluxo social. Se você, leitor ou leitora, se sente um peixe fora d’água, intui não estar neste mundo por acaso e deseja realizar algo ‘maior’, que vai além do clichê filho-árvore-livro, parabéns! Você é um poço enérgico de sustentabilidade pessoal e este artigo é dedicado a você.

Viver não é nada fácil; viver na ignorância é ainda mais difícil. Para tudo existe técnica: escovar os dentes, amarrar cadarços e, por que não, para viver. É isso mesmo: existe técnica para viver. A Conscienciologia possui em seu acervo duas delas com um escopo muito bem definido. Uma delas é a técnica da Inversão Existencial, cujo nome é o tema deste texto.

A Invéxis, ou Inversão Existencial, foi apresentada pela primeira vez pelo propositor da Conscienciologia, professor Waldo Vieira, em 1946, aos 14 anos de idade. A técnica consiste basicamente na elaboração e execução do planejamento máximo da vida desde a juventude, até os 26 anos de idade, e enquanto a pessoa não possui maiores comprometimentos na vida humana.

Considerando que grande parte dos objetivos da sociedade atual não levam em conta a assistência ao próximo, a aquisição da maturidade consciencial e muitos outros fatores relevantes à autoevolução, o(a) aplicante da técnica da Invéxis faz justamente o contrário do curso comum, sendo chamado(a), portanto, de  Inversor(a) Existencial. Título coerente e autoexplicativo.

O maxiplanejamento é elaborado tendo em vista um objetivo de vida evolutivo que foi preparado pelo próprio indivíduo durante o período intermissivo, entre uma vida e outra, ou a temporada antes do renascimento atual. Para isso, tem-se como uma das metas o desenvolvimento do que chamamos tridotação consciencial, formada pelos atributos intelectualidade, parapsiquismo e comunicabilidade, de modo a potencializar seu nível assistencial ao máximo.

O Inversor Existencial abre mão de convenções sociais como casamentos em cartórios ou igrejas, busca uma relação afetivo-sexual monogâmica, ao invés de dedicar seu tempo para criação de filhos (prole pessoal), visa ter maior disponibilidade para desempenhar tarefas (pesquisas, publicações, serviços voluntários) em prol da coletividade e de maneira qualificada. Desse modo, a assistência prestada pelo inversor, se dá por atacado, beneficiando grande número de pessoas ao invés de uma só.

O posicionamento e retilinearidade perante a técnica tenderá a dinamizar o rendimento existencial do aplicante, dando a possibilidade de queimar etapas da vida que se referem ao lado mais instintivo da personalidade e a eliminação de dúvidas, das hesitações, dos desvios no percurso da vida, das alienações e das influências doutrinárias.

Bruno Delgado é desenvolvedor de sistemas para internet, pesquisador e voluntário do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), que é uma instituição de educação e pesquisa científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária e independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia. Maiores informações no website IIPC.

Prioridades na Sua Vida Intrafísica

Prioridade

Listagem. Eis uma listagem através de perguntas, em ordem lógica, de 18 prioridades essenciais à existência holochacral de minha e sua consciência intrafísica (conscin), segundo os princípios da Conscienciologia e Projeciologia:

  1. Oxigênio. Mantenho, ininterruptamente, minhas inspirações vitais de oxigênio em ambiente troposférico sem excessiva poluição?
  2. Líquidos. Tomo líquidos nutrientes, diariamente, na manutenção do meu corpo de água, o soma, na troposfera deste planeta também de água, a Terra?
  3. Sólidos. Tenho, pelo menos, uma refeição de alimentos sólidos a cada dia?
  4. Fisiologia. Atendo naturalmente a todas às necessidades fisiológicas diárias?
  5. Higiene. Observo permanentemente a minha higiene somática e pensênica?
  6. Sexo. Sigo a biologia humana, através do desempenho diário de minha sexualidade ativa, para ficar livre da carência afetivo-sexual?
  7. Exercícios. Exercito-me fisicamente, com regularidade, a fim de prevenir-me contra o sedentarismo, a inatividade e a desmotivação alienante?
  8. EV. Instalo o estado vibracional (EV) profilático quando quero, a qualquer momento, objetivando manter-me energeticamente compensado?
  9. Profissão. Exerço um trabalho de subsistência econômico-financeira para afastar todo parasitismo interpessoal, grupal ou social?
  10. Discernimento. Coloco o meu discernimento acima de todos os meus talentos, minha boa intenção e minha vontade?
  11. Cultura. Amplio e aprofundo os meus conhecimentos dentro de uma cultura pessoal, desrepressora, interdisciplinar, generalista, planificada?
  12. Parapsiquismo. Reeduco-me quanto às minhas ECs, ou energias conscienciais, aos fenômenos anímicos e aos fenômenos parapsíquicos em geral?
  13. PCs. Produzo projeções conscienciais lúcidas no aproveitamento possível de horas inevitáveis de repouso compulsório do meu soma?
  14. Assistência. Esforço-me para obter a condição, deliberada, de isca intra e extrafísica, energética, assistencial e autoconsciente, em favor de outras consciências?
  15. Tares. Coopero, assistencialmente, com outras consciências através da tarefa multidimensional, sofisticada, do esclarecimento (tares)?
  16. Conduta. Busco princípios pessoais maduros para viver, na qualidade de ser social dentro de uma conduto cosmoética aberta?
  17. Proéxis. Cumpro, pouco a pouco, o meu programa para esta existência intrafísica (proéxis) estabelecido antes do meu atual renascimento humano?
  18. Serenismo. Organizo-me, hoje, objetivando alcançar a condição magna do serenismo consciencial no futuro possível, sendo primeiro um epicon lúcido e, logo depois, uma ser desperto?

A autoconscientização multidimensional (AM) cria o amor perene.

Fonte: VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 700 caps.; 147 abrevs.; 600 enus.; 8 índices; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; página 567.

O que posso fazer hoje para melhorar o meu futuro?

Tudo acontece sem obedecer a nenhuma regra ou tudo já está predeterminado? Se tudo for obra do acaso o sucesso profissional dependeria da sorte, não adiantaria se esforçar

As pessoas, em geral, vivem com a esperança de um dia melhor no amanhã. Por isso, se esforçam e procuram se aprimorar fazendo cursos, lendo, adquirindo novos conhecimentos. Isso significa que não acreditam que o destino está predeterminado e acreditam que as suas ações podem influenciar no sucesso profissional.

Afinal, se tudo já está predeterminado e não pode ser modificado, não adiantaria se esforçar. O fato de esforçar ou não também estaria predeterminado. Os que se esforçam, embora possam parecer fazer por suas próprias iniciativas estariam só seguindo um roteiro pronto. Seria como uma máquina que segue uma programação.

Se não está predeterminado pode ser obra do acaso? Os fatos e acontecimentos acontecem sem obedecer a nenhuma regra? Se tudo for obra do acaso o sucesso profissional dependeria da sorte, não adiantaria se esforçar.

Resumindo, as pessoas se esforçam para conquistar o êxito profissional porque: a) não pensam que o futuro já está predeterminado; b) não acreditam que seja obra do acaso; c) acreditam que podem influir diretamente na construção do seu futuro.

Se podem influenciar é porque existe uma relação de casualidade no mundo. Existe uma lei de causa e efeito, ou seja, uma causa “x” provoca um resultado “y”. Um pensamento ou uma ideia leva a uma determinada ação que gera um resultado.

Vamos supor uma pessoa que está sentada numa sala de aula, num curso. Por que isto está acontecendo? É porque pensou, decidiu e se inscreveu para fazer o curso alguns dias atrás. O acontecimento atual é resultado do pensamento, da decisão. A causa é o pensamento inicial que levou à tomada da decisão de fazer o curso.

O dia de hoje ou acontecimentos atuais já estão traçados em função das decisões passadas. O dia de hoje da minha vida é como a leitura do jornal de hoje. Não existe jornal de hoje. O jornal de hoje só relata os acontecimentos de ontem. Da mesma forma, o dia de hoje da vida só retrata um resultado criado pelo pensamento ontem.

Qualquer ação, tentativa de mudar ou melhorar o dia de hoje é infrutífera. Não há como reescrever o jornal de hoje. Muitas pessoas não progridem na vida porque perdem tempo e energia tentando consertar o dia de hoje e ontem. Não fazem, não buscam nada diferente, inovador para ajudar na construção do dia de amanhã melhor.

O erro está em querer mudar o resultado. A única forma de alterar o resultado é mudando a causa. Se a causa está no pensamento, a única forma de mudar o resultado é mudando a forma de pensar. É preciso mudar o pensamento para conseguir resultado melhor. Só uma mudança interna muda a forma de pensar.

Desta forma é muito importante conhecer quais são as regras: o que cada pensamento pode gerar como resultado amanhã. Isto é conhecido como leis mentais. A principal é a lei de causa e efeito, conhecido também como lei do carma.

Carma é o estoque de pensamentos, ações passadas de uma pessoa que gera um determinado acontecimento semelhante no futuro. Quando acontecimentos negativos repetem na vida de uma pessoa significa que está atuando a mesma causa. Identificar e eliminar as causas são fundamentais para o êxito pessoal e profissional.

A grande maioria das pessoas não dão importância a estas leis. Pensam que é coisa de religião ou superstição. Se estudasse um pouco a ciência mental, sair desta bitola cega, ajudaria muito na realização de objetivos e sucesso profissional.

Na prática as leis mentais são aplicadas corporativamente com outra denominação: fé como confiança; darás e receberás como meritocracia. Transformaram as “leis religiosas” em regras: faça assim, dicas, formas, maneiras e por aí vai. O grande problema é que não explicam o fundamento, falta entender o conceito.

Sem entender o fundamento não acontece a mudança interior da pessoa. Regras, conselhos, dicas não modificam a pessoa internamente. Podem achar interessante, pensar em seguir os conselhos. Não dura mais do que uma semana. É só fogo de palha, queima rapidamente, o entusiasmo acaba num instante e tudo fica como está.

[Editado] Link

Dê o Primeiro Passo…

Às vezes quando queremos algo e temos medo ou preguiça, usamos as desculpas mais conhecidas para justificar o porquê de não cuidarmos bem do nosso dinheiro ou até participar de uma maratona. Maratona? É, maratona! E por que não? Damos as mesmas desculpas: “não tenho tempo”, “não tenho dinheiro” … Dê o primeiro passo. É o mais importante, sem começar não chegamos a lugar algum. Não importa a forma, a performance será melhorada durante os treinos.

Quando temos o motivo, a meta, o objetivo, o trabalho a ser realizado, o alvo, seja lá o que for, as coisas acontecem pela energia movida por um motivo. Isso é Física e não um milagre! É uma força interior colocada em prática o desejo e a vontade. Pessoas motivadas alcançam todos os seus objetivos. Sabemos da necessidade de cuidarmos da nossa saúde, mas falta disciplina para isso.

A mesma motivação serve também para os iniciantes na corrida. Para isso, comece com uma caminhada de 30 minutos em dias alternados, depois vá aumentando aos poucos. O corpo se adapta, mas os obstáculos são muitos. Uma manhã mais fria ou o cansaço farão você pensar duas vezes na hora de levantar da cama.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), precisamos realizar no mínimo 30 minutos de atividade física, por cinco dias da semana. Falo da corrida por tê-la inserido em minha vida. No início estava fora de forma e sedentário, hoje participo de maratonas. Se eu consegui, qualquer pessoa consegue.

Corrida é um esporte de superação e traz uma série de benefícios, além de emagrecer, o combate de doenças, aumenta a autoestima, melhora seu condicionamento físico e força, e o melhor de tudo, é democrática. É preciso paciência e motivação. Encontre sua própria maneira de correr, aumente sua performance e não se esqueça de se manter saudável.

Precisamos nos habituar a estabelecer metas e desafios e desejar alcança-los. Mais que isso, é preciso crer que somos capazes de realizá-los. Sem isso, qualquer esforço parece imenso. Qualquer obstáculo, por menos que seja, torna-se insuportável. Cada um de nós vale pelo tamanho de seus sonhos e pela capacidade de transformá-los em realidade. É uma decisão pessoal.

por Marcelo Mirabelli

A Dignidade de Servir

Servir, ajudar, ser gentil e delicado sem esperar nada em troca é algo que deveria ser parte integrante de nós.

Open door

“A humanidade precisa de mais pessoas para abrir portas porque há gente demais puxando tapetes.”

Quando meu amigo Juliano desembarcou no aeroporto internacional da Cidade do México, onde passaria um tempo na filial da empresa em que trabalhava, sabia que tinha muito o que aprender sobre os costumes locais. Juliano era experiente, já havia morado na Itália e nos Estados Unidos, mas estava especialmente excitado com os mexicanos, que têm fama de hospitaleiros. Só não esperava a variedade de emoções que experimentou na terra dos mariachis.

Ainda no aeroporto começaram os aprendizados. Quando foi ajudado por um funcionário com suas bagagens, agradeceu a gentileza. “Gracias” – disse. E ouviu como resposta: “Para servirle a usted, señor”. “Para servi-lo”, em vez de “de nada” ou, como dizem os americanos, “você é bem-vindo” ou “sem problema”.

“Faz sentido, trata-se de um funcionário” – pensou, “está aqui para servir aos que chegam a seu país”. Entretanto, à medida que os dias passavam, ele se deu conta de que era assim que qualquer pessoa respondia a uma manifestação de agradecimento. “Para servirle” é o “de nada” dos mexicanos. Entre tantos, este foi um dos traços culturais que mais encantaram meu amigo naquele país – a disponibilidade para servir ao semelhante. E não se tratava de uma postura serviçal, e sim de um posicionamento ético. Afinal, é para isso que todos existimos, para coexistir, o que inclui servir.

Somos extremamente frágeis perante a natureza. Só nos tornamos fortes em conjunto, por meio da colaboração, da ajuda mútua, da complementaridade das competências, da soma dos saberes e, claro, da disposição para servir ao outro. Mais do que um atributo cultural, o servir é um determinismo genético, que pode, claro, ser incorporado e ampliado ou negado e diminuído, a depender da educação e do caráter de cada um.

O servir no trabalho

Há uma visão clássica da economia que a divide em três setores: o primário, responsável pela produção de bens naturais; o secundário, que é quem faz as transformações industriais; e o terciário, que entrega os produtos aos consumidores. Resumindo, falamos em agropecuária, indústria e serviços. O primeiro depende de terra, o segundo de máquinas e o terceiro de gente. Essa divisão não está errada, mas é simplista. A começar pelo fato de que todos os setores dependem das pessoas. Tudo o que existe foi feito por alguém para alguém.

Além disso, na busca de conquistar o cliente, as empresas tratam de entender o consumidor, seus hábitos, necessidades e desejos para servi-lo bem e assim obter sua fidelização.

Saber servir virou vantagem competitiva para todos os setores, imagine então o que significa para o setor chamado “do serviço”, como o comércio, gastronomia, educação, saúde e transporte. Para esses, não é vantagem competitiva, é função vital.

Empresas dispostas a servir, independente do setor a que pertençam, demonstram isso em sua cultura e no comportamento de seus funcionários. Aliás, as pessoas também são assim. Quem tem sempre presente a disposição para servir aos demais, sendo útil a seus amigos, familiares, estranhos, funcionários, chefes ou clientes, costuma apresentar algumas qualidades de personalidade que lhe são naturais ou que foram desenvolvidas durante sua educação.

O ato de servir aos outros a qualquer momento em que isso seja necessário pertence ao campo do comportamento, e não só da competência. Notamos com clareza as pessoas disponíveis e generosas. Elas são mais visíveis que as demais porque irradiam uma espécie de luz que as distingue e as enaltece.

Há profissões cuja especialidade é servir, como os garçons, vendedores, e há aquelas cujas competências são outras, como calcular, operar máquinas. Entretanto, em todos encontramos a disposição para servir. Para os primeiros, seria uma obrigação, o que não garante que todos a tenham, nem que os segundos não possam tê-la. Quem nunca foi atendido por um garçom mal-humorado?

Felizmente existe a contrapartida. Quase todos nos lembramos de alguém a quem pedimos uma informação e que só faltou nos levar até o local. São pessoas assim que nos fazem acreditar na humanidade em tempos de tanta violência moral. E esses são os que têm, como consequência natural, mais sucesso em suas carreiras.

O servir na vida

Vejo que há dois tipos de pessoas com disposição para servir aos outros: os serviçais, que servem por profissão, e os humanistas, por convicção. E quem serve por profissão e por convicção pode ser chamado de líder, independente de estar ou não ocupando uma posição de comando. Acontece que quem age assim está liderando uma mudança, a começar pela postura de quem está sendo servido, e, a seguir, pelo mundo, que está ficando melhor por sua causa.

Recentemente tive uma reunião com o presidente de uma grande empresa. Após me identificar, fui conduzido até uma sala de reuniões. Depois de alguns minutos, chega o presidente, um homem alto, com semblante sereno, de ascendência oriental. Em seguida aos cumprimentos de praxe, a pergunta também de praxe: “Toma um café?”, perguntou ele. “Sim, claro” – aceitei, esperando que ele, na sequência, ligasse para a secretaria transferindo o pedido. Para minha surpresa, ele saiu da sala e voltou com uma pequena xícara em suas mãos, dizendo algo como “espero que esteja bom”. O ceo me serviu o café! Imagine como transcorreu a reunião.

Você pode estar pensando que não há nada de mais nesse ato, mas posso garantir que ele, definitivamente, não é comum. O normal seria que o café fosse servido por uma copeira. Com o tempo fui percebendo que, naquela empresa, a simplicidade, a leveza das relações e o ato de servir faziam parte da cultura, e seu presidente, claro, tinha de dar o exemplo. E foi o que ele fez, sem afetação nem artificialidade. Para ele, servir era natural.

A essência de servir

E assim são tantas pessoas, felizmente. A todo instante, temos a chance de servir a alguém, facilitando sua vida e engrandecendo a nossa. Servir é, ou deveria ser, a essência do ser humano. Quem não cultiva o hábito não o faz por um entre três motivos: desatenção, desinteresse ou prepotência.

Os desatentos são os que conservam seus olhos em seus próprios umbigos. Não o fazem por mal, apenas não estão atentos ao seu entorno. É aquela pessoa que entra no elevador e solta a porta sem se dar conta de que você está chegando. Ele poderia segurar a porta por um instante e evitar que você tivesse de esperar o elevador voltar. Mas ele não se deu conta…

Os desinteressados talvez se deem conta, mas não têm o menor interesse em colaborar, a não ser que vejam alguma vantagem nisso. Trata-se de uma atitude egoísta. Seu slogan poderia ser: “O que eu ganho com isso?”. Aquele jovem que oferece carona à colega só porque está interessado nela, ou o funcionário que se oferece para ajudar o chefe, mas não o colega, afinal, esse não pode promovê-lo.

E há ainda os prepotentes, aqueles que têm convicção de que são superiores aos demais e que nunca precisarão de ninguém. Você conhece o tipo. Ele tem certeza de que nasceu para ser servido e não para servir. “Que audácia, veja só!”, respondem quando alguém lhe pede para colaborar.

Mas eles não são a maioria. Ainda vejo, em minha cidade, nas ruas, no trabalho, uma legião de pessoas dignas do nome. Não são serviçais nem subservientes, são os membros ativos da sociedade, aqueles responsáveis por podermos chamar a humanidade de civilização. O que nos torna verdadeiramente humanos não é a anatomo-fisiologia, e sim a sociobiologia.

O ato de servir não tem relação com profissão, função, classe social, sexo ou idade. Tem a ver com disposição, qualidade moral, elevação espiritual. Não há nada de subserviência em servir. Servir engrandece.

Fonte: Revista Vida Simples. 138 ed., São Paulo: Abril,  2013.

Análise do Holopensene Residencial

Residência

O fato de não pensar mal de você ou das outras pessoas, já é um primeiro passo para a higienização de nossa moradia.

Introdução. A primeira moradia da conscin nessa dimensão é o seu corpo físico, a segunda é a sua casa. A residência é a extensão pensênica dos seus moradores, incluindo as consciências extrafísicas. Deixamos muitas das nossas máscaras sociais, quando entramos na nossa casa. Como cada consciência é complexa e única, também as energias dos ambientes são ímpares.

Para a conscin preocupada com o autoconhecimento, com a policarmalidade, com o cumprimento de seus objetivos existenciais; a sua residência é uma embaixada assistencial. Um exemplo ilustrativo é o projetor lúcido que deixa seu corpo em repouso durante uma exoprojeção. O texto propõe a análise das energias predominantes em nossa moradia e destaca alguns aspectos visando a reciclagem e aperfeiçoamento dessa embaixada multidimensional.

Padrão energético. Na correria do dia a dia, dificilmente temos tempo para a identificação do nosso padrão energético. Imagine então a observação do holopensene residencial.

Somos influenciados pelos holopensenes de todos os ambientes frequentados por nós, incluindo nossa casa. Passamos grande parte de nossa vida humana em nossas residências e é fundamental sabermos interagir sadiamente com as energias e consciências deste ambiente.

Existem dois megapensenes trivocabulares bastante ilustrativos sobre o holopensene residencial:

  • Há casa agradável.
  • Há casa desagradável.

Questionamentos. Através das respostas às perguntas a seguir, busque informações do seu holopensene residencial e crie estratégias para melhorá-lo. O recomendado é fazer anotação escrita das ponderações.

  1. Cada um dos aposentos de uma residência possui um holopensene diferenciado dos demais cômodos. Você gosta mais de qual desses ambientes?
  2. Como são os padrões energéticos das visitas em sua casa (conscins e consciexes)?
  3. Durante o banho diário, você trabalha também suas bioenergias promovendo uma limpeza holossomática?
  4. Em qual cômodo da sua residência é o seu local de poder?
  5. Existe algum aposento no qual você não se sente à vontade. Por quê?
  6. Faz a leitura energética dos aposentos do seu lar? Além da blindagem da alcova, você realiza       mobilizações energéticas visando a higienização do ambiente?
  7. Faz faxina periodicamente? Acumula roupas para lavar ou passar? A pia está cheia de louça suja?
  8. Na sua residência há animais? Como eles são tratados? Passam por alguma carência?
  9. Na sua residência há plantas? Você dá a elas os cuidados mínimos necessários? A fitoconvivialidade ajuda a manter os ambientes mais hígidos.
  10. Qual dos cômodos agiliza mais o seu processo evolutivo? Por quê?
  11. Qual foi a última vez que você promoveu alguma modificação na sua residência? Por exemplo, pintou ou trocou objetos decorativos, comprou móveis novos ou trocou os atuais de lugar?
  12. Se você é praticante da tenepes, qual a preparação e cuidados com o habitat tenepessista antes e depois das sessões diárias?
  13. Você acumula objetos sem utilidade (bagulhos energéticos) em sua casa?
  14. Você mora sozinho? Se não, como essas consciências atuam holopensenicamente em sua casa?
  15. Você promove a organização dos cômodos de sua residência? Por exemplo, não deixando comida largada na cozinha ou roupas e toalhas atiradas no chão.
  16. Você sofre demasiada influência dos aposentos de sua casa? Por exemplo, ao entrar na sala de visitas não resiste a ligar a televisão?
  17. Você tem conhecimento de que suas atividades em sua residência ajudam a manter ou alterar o seu holopensene doméstico? Por exemplo, as músicas que escutamos, os programas de TV que assistimos, interferem muito nesse holopensene?
  18. Você tem o hábito de antes de entrar em sua casa fazer um estado vibracional? E antes de sair?
  19. Você tem o hábito de ler? As leituras que realiza visam deixar o holopensene do local mais saudável?
  20. Você utiliza alguma técnica de saturação mental na sua casa? Fotografias, livros sobre Projeciologia espalhados estrategicamente, podem ajudar a aumentar a lucides do projetor.
  21. Você utiliza corretamente cada cômodo? Por exemplo, você se alimenta na copa/cozinha ou também tem mania de comer em outros aposentos?

Estratégias de atuação. Sempre existem aspectos que podem ser aprimorados, reciclados e renovados. A partir das respostas obtidas, trace algumas para visar a melhoria do holopensene do seu domicílio estipulando estratégias e prazos.

Segue um exemplo didático, visando ajudá-lo nessa tarefa:

Problema detectado: acúmulo de objetos sem usos, ocupando espaço e estagnando o holopensene domiciliar.

Meta: não ajuntar objetos sem utilidade em casa, melhorando a funcionalidade do ambiente.

Estratégias: Fazer um inventário dos objetos da residência; descartar os objetos sem utilidade; criar o hábito de cada objeto que for substituído por um novo, livrar-se do antigo. Por exemplo, comprei um abridor de garrafas e joguei o velho fora.

Prazos. Utilizar uma agenda pessoa, para criar espaço para as atividades a serem feitas. Em seis meses, ter este posicionamento já consolidado como um hábito.

Conclusão. Espero com esse texto ter contribuído para ajudar o leitor a questionar a realizar a análise do seu holopensene residencial, utilizando-o como um agente catalisador do rendimento evolutivo. Evoluir impõe desafios à conscin motivada. Sua casa é seu castelo.

 

Referências bibliográficas:

  1. Vieira,Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia; Rio de Janeiro, RJ; IIPC – Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia; 1994.
  1. Idem. 200 Teáticas da Conscienciologia: especialidades e subcampos; Rio de Janeiro, RJ: Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia; 1997.

Fonte