Posts de Sr. Evoluciente

Se você quer mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor, mude você primeiro! If you wanna change the world and make it a better place, change yourself first!

A Paradoxal Importância da Dor Emocional

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O conceito de dor fisiológica compreende uma sensação penosa e desagradável, produzida pelas terminações nervosas da pele, sensíveis a algum estímulo danoso.

A função da dor é alertar o indivíduo de que alguma parte de seu organismo está sofrendo lesão, está sendo danificada, sugerindo alguma reação de sua parte para resolver esse problema. Portanto, a dor é uma bênção para garantir a nossa integridade e saúde física. É como uma sirene com várias intensidades proporcionais ao nível da dor: em tese, quanto mais forte, maior o barulho e maior a reação.

A dor tem função paradoxal: seu mecanismo causa sofrimento com o objetivo maior de evitar mais danos irreversíveis; visa a autopreservação, o autocuidado.

Claro que estamos falando de um crescendo, de dores ainda suportáveis; desconsideremos dores desencadeadas por fatores extremos ou traumáticos. Nestes casos a dor extrema é óbvia e gera reação compulsória imediata (dor patológica).

A dor não existe somente na dimensão física, conforme exposto, mas também existe na dimensão emocional.

Uma dor emocional também é sentida de forma parecida: causa uma sensação desagradável e traz desconforto, sofrimento. Da mesma forma que a dor orgânica, tem como função alertar que algo não vai bem em alguma parte de nossa estrutura emocional, sugerindo alguma reação de nossa parte para investigar e buscar resolver o problema-ainda-oculto. Estamos falando de saúde emocional.

No entanto, geralmente não damos a atenção devida ao aspecto subjetivo da dor não-física, mas que é extremamente real. É possível constatar diariamente atitudes onde nem mesmo a concretude da saúde física recebe os devidos cuidados e atenção do sujeito que a negligencia… e geralmente negligencia a saúde física para compensar a suas próprias dores emocionais. É uma possibilidade.

Não conseguir lidar ou negar uma dor emocional pode fazer com que a pessoa busque alternativas não muito eficazes para “abafar sua sirene disparada”. Pode então buscar refúgio em substâncias ou atividades de risco que têm como efeito imediato o prazer – uma forma de aliviar, mas também de mascarar a dor. É paliativo e não resolve a médio e longo prazo o problema, inclusive podendo gerar e agravar outros problemas.

A natureza é sábia, nos dá pistas para que tenhamos consciência de que algo precisa ser revisto, olhado novamente. Se formos investigar mais a fundo, a dor (física ou emocional) é a ponta do iceberg, o último efeito de um problema que vem crescendo silenciosamente a algum tempo, e somente ao final gera o sintoma: a famosa dor. A consciência nasce do contraste. A dor gera contraste.

Dessa forma, é essencial darmos mais atenção às nossas percepções íntimas, pois sinalizam algo. Não é preciso ficar paranóico, mas apenas dar atenção a algum incômodo que frequentemente aparece. Pode sinalizar algo importante a ser investigado. Nem todo incômodo é algo negativo a ser combatido, pode indicar necessidades e mudanças.

A princípio, a investigação envolve refletir e buscar compreender a função que essa dor emocional desempenha em nossa vida: Que emoção desencadeou isso? Que pensamento desencadeou essa emoção? Por que surgiu? Qual é o papel deste desconforto causado pelas emoções? O que preciso aprender? O que essa emoção diz sobre a minha relação com o mundo? Juntar aos poucos as peças do quebra cabeça com alguns questionamentos pode ajudar. O objetivo é tentar compreender, e não causar mais conflitos e dores. Por isso, é preciso saber o momento de pedir ajuda a pessoas e profissionais de confiança.

Saúde emocional é um bem interno que não tem preço, não deve ser negligenciada, não deve ser anestesiada por certas substâncias ou hábitos específicos, nem ignorada por medo, mas acolhida, compreendida e amadurecida, pois somente pelo investimento do cuidado colhe-se os frutos: a exemplo da conquista de maior equilíbrio emocional, totalmente factível.

Sr. Evoluciente

Cosmoética: Ética Cósmica

Cosmoética, subcampo da Evoluciologia, é a especialidade da Conscienciologia dedicada ao estudo da ética ou moral cósmica, multidimensional, além da moral social intrafísica.

Sinonimologia: 1. Código de ética dos serenões; ética avançada; ética multidimensional; moral cósmica; 2. Ética. 3. Lei do retorno; lei cármica. 4. Justiça universal. 5. Exemplarismo assistencial. 6. Autoincorruptibilidade.

Antonimologia: 1. Anticosmoética. 2. Aética; anética; antiética. 3. Auto-corrupção. 4. Ética momentânea 5. Lei de Gerson. 6. Ética humana.

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Algumas considerações da Cosmética, por Waldo Vieira:

‘A Cosmoética pede a agilização do nosso autoconhecimento. Isso acontece através da maturidade, do discernimento, da lógica, da autocoerência, das prioridades conscienciais, do livre-arbítrio individual e da auto-evolução planejada.’

‘O Carma (holocarma) é a lei de causação cosmoética, que não castiga nem recompensa, nem cria nem designa nada, mas dirige infalível e pensenicamente todas as demais leis geradoras de certas conseqüências, no conjunto das ações multidimensionais da consciência, dentro da planilha da sua evolução incessante.’

Podemos também prever que os níveis de assistência extrafísica*** são unidades cosmoéticas de medida de sucesso ou fracasso da consciência na vida intrafísica. No planeta Terra a grande maioria das consciências ainda são anticosmoéticas e não querem repartir os sacrifícios, mas apenas lograr benefícios em tudo que fazem, ocasionando a lei anticosmoética do menor-esforço.    

***Assistência Extrafísica: assistência realizada por personalidades geralmente denominadas “Amparadores”, os quais descartaram o corpo (temporariamente), vivendo e atuando a partir da dimensão Extrafísica (Além-da-Dimensão-Física) com maior visão de conjunto e menor restringimento de sua lucidez, aplicando ao máximo os princípios da Cosmoética em auxílio às outras Consciências, sempre norteados pelo valor Cosmoético “Que Aconteça o Melhor para Todos”.

Para alcançar a Cosmoética é indispensável vivenciá-la”.

(VIEIRA, Waldo)

A Cosmoética não apresenta meio termo ou uma semicosmoética.

(VIEIRA, Waldo)

Fontes:

Mar Sem Fim – Amyr Klink

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Um homem precisa viajar por sua conta, não por meio de imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto.  Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sobre o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos e simplesmente ir ver.

Amyr Klink

Liberdade

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“Cada um segue o seu caminho, não importa o que pensem… E isso nos faz descobrir nosso verdadeiro ser… a Liberdade é parte do seu ser. Devemos rechaçar o que nos tolhe a Liberdade. Não precisamos de rituais ou superstições para viver. Você é livre para ser o que quiser.  Voe!”

“Para voar você não precisa de fé. Precisa entender como se voa.”

Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach)

Teste da Centragem da sua Consciência

Reeducação pela Conscienciologia = felicidade

  1. Consciência. (…)Defender e viver pelo aperfeiçoamento ou a evolução da consciência (Latim: conscientia, com conhecimento) pode ser a megameta, fundamental e mais inteligente.
  2. Tempo. O percentual maior do tempo da vida intrafísica, por direito e lógica, naturalmente, é da consciência na condição evolutiva multidimensional.
  3. Molduras. Na falta de prioridades inteligentes, a conscin pode viver escravizada às molduras ou banalidades da vida humana. Ocorre a descentragem da consciência.
  4. Acessórios. Quem se desloca do centro nuclear da consciência, vive desnorteado na periferia das molduras do quadro humano. Esquecendo o essencial, vive desperdiçando energia, tempo e espaço conscienciais, e oportunidades com os acessórios a serem mantidos, minimizados, no acostamento da própria estrada evolutiva.
  5. Inevitáveis. Dentre as molduras inevitáveis a serem vividas na Terra, somos obrigados a destacar 4: o soma, a moradia (casa ou apartamento), a locomoção (condução ou transporte) e a subsistência humana (economicidade).
  6. Interesse. Será importante ver na vida material, experimentador ou experimentadora, o percentual de atuação de cada qual dessas 4 molduras – e outras personalíssimas – e medir o restante analisável para o interesse prioritário a vir em primeiro lugar, insubstituível, ou seja: a própria consciência.
  7. Soma. Quem aplicar 60% do próprio tempo na plástica humana, na musculatura ou massa muscular e no sexo, vive escravo, intrafisicamente, dentro do corpo humano, tendo dificuldade para viver projetado nas dimensões conscienciais extrafísicas.
  8. Locomoção. Conforme a cultura e o ambiente, as molduras secundárias escravizam muito mais. Na Califórnia, EUA, vive-se com fartura, porém escravizado à locomoção. Ali, perde-se elevado percentual da existência intrafísica indo entre extremos, como rotina diária, porque há distâncias enormes entre os centros de interesse. Nesse caso, o percentual das pessoas obesas, na população, aumenta, pois vivem dentro do carro.
  9. Casa. Até quem vive no trailer autossuficiente (motor home) pode perder tempo na manutenção, dentro da casa ambulante. A conscin não resolve o problema, pois cria outro.
  10. Deficiente. No Polo Norte, o esquimó poderá ser mero deficiente físico ambiental se perder muito tempo emparedado dentro do iglu.
  11. Consumismo. A pessoa escrava do hiperconsumismo, ou do delírio comprista, vive, praticamente, dentro do supermercado ou do shopping center.
  12. Dinheiro. Quem se escraviza ao trabalho de subsistência, vive pelo dinheiro, dentro do escritório (workaholics). O Homem é o “inventor” e, comumente, escravo do dinheiro.
    Teste. Será sempre oportuno analisar a escravatura nos hábitos, rotinas e condicionamentos.

Reflexão: São razoáveis os percentuais de tempo dedicados por você, especificamente, ao próprio soma, à casa, à condução e à subsistência humana?

 

Fonte: 

  1. VIEIRA, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia. 3ª. Ed. Foz do Iguaçu, PR: Editares, 2013.

Link para acesso ao Tratado 700 Experimentos da Conscienciologia: Cique aqui!

Inteligência Evolutiva e Elevação da Consciência

Evoluir é sair da trincheira do abdome, abrindo-se para a vastidão do Cosmos

O tema de hoje refere-se a ideia de Inteligência Evolutiva… É útil entender este conceito-base, pois está ligado diretamente ao entendimento daqueles questionamentos comuns sobre a lógica da nossa evolução: A que viemos? Qual o sentido da vida se não crescermos como seres humanos, como consciências, aplicando nosso pleno potencial criativo em prol de todos os seres e maior harmonia e higidez intrapsíquica?! Entretanto, ninguém amadurece internamente nesta vida apenas pela mera passagem do tempo, é preciso merecer o crescimento através de autoesforços contínuos, quando enfrentamos as próprias limitações e adversidades, até superá-las… e enfim, nos aperfeiçoamos… Mudamos de patamar, conquistamos maior autodomínio e harmonia íntima…

Segundo COUTO, 2014 [adaptado]:

“A inteligência evolutiva (…) move a consciência rumo ao aperfeiçoamento cosmoético íntimo, e, portanto, às priorizações adequadas a esta finalidade. Promove a reflexão autocrítica dos posicionamentos e das decisões pessoais frente à necessidade permanente de reajustes pró-evolutivos do ego. Necessariamente envolve a compreensão e a vivência da multidimensionalidade, do parapsiquismo e da interassistencialidade, inafastáveis à teoria e prática da evolução consciencial.

A reflexão que faço desse conceito é: A Inteligência Evolutiva implica, a grosso modo, em saber escolher com discernimento aquilo que é benéfico para o aprimoramento pessoal e grupal, de forma a elevar a nossa consciência a manifestações mais Evoluídas (menos primitivas), dominando e superando a condição de apenas sobreviver em função de interesses egoístas em algum nível (parte animal). Saber escolher com discernimento aquilo que é benéfico para o aprimoramento pessoal e grupal, de forma a elevar a nossa consciência a manifestações mais Evoluídas (menos primitivas), dominando e superando a condição de apenas sobreviver em função de interesses egoístas em algum nível (parte animal). Ao mesmo tempo, fazer uso da inteligência evolutiva também envolve saber descartar aquilo que é prejudicial e que rebaixa a nossa consciência a manifestações mais primitivas.

O raciocínio consiste em enxergar a vida por uma lógica evolutiva: como uma oportunidade de crescimento e evolução interior, de superação de nós mesmos, e não vê-la apenas como um “software-vida” pronto, onde todos seguem um script de nascer-crescer-trabahar-morrer, sem muito sentido além da necessidades orgânicas e passageiras, ou então apenas visando suprir carências e viver pelo prazer imediato, ou pior: vendo as coisas e pessoas apenas como meios para suprir os próprios interesses, e consequentemente não valorizando as coisas e os seres em si.

Os valores que geram separatividade não elevam a consciência, tal como o preconceito, a desonestidade e o medo de ser diferente, são frutos do carro-chefe: o ego, por isso te puxam para baixo (rebaixamento de consciência ao nível de interesses egoicos). Já os valores que geram união e que aproximam os seres de sua essência mais elevada (self), sem fragmentá-los a uma ideologia, elevam a consciência, tal como a honestidade, a fraternidade e quaisquer comprometimentos com valores não-egoístas. Todos nós temos estas duas possibilidades em vida, a cada momento: elevar ou rebaixar a consciência. Fazer uso do livre-arbítrio implica em escolher pela elevação da consciência, mas requer esforço diário, que vale a pena, já que nos tornamos livres e mais felizes em função do autodomínio… Agora para rebaixá-la basta deixar no piloto automático para o ego comandar, porém a consequência é tornar-se escravo do mesmo ego, permanentemente manipulável e dependente de fontes externas que detém tudo aquilo que supre tais necessidades circunstanciais, nunca autorrealizável ou autossustentável.

A vida interior é extremamente farta de potenciais verdadeiramente humanos, conscienciais, mas que, por desconhecermos por falta de uso, ou por focarmos demais em aspectos negativos, acabamos que julgamos ser apenas o que vemos superficialmente em nossa manifestação, e consequentemente não desenvolvemos o que há de melhor em nós mesmos (qualidades apenas em potencial).

É preciso elevar a nossa consciência em cada ato do dia a dia, com disciplina, com menos ansiedade, e mesmo quando não conseguirmos, tirarmos um aprendizado das derrotas para nos aprimorarmos através delas. Todos temos algo a dizer ou um trabalho a oferecer ao mundo e que beneficiará às pessoas. Trabalhar para encontrar esse projeto mais elevado consequentemente também elevará nossa consciência, nos enchendo de autorrealização (vigor e felicidade intraconsciencial). Não é uma receita de bolo, vamos aos fatos, observe a si mesmo no dia a dia e busque validar os benefícios de elevar a sua consciência e os malefícios de rebaixá-la.

No fim, são desafios tão necessários à Nossa Evolução, o rebaixamento da consciência não deve ser visto como um mal ou algo ruim, pelo contrário, é como um desafio que, quando superado, nos leva a melhores patamares evolutivos, de autodomínio, harmonia e lucidez, e portanto, são condições sine qua non ao nosso crescimento. Novos desafios sempre existirão para nos fazer crescer, é como subir uma escada, a cada novo degrau, uma nova barreira nos força a subir!

Estar ciente da evolução é uma vantagem que não tem preço, desde que coloquemos em prática o desafio da autossuperação!