EQM: Experiência de Quase-Morte

EQM - Mudança de Paradigma

O que é a Experiência de Quase-Morte (EQM)?

A experiência de quase-morte (EQM) ou near-death experience (NDE) é um tipo de projeção da consciência, forçada, compulsória, patológica, que decorre, geralmente, de traumas orgânicos causados por agentes físicos, químicos ou psicológicos. É comum a pacientes quase terminais, sobreviventes da morte clínica. Ocorrem em situações de perigo extremo, tais como: acidentes, intoxicação, traumatismo, choques durante anestesia, afogamento e outros casos médicos. Este fenômeno aparece em várias culturas ao longo da história da humanidade. A partir do Século XX recursos financeiros e tempo de pesquisa científica mundial vêm sendo empregados para explicá-lo.

Que tipos de relatos são feitos por quem experimenta a EQM / NDE?

Nos relatos parece haver uma sequência das seguintes etapas: impressão de flutuar acima do próprio corpo percebendo as pessoas ao seu redor, sensação de paz, visão panorâmica retrospectiva da própria vida, intensidade vívida de certas emoções e percepções. Pode surgir a impressão de entrar por um túnel (efeito-túnel) em cujo final surge um “ser de luz”, referência variável que depende dos arquétipos religiosos, culturais ou filosóficos da pessoa. A fronteira entre as duas dimensões ? física e extrafísica ? é marcada como se fôsse o limiar entre a vida e a morte. Estas são as descrições mais características das experiências de quase-morte / EQM.

Quais as consequências psicológicas sobre o comportamento de quem experimenta o fenômeno da projeção de quase-morte?

Profundas alterações comportamentais ocorrem com os indivíduos que vivenciaram a EQM: mais de 90% das pessoas que rememoram a experiência mudam para melhor, perdem o medo da morte (tanatofobia), passam a dar mais valor à própria vida com respeito à dos demais e fazem uma reperspectivação da atual existência física (reciclagem existencial). Enfim, há um grande despertamento e amadurecimento consciencial.

Como a Medicina explica a EQM e qual o papel da Projeciologia nesta discussão?

Embora a EQM ocorra durante situações traumáticas, o fenômeno natural benigno deveria ser pesquisado pela Medicina sem qualquer tipo de “pré-conceito”. Desde que pesquisadores de diversos países passaram a analisar e discutir as EQMs de modo mais abrangente, a própria Medicina e as neurociências tem sido forçadas a repensar a morte e a possibilidade de sobrevivência extrafísica da consciência. No entanto, ainda hoje, há cientistas que adotam abordagens superficiais tais como a memória genética, a diminuição da oxigenação cerebral (hipóxia cortical) ou associam a experiência à imaginação e a recordações do nascimento biológico, hipóteses que não fornecem uma explicação satisfatória para o fenômeno. A Projeciologia estuda todas as formas de projeção da consciência para outras dimensões. A EQM / NDE é apenas uma delas. No Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) há cursos sobre o tema sob a ótica universalista das neociências.

Qual seria a literatura ideal para o grande público compreender e adquirir mais informações objetivas sobre a EQM / NDE?

Nos EUA, o médico psiquiatra Dr. Raymond Moody Jr. escreveu alguns clássicos da literatura projeciológica que se tornaram best-sellers em todo mundo. Nos EUA existe uma revista científica sobre o fenômeno chamada “NEAR-DEATH Studies” cujos artigos são escritos por pesquisadores do tema. Há também um pediatra americano, Dr. Melvin Morse, que participou do IV Congresso Internacional de Projeciologia (IV CIPRO) realizado no Brasil em 2008 pelo IIPC que vem pesquisando de modo pioneiro as EQMs em crianças. O diário projetivo publicado pelo médico brasileiro Waldo Vieira (1932- ) Projeções da Consciência (1981) é a obra pioneira no Brasil. Para os estudiosos, o tratado proposto por Vieira (1986) ? Projeciologia ? Panorama das Experiências da Consciência fora do corpo Humano ? é a referência bibliográfica mundial mais completa sobre o tema, até o momento.

Qual a contribuição da Projeciologia para o estudo deste fenômeno?

A Projeciologia, nascida no Brasil a partir do trabalho de Vieira, projetor experiente e pesquisador da consciência, têm sido a mais expressiva contribuição no estudo dos fenômenos projetivos. Além do pioneirismo de uma proposta brasileira para esse campo instigante, a pesquisa historiográfica e a organização da metodologia científica para o estudo das projeções da consciência espontâneas e voluntárias sadias, vieram preencher uma lacuna existente nessa área de pesquisa, no Brasil e Exterior.

http://www.iipc.org.br/faq/eqm.php

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Experiência Fora do Corpo

Projeção da Consciência (PC) / Experiência Fora do Corpo (EFC)

Projeção astral é a mesma coisa que projeção consciente?

O termo científico usado no IIPC é Projeção da Consciência. Dizer simplesmente projeção astral, além de empobrecer o sentido real da experiência, romantiza demais o assunto que já deixou de ser tratado como brincadeira ou misticismo em todo o mundo. Quanto ao interesse que a projeção consciente desperta, temos notado que ao longo dos anos, as pessoas estão bem mais dispostas a buscar uma explicação lógica, científica, livre de conotações místicas para um fenômeno que elas próprias vivenciam, até então, sujeito às mais diversas definições. 

Então, o que vem a ser uma Projeção da Consciência?
É a saída da consciência do corpo físico. Veja bem, entendemos que CONSCIÊNCIA, seja o próprio Ego, a personalidade, a individualidade. Podemos chamá-la alma, espírito, não importa. O que realmente interessa é que essa consciência deixa o corpo físico pelo menos uma vez a cada noite e age na dimensão extrafísica. O objetivo da Projeciologia é oferecer técnicas para se conseguir projeções lúcidas, conscientes ou seja, que o projetor saiba que está fora da dimensão física e do estado de onirismo (sonhos) e que pode exercer atividades e atuar ali. 

O que é Projeciologia?
É uma ciência cujo objeto de estudo é a consciência e sua manifestação em três estados; físico, extrafísico e projetado, dando maior enfoque ao fenômeno da projeção consciente como auto-revelação científica. Todas as implicações que esta saída da consciência tem, são analisadas na teoria e na prática. Além do estudo da projeção, a Projeciologia se encontra dentro de um âmbito maior de pesquisa que é a Conscienciologia. Podemos dizer que a primeira é a parte prática da segunda. Em ambas, a Cosmoética é sempre o aspecto mais importante. 

O que a projeção da consciência tem a ver com a Cosmoética?
A Cosmoética é um conjunto de leis que rege o universo. Tudo que fazemos e pensamos está diretamente relacionado com ela. Podemos ter atitudes mais ou menos cosmoéticas. Quando passamos a dominar a projeção consciente, quando estamos lúcidos na dimensão extrafísica, temos condições infinitamente maiores de analisar os nossos próprios atos e pensamentos. O estudo da Projeciologia faz uma revolução nos valores humanos porque descondiciona, desperta e liberta a pessoa de suas próprias limitações. 

Não há perigo em sair do corpo?
Aparentemente não, pois todos nós temos esta experiência pelo menos uma vez durante cada noite de sono. Existe muita especulação em torno do assunto e há muita gente que faz questão de que isso continue inacessível à maioria. Nosso compromisso é justamente pesquisar para responder ao maior número de dúvidas que surgem nesse campo. 

Vocês também dão cursos sobre bioenergias, correto? O que elas têm a ver com a projeção consciente?
No nosso curso “Bioenergias sem Muros”, que é realizado em todo o Brasil, de preferência em locais arborizados como parques e praças, apresentamos uma abordagem prática com técnicas que permitem ao aluno “sentir” as suas próprias energias, além das bioenergias da natureza. Essas técnicas foram organizadas pelo consenso de toda a equipe de professores do IIPC. É preciso que a pessoa entenda a bioenergia como um fator natural, presente em qualquer processo humano e que aprender a utilizá-la só traz benefícios. 

O que você diria a uma pessoa que está passando por esta experiência e sente medo ou insegurança para controlá-la?
O medo é o fator mais comum nesses casos e somente o entendimento dos processos bioenergéticos permitirá controlá-lo, além, é claro, do esclarecimento. Estude bastante e aproveite suas experiências projetivas para visitar outras dimensões. Com isso perderá o medo da morte e todos os outros medos que costumam assombrar e frustrar as nossas melhores descobertas. Acima de tudo, tenha suas próprias experiências, se auto-analise. Procure o endereço do IIPC mais próximo de você, para conhecer o nosso programa de cursos que esclarecerão as suas dúvidas. 

http://www.iipc.org.br/faq/efc.php

Bioenergias

O que são as Bioenergias?
Bioenergias, como o próprio nome indica, são todas as formas de energias da vida. Energia de plantas, animais e todos os seres vivos. Os seres humanos, além das bioenergias vitais, produzem pensamentos e emoções que qualificam a bioenergia comum transformando-a em ENERGIA CONSCIENCIAL. Nós produzimos informações bioenergéticas quando pensamos e sentimos.

Ela está presente em todos os lugares do Universo?
Tudo indica que sim. A Terra, por exemplo, é uma grande reservatório bioenergético. Todas as formas de vida e a própria massa do planeta, contribuem para a diversidade energética.

De onde podemos absorver bioenergias?
Somos sistemas semi-abertos. Recebemos e trocamos energias com o meio onde vivemos. As fontes mais conhecidas de bioenergias são os alimentos sólidos e líquidos, as plantas, o sol, o mar e principalmente o ar que respiramos. Essa espécie de ENERGIA IMANENTE que está em toda a parte de forma difusa, é uma das principais fontes de absorção para todos os seres vivos. Esta energia tem recebido diferentes nomes em diversas culturas, alguns preferem chamá-la de energia cósmica, energia primária, energia sutil, energia orgânica, enfim, são centenas de sinônimos que traduzem o mesmo conceito.

Qual a relação das bioenergias com o cansaço físico e mental, a irritabilidade, o mal estar súbito e a agressividade sem causa aparente, os desconfortos generalizados?
Processos emocionais de desequilíbrio como os aqui citados, costumam ter um alto custo bioenergético, queremos dizer, o dispêndio bioenergético com a emoção é muito alto. Não raro, uma pessoa se sente extremamente cansada após uma discussão acalorada ou quando é portadora de sentimentos negativos, como por exemplo, mágoa, ciúmes, ressentimento. As pessoas que trabalham horas a fio com o computador ou com atividades intelectuais prolongadas sem lazer, conhecem bem a “ressaca” deixada pelo vampirismo energético da tecnologia.

Nós podemos interagir voluntariamente com as bioenergias? Existem técnicas específicas para isso?
O nosso sistema bioenergético sobrevive através de mecanismos básicos de reposição. Mas existem técnicas para se trabalhar com o próprio campo bioenergético, melhorando a qualidade e até a quantidade de energia absorvida. O IIPC – Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, ensina desde a sua fundação em 1988, técnicas avançadas para o domínio bioenergético que permitem a qualquer pessoa proceder à própria análise e diagnóstico dos seus bloqueios eliminando-os progressivamente, com segurança.

O uso de artifícios, tais como: pêndulo, cristais, pirâmides e outros, têm o mesmo efeito das técnicas propostas pela Projeciologia?
Todas essas “muletas” substituem, muitas vezes, a falta de confiança que a maioria das pessoas vivencia quanto às próprias percepções bioenergéticas. É raro encontrar pessoas que depositem um grau razoável de autoconfiança na sua discriminação e domínio bioenergético. Daí, fica mais fácil transferir o esforço para o pêndulo, o cristal, etc., que continuarão a ser o atestado da nossa incompetência nesse aspecto. O mais inteligente é trabalhar com disciplina, técnica e senso crítico para suprir essa lacuna e poder dispensar o intermediário das nossas potencialidades.

Ao doar energia, corremos risco de ficar sem ela? 
O que ocorre é que uma pessoa mal alimentada, com pouca massa corporal, abaixo do seu peso, com atitudes pessimistas, idéias fixas e muito medrosa, geralmente está mais predisposta a descompensar-se energeticamente. Uma pessoa lúcida quanto às necessidades básicas do seu organismo, sono, alimentação, etc., com uma postura pessoal mais positiva e algum altruísmo, pode ser um energizador de si mesmo, de ambientes e de outras pessoas, sem sofrer perdas energéticas. A maturidade do uso das bioenergias pode ajudar muito, empregando o discernimento ao invés das emoções.

A “vampirização” energética existe? Como pode ser evitada?
A maioria das pessoas desconhece os processos bioenergéticos, ignoram que são carentes e tornam-se vampiros sociais, conhecido de todos nós. Nem sempre, eles são identificados pelas vítimas que podem apresentar cansaço súbito, desânimo, sonolência, etc. É preciso buscar informação técnica correta, para sanar essa situação através do esclarecimento e não da superstição. Um bom domínio das práticas energéticas profiláticas e de autodefesa.

É perigoso usar as bioenergias?
O grande perigo é a ignorância dos processos energéticos. Com a prática todas as pessoas tem condição de avaliar as consequências do bom ou do mal uso das suas bioenergias na vida cotidiana, que passarão a ser um fator natural e indescartável melhorando a qualidade da nossa vida. O uso diário consciente das bioenergias é uma atividade prazeirosa e acaba sendo uma segunda natureza nossa.

Podemos desenvolver a projetabilidade, isto é, a capacidade projetiva através das bioenergias? 
Sim. As bioenergias constituem fator desencadeante natural para a projeção da consciência. Logo, o domínio do processo bioenergético torna-se a chave da projetabilidade.

Existe algum curso específico para a pessoa aprender a usar as bioenergias?
O Laboratório de Técnicas Energéticas, realizado há anos nos Centros Educacionais de Autopesquisa no Brasil e outros países da América Latina, oferece abordagens práticas e técnicas que permitem ao aluno “sentir” suas próprias bioenergias, bem como as de objetos e de outras pessoas. Essas técnicas foram organizadas pelo consenso derivado da experiência do corpo docente do IIPC. O curso tem duração de 4 aulas de 2h e 30 cada uma . Para matricular-se nele é preciso da base fornecida por um curso teórico anterior (informar-se sobre pré-requisitos no Centro Educacional mais próximo). Aprender a usar os recursos bioenergéticos dispersos na natureza só traz benefícios. 

http://www.iipc.org.br/faq/bioenergias.php

Tenepes (Tarefa Energética Pessoal)

Assuma o desafio da sua evolução!

TENEPES

Tarefa Energética Pessoal é uma prática assistencial avançada, diária, para o resto da vida, onde a pessoa doa suas energias para outras consciências necessitadas. Com isso, o praticante é o primeiro e o maior beneficiado, agilizando sua evolução pessoal.

 O que é Tenepes (Waldo Vieira)?

T vem de Tarefa; Ene, de Energia; e Pes, de Pessoal: tarefa energética pessoal, diária, para o resto da vida. É um dos maiores desafios que a pessoa pode ter até o fim da vida. Isso aí liquida os rituais religiosos, a religião; elimina a necessidade de você mexer com qualquer coisa mais. Não precisa mais de assistência social; a tenepes supre todas essas necessidades assistenciais, sob a ótica evolutiva. É como se fosse uma sessão mediúnica diária de assistência junto com os amparadores; no mínimo 50 minutos, com horário certo, para o resto da vida. É um compromisso pior que casamento. Não há divórcio. Depois de dois à três anos de prática, a pessoa fica veterana. O veterano, então, acaba ficando como desassediado permanente total (livre de assediadores e energias negativas).

A Tenepes é uma novidade?

Eu pratico a Tenepes, diariamente, faz uns 40 anos. Tentei colocar isso no movimento espírita; mas ia liquidar a sessão espírita, não dava. Porque a pessoa dá passividade ao amparador e ele começa a mexer com suas energias. No início, você exterioriza as energias. Antigamente, o nome que as pessoas davam, principalmente em São Paulo, era “passes para o escuro”; porque fecha-se a porta e não se tem comunicação com o exterior; durante aquele período, a pessoa dá passividade, do jeito que é a incorporação, psicofonia, transe mediúnico, transe parapsíquico, entende? Vem o amparador e começa a mexer com o processo de energia para assistir conscins (consciências intrafísicas) a distância ou consciexes (consciências extrafísicas). Toma o corpo dele, mas é uma possessão benigma, sadia.

Mas quem garante que o amparador virá?

É preciso ter preparo, técnica, e eu mostro isso no livro: “O Manual da Tenepes”. Um dos maiores capítulos do Projeciologia, que publiquei faz 10 anos, é o de passes para o escuro. Mas o Manual da Tenepes é um livro técnico, prático; quase não há teoria nenhuma nele, só prática.

Observações:

Cláusulas. As práticas da Tenepes são muito disciplinadoras, desenvolvidas no estado de vigília física ordinária, sem testemunhas intrafísicas.

 Megadesafio

 O mais desafiador dentro das práticas da Tenepes é que as mesmas são para o restante da vida humana do praticante.

Pré-requisitos: São inúmeros os pré-requisitos para a prática da Tenepes. Primeiro, busque por todos os livros do Waldo Vieira, do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia), leia todos, com muita calma e atenção, várias vezes; posteriormente, procure fazer os cursos do IIPC, desde os cursos básicos, até os mais avançados. Vá com muita calma. Não adianta se empolgar, só atrapalha. O preparo para o início da prática da Tenepes, às vezes, leva mais de uma década, dependendo de cada pessoa. Não é fácil. É uma tarefa difícil e árdua. Mas vale cada esforço. Se deseja muito mesmo fazer essa técnica multidimensional avançada, procure viver uma vida mais sadia, equilibrada, que ao longo do tempo, com esforço constante e ininterrupto, você poderá conseguir iniciar a prática da Tenepes. Na verdade, os pré-requisitos são muitos, procure se informar melhor nas leituras e cursos.

Isca Assistencial

 Ao se tornar veterano da Tenepes, a pessoa se transforma em uma Isca Assistencial Interconsciencial Consciente. Todos assediadores que chegarem perto do praticante da Tenepes, esteja onde ele estiver, junto com outras pessoas, por exemplo, serão assistidos pelos Amparadores que trabalham com o praticante da Tenepes. Assim, os obsessores que assediam as pessoas, poderão ser afastadas por intermédio do veterano desta prática.

Ofiex

 O praticante veterano da Tenepes terá uma Oficina Extrafísica que é uma “base” extrafísica, uma espécie de “enfermaria espiritual”, onde ocorre assistência espiritual às consciexes enfermas; curas espirituais; desassédio de conscins obssediadas, etc. Tudo isso ocorre a nível extrafísico, espiritual.

Mega Assitência

 Calcular o número de consciências atendidas durante os exercícios diários da Tenepes é impraticável. Basta considerar a hipótese do atendimento de uma só consciex-enferma-líder que influa sobre centenas de consciências extrafísicas doentes, através de hipnose mental coletiva, em comunidades extrafísicas inferiores. O atendimento de uma consciex-enferma-líder, através da Tenepes, deixaria centenas de consciências extrafísicas livres, sem influência hipnótica do seu líder-extrafísico-tirano, predispondo-as a renovações conscienciais coletivas, podendo serem levadas à hospitais espirituais para tratamento.

Exteriorizações

 Se um praticante, ainda calouro, da Tenepes exteriorizar energias consciencias (ECs) 25 vezes por minuto, durante 50 minutos, alcançará 1.100 exteriorizações por dia, no mínimo.

Década

Com o tempo e a continuação dessa tarefa, atingirá um total de 33.000 exteriorizações por mês; 372.000 exteriorizações por ano; e 3.720.000 exteriorizações em uma década.

 Soma

Tal fato evidencia que o soma (corpo físico) é poderosa máquina para exteriorizar energias profiláticas e terapêuticas.

Chama

Não raro as exteriorizações de energia consciencial, por um praticante veterano da Tenepes, podem dar a impressão de que o soma (corpo humano) torna-se enorme chama, língua de fogo de uns 3 metros de altura, quentíssima na periferia e de núcleo gelado, a crepitar para a frente e para cima, e a reverberar como se fosse um foco de luz, expandido-se e contraindo-se em movimentos para fora e para dentro, alternadamente, sob o comando de uma força intangível, poderosa, inteligente e controlada.

Lança-chamas

Durante a semipossessão benigma, sadia, o holochacra (corpo energético) que vitaliza mais os braços e as mãos, parece um lança-chamas aspergindo, com aparente violência, as energias conscienciais para a frente através de descargas em ritmo acelerado e constante. Todo o processo aqui assemelha-se ao funcionamento de um centrifugador-consciencial-energético-interdimensional.

Meditação

A Tenepes é a técnica energética assistencial, auto-assistencial e hetero-assistencial, mais avançada que existe. A Tenepes é muito mais avançada, muito mais evoluída, com alcance e repercussões evolutivas e multidimensionais muito maiores do que qualquer tipo de Meditação, Yoga, etc.

Projeção

A Tenepes facilita – e muito – a realização de projeções astrais conscientes lúcidas e até mesmo contínuas, ou seja, várias em um mesmo dia ou mesma noite de sono.

Futuro

A Tenepes é, sem dúvida, a técnica assistencial do futuro. Ela faz a ligação definitiva da Terra com o Céu (plano físico com o extrafísico) através do contato permanente, diário, com os amparadores espirituais nessa sessão mediúnica isolada fisicamente mas sempre com a presença de consciências extrafísicas evoluídas. O praticante da Tenepes nunca estará sozinho, um dos muitos benefícios desta técnica avançada é a proteção permanente, 24 horas por dia, dos amparadores com o praticante.

Serenidade

A prática diária da Tenepes leva o praticante , com o tempo, à um equilíbrio e serenidade constante, um enorme bem-estar, felicidade, harmonia, paz, e uma sensação de realização do dever cumprido perante a multidimensionalidade e consigo mesmo, sem igual. A Tenepes é única, uma ferramenta evolutiva muito importante para todos nós nessa reencarnação. Devemos nos esforçar para fazê-la, deve ser uma meta prioritária em nossas vidas, pois somos muito beneficiados com essa técnica avançada e nos aproximamos da condição do serenismo vivido e sentido pelos Serenões, gigantes da evolução consciencial.

 Leitura adicional

Para maiores informações sobre essa técnica assistencial terapêutica avançada compre o livro: “O Manual da Tenepes”, do professor Waldo Vieira, do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia. Além desse, recomendamos todos os outros, desde mesmo Autor (Waldo Vieira).

Curso

Recomendamos a todos interessados, fazerem o curso TENEPES no Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia. Não é sempre que tem este curso. No entanto, antes de se fazer este curso, a pessoa tem que fazer todos os cursos básicos e avançados. Repetimos, não adianta se precipitar, isso pode ser inclusive ruim. Tudo tem seu tempo certo. A Natureza não dá saltos. Procure sempre as informações corretas junto ao próprio IIPC.

Grupo de Estudo

O ideal é que a pessoa interessada participe de um grupo de estudo sobre a Tenepes (GPC-Tenepes), no IIPC, da sua cidade, onde você poderá tirar suas dúvidas, ampliar seus conhecimentos, trocar experiências com praticantes novatos e veteranos, aprender mais sobre essa técnica energética assistencial avançada, etc. Conforme estamos repetindo sempre, primeiro é necessário fazer os cursos básicos e, mais tarde, os avançados. Procure sempre pelo Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia e pergunte se existe algum grupo perto de você, além de se informar sobre as aulas e palestras.

“Doemos nossa energia consciencial igual ao copo d’água que atiramos ao mar: sempre soma, por menor que seja.”

Estado Vibracional (EV)

Definologia. O estado vibracional (EV) é a condição técnica de dinamização máxima das energias do energossoma, além das vibrações lentas do soma, por meio da impulsão da vontade e Parametodologia específica, a fim de manter a Paraprofilaxia na autovivência cosmoética, evolutiva, da consciência.

Estado vibracional – dinamização máxima das energias

O estado vibracional é obtido movimentando-se as energias conscienciais pessoais da cabeça aos pés e dos pés à cabeça, em circuito fechado, a partir da vontade, intensificando-se o fluxo energético até que toda a psicosfera vibre intensamente. É uma técnica que possibilita promover o desbloqueio energético; a autodefesa energética; a assepsia energética de um ambiente; e o preparo para a aplicação de outras técnicas parapsíquicas.

A prática diária do Estado Vibracional outros benefícios tais como o desenvolvimento do parapsiquismo, a conquista de maior lucidez no cotidiano, a não assimilação de energias negativas, a assistencialidade sadia, a melhoria da qualidade dos próprios pensamentos, sentimentos e energias e a concentração mental.

Confira um vídeo didático sobre a Mobilização Básica de Energias (MBE):

Clique aqui para assistir

Algumas perguntas técnicas sobre o EV:

Agente. Quem produz o EV? Os princípios evolutivos ou conscienciais, mais particularmente as conscins, ou consciências intrafísicas, todos os seres humanos. O EV, quando de
alto nível, só funciona sponte sua.

Tempo. Quando sobrevém o EV? A qualquer momento, dependendo da força de impulsão da vontade da conscin. Você é o patrocinador da própria proéxis.

Causa-efeito. Por qual razão se instala o EV? Em função de a consciência existir além da energia. A vontade intensifica as ECs (Energias Conscienciais) da conscin.

Recursos. Com quais elementos se produzem o EV? Com a impulsão da vontade, a soltura do holochacra, ou energossoma, e o maior domínio na manipulação das próprias ECs.

Fim. Por qual razão vale o esforço de se instalar o EV? A fim de se alcançar a profilaxia e a autodefesa energética maior, fazer acoplamentos áuricos, assins e desassins, a blindagem da alcova, minimizar a assedialidade, depurar os pensenes (enes), produzir holorgasmos, e outras ações evolutivas magnas. O EV profilático é praticado ad cautelam.

OS FATOS APONTAM SER A INTERASSEDIALIDADE
DOENTIA A MAIOR PATOLOGIA DA HUMANIDADE NA
TERRA. O EV E A PROJEÇÃO CONSCIENTE DESLINDAM
TODOS OS CASOS DE ASSÉDIOS INTERCONSCIENCIAIS.

Extraído do verbete Estado Vibracional (EV)

A política antidrogas da Holanda e a descriminalização da maconha

A pesquisadora Vanda Felbab-Brown, professora da Universidade Georgetown e analista do Brookings Institution, falou ao Estado sobre vantagens e desvantagens da descriminalização da maconha e deu detalhes de como funciona a política holandesa antidrogas. A seguir, alguns trechos da extrevista.

O que a sra. acha da descriminalização de drogas leves, como a maconha? É uma solução?

A legalização não reduzirá o estrago nas sociedades que consomem e produzem droga. No entanto, não acredito que só essa política de repressão funcione. Colocar os usuários na cadeia, também não adianta. É errado. O foco deveria ser na prevenção. As pessoas deveriam aprender a não usar drogas, do mesmo modo como são bombardeadas com informações antitabagistas.

Legalizar aumentaria o consumo?

Há evidências indicando que aumentaria. O que a gente ainda não sabe é quanto. A prioridade de uma boa política antidrogas deveria ser tratamento e prevenção. Outro problema da legalização é que ela não funcionaria no campo internacional. Existem boas razões para que algumas substâncias tenham sua venda restrita ou proibida. Por exemplo, não acho que deva haver um comércio legal de urânio. Além disso, os grupos criminosos não desaparecerão por causa da legalização. Em Mianmar, quando erradicaram a papoula, os bandidos passaram para o contrabando de madeira, com resultados ainda piores. Criminosos simplesmente passarão para outro tipo de crime. Eles podem até começar a controlar a economia legal. Foi o caso da máfia nos EUA, nos anos 30, depois da Lei Seca. Eles passaram a controlar os sindicatos. O crime não retrocedeu e o nível de violência voltou a ser o mesmo. Em Chicago, acabaram os tiroteios com a polícia, mas os criminosos passaram a controlar os políticos da cidade, a viver de extorsão e do contrabando de cigarros. Em alguns aspectos, ficaram até mais fortes e perigosos porque se misturaram com a vida política e em atividades legais.

Como você avalia a política antidrogas da Holanda?

É bastante efetiva, mas tem coisas mal resolvidas. Em primeiro lugar, os holandeses não legalizaram nada. Eles apenas descriminalizaram a maconha para uso pessoal. Mais do que isso, permitiram a venda legal de alguma quantidade de maconha em determinados lugares. No entanto, a produção e o comércio de grandes quantidades de maconha continuam ilegais. Isso é muito problemático porque se você é o dono de um coffee shop, está autorizado a vender para um usuário, mas não pode legalmente comprar para seu estabelecimento. É importante lembrar também que as drogas pesadas continuam proibidas na Holanda.

É importante diferenciar as drogas leves das pesadas do ponto de vista legal?

Existe uma polêmica sobre a droga leve servir de trampolim para a droga mais pesada. Alguns especialistas acham que se você fuma maconha, está mais propenso a experimentar uma droga mais forte. Se você acredita nisso, tem de lutar para que a maconha não seja descriminalizada. Os holandeses não acreditam nisso. Para eles, o usuário de drogas leves só completa essa transição porque o mesmo traficante que vende o baseado é aquele que vende a cocaína. Se ele conviver com o mesmo traficante, eventualmente, ele acabará oferecendo a cocaína para seus compradores. Os holandeses quiseram separar os dois mercados. Para eles, essa estratégia funcionou bem. Quando analisamos os índices de prevalência do uso de maconha, verificamos que os da Holanda são ligeiramente superiores aos da Europa Ocidental, mas menores do que os índices dos EUA. O uso de drogas pesadas na Holanda está na mesma média da Europa e é menor do que nos EUA.

A sra. não acha que é muito fácil manter essa política em um país com recursos financeiros, como a Holanda?

É claro. A chave para o sucesso da Holanda, além da descriminalização, é um programa forte de prevenção, de tratamento e um sistema de saúde eficaz, que cobre quase toda a população. Se você não tiver essa base, não adianta descriminalizar que não terá o mesmo efeito. A política antidroga de um país deve ser moldada a sua realidade, muito mais do que importada de outro lugar.

http://blogs.estadao.com.br/radar-global/a-politica-antidrogas-da-holanda-e-a-descriminalizacao-da-maconha/

Minha opinião

Os efeitos holossomáticos das drogas são maléficos, duradouros e em nada contribuem com a lucidez extrafísica, autopesquisa e proéxis. Hoje muitos protestam em prol de causas banais, fúteis, egocêntricas e hedonistas. É o caso da marcha da maconha. Estas pessoas que estavam no manifesto lutavam com qual intenção? Seriam usuários regulares que protestavam em causa própria e de seus cúmplices?

É só analisar o caso da Holanda: descriminalizaram e arrependeram-se. Dizer que na Holanda a descriminalização resolveu os problemas advindos do uso de drogas é no mínimo querer distorcer os fatos. O tráfico continua existindo, mesmo porque a droga disponível no comércio tem baixíssimos princípios ativos, o que não satisfaz o usuário crônico ou eventual, que acaba buscando no mercado negro substâncias mais fortes. As autoridades holandesas esperavam com o tempo pelo menos quase zerar o uso de drogas, mas com o passar do tempo, o consumo tem mostrado comportamento ascendente, aumentando muito o número de consumidores não cadastrados. o equívoco cometido na Holanda poderá ser revertido devido ao pouco contingente populacional, ao ótimo atendimento a saúde verificado e ao banco de dados proficiente que se criou para cadastrar os narco-usuários.

Diferente do Brasil, onde temos uma população imensa, um país de dimensões continentais, uma saúde pública deplorável, uma classe política que só representa os seus próprios interesses, enfim, um país com centenas de milhares de pessoas que sequer têm uma certidão de nascimento e, portanto, não existem oficialmente; e que, assim como não tem controle sobre os vivos, tem muito menos em relação aos mortos, sendo que muitos deles ainda continuam ativos nas folhas de pagamento das empresas estatais, órgãos do governo e previdência pública.

Estatisticamente, mais de 70% dos crimes violentos, ou são motivados pelas drogas ou têm seus agentes sob efeito de drogas ilícitas e/ou lícitas. Outro dado interessante é que a grande maioria daqueles que faziam uso recreativo de alguma droga acabou migrando e viciando em drogas mais fortes e destrutivas.

A prioridade de uma boa política antidrogas deveria ser tratamento e prevenção. As pessoas deveriam aprender a não usar drogas.

As escolhas são de cada um e refletirão em si, primeiramente. Vale a pena ir para o submundo dos tóxicos, abrindo mão da própria lucidez e maturidade consciencial?

O melhor, mais inteligente e construtivo é priorizar a evolução.

Está cada dia mais difícil ter opiniões em redes sociais

Segundo Stuart Mill,  se toda a humanidade menos um fosse da mesma opinião, e apenas um indivíduo fosse de opinião contrária, a humanidade não teria maior direito de silenciar essa pessoa do que esta o teria, se pudesse, de silenciar a humanidade.

Pois é meus amigos, em tempos de presença cada vez mais maciça em redes sociais, ter opinião parece não ser bem aceito por alguns. Isso porque, normalmente, em cada posicionamento que você toma seja ele a favor ou contra algo, sempre aparece alguém para bradar o inconformismo diante de sua posição.

Particularmente eu gosto de assuntos polêmicos em redes sociais, gosto de discussões, sou capaz de passar certo tempo discutindo meu ponto de vista com outras pessoas, mesmo estas sendo de opinião contrária à minha, sei respeitar as diferenças. O fato de uma pessoa ter opinião contrária a nossa não nos dá o direito de ser ríspido ou mal educado com a mesma, afinal vivemos numa democracia, e o exercício dessa liberdade nos dá o direito de falar, mesmo que estejamos completamente equivocados, mas também é nosso dever respeitar as divergências. Eu posso tentar argumentar, mas jamais posso obrigar que outra pessoa mude de opinião para me satisfazer.

Se você não estiver preparado para a opinião alheia nunca estará preparado para o sucesso, pois ele é feito assim de altos e baixos, dê valor somente aquilo que realmente é importante, o resto é obrigatório ignorar. [Hélène Françoise]

Em redes sociais é muito comum uma pessoa melindrar por causa de um opinião contrária à sua linha de pensamento. Já vem logo com os contra-argumentos de que é um absurdo você falar aquilo, que não concorda de jeito nenhum com sua opinião, etc. Até aí tudo bem, eu tenho o direito de opinar, assim como a pessoa tem o direito de discordar. Mas o problema maior não é o fato da pessoa divergir, mas sim o fato dela não aceitar outra opinião que não seja a própria. Não aceitar as situações como imposição é salutar, ter argumentos é louvável, mas saber respeitar as diferenças é primordial. Ninguém é obrigado a concordar com nossas opiniões, mas todos, sem exceção, são obrigados a respeitá-la, isto é uma condição sine qua non* numa democracia.

Certa vez alguém chamou minha atenção numa rede social porque publiquei um texto onde pedia a opinião de outras pessoas sobre o assunto e deixei registrado, de antemão, minha posição em relação ao tema. O cidadão me interpelou dizendo que não adiantava eu pedir a opinião dos outros se eu já tinha a minha formada. Eu disse pra ele que era óbvio que eu tinha minha opinião sobre o assunto, como tenho para vários, mas isso não me impede de ouvir a opinião alheia e, talvez, mudar a minha.

Uma pessoa inteligente ouve todas as opiniões e retira delas o que há de melhor para seu próprio crescimento. Saber divergir é uma característica marcante em bons interlocutores. Saber respeitar as opiniões num país de dimensões continentais e culturas variadas, só nos faz crescer como pessoa.

Se você concorda, discorda, ama ou odeia, dá no mesmo. Se você está reagindo a uma opinião, você já está sob o efeito de seu campo, já está posicionado em RELAÇÃO a ela. A opinião tem poder. E qualquer um pode ter esse poder, até um idiota. Quando um idiota diz um absurdo (o que é bem frequente) ele também gera um campo de polarização e forte reação popular. Não é humilhação nenhuma interagir com o campo do outro. Ruim mesmo é você nunca opinar por medo. Se as pessoas razoáveis ficam com medo, porque temem perder alguma coisa por causa do julgamento público, os idiotas, que nada temem por não terem nem mesmo consciência de perder, dominarão o mundo. Se é que ainda não dominaram. (Sic) [Rosana Hermann]

Penso que toda e qualquer discussão deve ser pautada pelo respeito. Como já disse anteriormente, eu gosto das discussões geradas nas redes sociais, muitas vezes sou até precursor de alguns temas mais polêmicos. Tenho paciência com opiniões divergentes, mas não tenho a menor paciência com pessoas que distorcem minhas palavras, dando versões que de fato não existem, eu até tento argumentar, mas se vejo que a pessoa está irredutível eu prefiro me calar e em último caso bloquear. Como eu disse, aceito qualquer opinião divergente da minha, mas não sou obrigado a conviver com pessoas que não respeitam o meu direito de ter opinião.

Algumas pessoas pensam que ofender o interlocutor é também uma forma de expressão de divergência, talvez até possa ser, mas acho muito mais fácil e polido refutar uma  opinião com argumentos contrários, do que ofendendo. Qualquer um pode ser questionado, mas ninguém gosta de ser ofendido. Se você já chega num determinado assunto destilando veneno, não espere que as pessoas dali te recebam bem.

Por fim, penso que as redes sociais são um ambiente onde o troca de ideias podem gerar muitos benefícios. Cabe a cada usuário selecionar seus contatos de forma que essa interação seja possível, sem discussões irrelevantes que no fundo só revelam nossa falta de entendimento e, muitas vezes, de educação. Respeitando para ser respeitado.

* Sine qua non ou conditio sine qua non é uma expressão que originou-se do termo legal em latim que pode ser traduzido como “sem a/o qual não pode deixar de ser”

Refere-se a uma ação cuja condição ou ingrediente é indispensável e essencial.

http://www.osinvicioneiros.com.br/2012/05/esta-cada-dia-mais-dificil-ter-opiniao.html